Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Adeus ao consumismo?

» Uma frustrante conferência do clima em Bonn

» Como o Brasil financia a crise climática

» Em Invisível, o corpo como política

» A legislação patriarcal sobre o corpo feminino

» “O novo Palácio de Inverno são os Bancos Centrais”

» “O novo Palácio de Inverno são os Bancos Centrais”

» Antonio Candido

» Para uma anatomia do conservadorismo

» Amazônia, história de um massacre esquecido

Rede Social


Edição francesa


» Faut-il coter les facultés européennes ?

» Corriger par l'impôt l'inique répartition des richesses

» Le jazz, gardien de la conscience

» De la Déclaration Balfour aux camps de l'U.N.R.W.A.

» Étincelles d'Afrique

» Visite guidée de Metsamor

» A Moscou, rêves de liberté et grand embouteillage

» Médias, le Parlement irlandais accuse

» « Le système a absorbé le virus »

» Syndrome de Stockholm à Disneyland Paris


Edição em inglês


» We still need human intelligence

» Groping for manhood

» Transnistria youth look to Catalonia

» Into the Afghan abyss (again)

» Drilling, drilling, everywhere...

» Laura Raim on Israel's control over women's lives

» Steven Mnuchin, foreclosure king of America

» Congress's romance with cowardice

» Conflict and drought starve Africa

» We don't do the thinking for you


Edição portuguesa


» Edição de Novembro de 2017

» O Estado e as catástrofes normais

» Chamar uma vitória pelo nome

» Para onde vão a educação e a ciência no pós-Troika?

» Que SNS temos? Que SNS queremos?

» Ordenar a floresta contra incêndios: não basta a silvicultura

» Os incêndios florestais, mais uma vez

» Edição de Outubro de 2017

» Trabalho à esquerda

» O século de Lenine


Reforma da ONU

Mudança pela metade

Quais os poderes e limites do novo Conselho de Direitos Humanos — único resultado efetivo da "reforma das Nações Unidas", proposta com alarde, mas bloqueada até o momento

Philippe Texier
19 de outubro de 2006

Para nos salvar do inferno

Ao completar 60 anos, a ONU tem pela frente um desafio: como recuperar, em meio à hegemonia norte-americana, os princípios da Carta de 1945, que proclamava a primazia do direito e a soberania dos povos?

Samantha Power
1º de setembro de 2005

Com a palavra, os países do sul

Hugo Ruiz-Diaz*

Hugo Ruiz-Diaz
1º de setembro de 2005

Por uma organização da comunidade mundial

Como fundar uma organização mundial realmente engajada na defesa do bem comum dos povos e, principalmente, capaz de limitar o poder das grandes potências?

Monique Chemillier-Gendreau
1º de setembro de 2005

A África e a reforma das Nações Unidas

Em julho, a Líbia foi sede de duas reuniões da União Africana para definir uma posição comum sobre a reforma das Nações Unida e um eventual assento do continente no Conselho de Segurança, questão maior para a afirmação da África na cena mundial

Delphine Lecoutre
1º de julho de 2005

Elogio ao senso comum

A luta pela democracia no mundo não deveria se iniciar pela democratização dos organismos que se chamam internacionais? O que opina o senso comum? Não está previsto que opine. O senso comum não tem voto nem tem voz

Eduardo Galeano
1º de agosto de 2004

ONU: a bússola disponível para o mundo

As Nações Unidas devem ser melhoradas para se adaptar à realidade. Mas seus detratores erram ao vê-la com uma caricatura burocrática, prejudicial e ineficaz. Termômetro do mundo, deve ser articulada com organizações multilaterais regionais

Amara Essy
1º de julho de 2003

Rumo a um Conselho de Segurança Econômico e Social

A ONU se tornou um instrumento indispensável para a gestão de problemas diversos e a garantia da multilateralidade. Falta agora implantar uma espécie de Conselho de Segurança Social e Econômica que incentivaria o respeito às suas normas

Stéphane Hessel
1º de julho de 2003

A Liga das Nações está morta, viva a ONU...

A Liga das Nações nasceu em 1919 com os EUA desejando administrar o mundo – como nesse início de terceiro milênio. Esvaziada no fim da Segunda Guerra, é sucedida pela ONU, que logo manifestaria a mesma impotência em relação a questões de desarmamento

Marc Ferro
1º de abril de 2003

Por uma ordem pública mundial

Os povos ganham as guerras por força das idéias e pelo surgimento de uma mudança da norma jurídica com a afirmação do direito de dispor de si mesmos. Seria esse o caminho para pôr fim à nova etapa de um imperialismo unilateral?

Monique Chemillier-Gendreau
1º de dezembro de 2002

Palavras-chave no mesmo grupo
[temas atuais]

Outros grupos de palavras-chave

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel