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Uma iniciativa


» Na Venezuela, a oposição adota o terror

» Rumo à agricultura do medo?

» Boaventura debate Revolução, Democracia e o Brasil

» Meio cheio ou meio vazio?

» Que importa que o crítico resmungue?

» Hora de enfrentar Facebook e Google?

» Contra a crise, o possível pós-capitalismo local

» Como Foucault e Agamben explicam Bolsonaro

» “Liberais” — até a página dois…

» Homem em chamas na Venezuela

Rede Social


Edição francesa


» Quand les armes ont parlé...

» La constellation du maintien de la paix

» La Yougoslavie, banc d'essai de la nouvelle Europe ?

» Bernard-Henri Lévy enragé contre « Le Monde diplomatique »

» Le talon d'Achille du nucléaire français

» Multiplication des opérations militaires autour du Sahel

» Dégringolade

» Revenu garanti, l'invité-surprise

» L'Allemagne et les réfugiés, deux ans après

» Portes ouvertes au secteur privé


Edição em inglês


» Empire of destruction

» A Fairy tale from 2050

» The demolition of U.S. global power

» Preparing for doomsday

» Growing my way out of dystopia

» The insult wars in Washington

» The enemy of my enemy Is my...?

» The politics of no politics

» Picking a quarrel with Qatar

» Being Arab in Latin America


Edição portuguesa


» Míopes ou maldosos?

» Edição de Julho de 2017

» O síndrome da nêspera

» Embustes democráticos

» Edição de Junho de 2017

» Segurança na reforma começa no emprego

» Os anos loucos

» Colonialismo português: excepção ou barbárie?

» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos


Reino Unido

O que o Império Britânico poderia ensinar aos EUA

No momento em que a influência dos Estados Unidos sobre o resto do mundo parece ameaçada, vale a pena ensair uma comparação entre a o império norte-americano e o que o precedeu. Ela revelará, entre outros pontos, que a Grã-Bretanha teve, em meados do século 20, a sabedoria de perceber que seu poder tinha limites. Os EUA serão capazes do mesmo?

Eric Hobsbawm
23 de novembro de 2008

O melancólico ocaso de Tony Blair

Ao encerrar uma década de governo, o criador da "Terceira Via" depara-se com uma popularidade lastimável e os primeiros balanços sérios de seu mandato. Eles destacam a subserviência aos EUA e a manutenção sem brilho das políticas neoliberais de seus antecessores

Richard Gott
21 de junho de 2007

Emprego: números ilusórios

O milagre britânico do desemprego baixo nada tem a ver a com a maior flexibilização do trabalho, sempre tão demandada pelo patronato

Serge Halimi
1º de outubro de 2005

Londres, Bagdá

As conseqüências trágicas para os britânicos do alinhamento de Blair com o belicismo de Washington, apesar da grande oposição popular à guerra

Ignacio Ramonet
1º de agosto de 2005

Os gordos lucros do Big Mac e a obesidade como sobremesa

A rede McDonald’s é o terceiro maior anunciante na TV e no rádio na Grã-Bretanha, país particularmente afetado pela obesidade. Na França, onde, em 15 anos, o número de adultos obesos duplicou, o número de crianças acima do peso foi multiplicado por cinco e o número de crianças vítimas de obesidade severa foi multiplicado por dez, o McDonald’s ocupa páginas inteiras de publicidade nos principais jornais

Philippe Froguel
1º de dezembro de 2004

A santa aliança

Como os neotrabalhistas de Blair se aproximaram dos democratas de Clinton e sedimentaram uma aliança entre os governos britânico e americano

Keith Dixon
1º de setembro de 2004

Os guerrilheiros da causa animal

Na Grã-Bretanha, o movimento ambientalista conquista vitórias na proteção dos direitos dos animais. Entre os que os defendem estão grupos de ecologistas clandestinos que, em nome da causa, desafiam leis e assumem riscos

Cédric Gouverneur
1º de agosto de 2004

Empresas de segurança de perfil duvidoso

O desafio da lei francesa de repressão da atividade mercenária é desencorajar a criação no país de empresas de tipo anglo-saxão, que acumulam a experiência de antigos generais, o mercado de armamento pesado e logística para grandes operações

Barbara Vignaux , François Dominguez
1º de agosto de 2003

O pragmatismo de Anthony Blair

Por que estaria o primeiro-ministro britânico se colocando numa posição em que é tão facilmente ridicularizado como a “mascote” (’poodle’) dos Estados Unidos? Por que se envolve numa guerra concebida segundo interesses estratégicos norte-americanos?

Tom Bentley
1º de fevereiro de 2003

A estranha política externa da Europa

Diante do discurso arrogante do unilateralismo norte-americano, a União Européia hesita, dividida: da posição de “fiel escudeiro” da Grã-Bretanha de Anthony Blair à reticência de alemães e franceses, passando pela “neutralidade” da Áustria, Finlândia e Irlanda

Anne-Cécile Robert
1º de dezembro de 2002

O evangelho do neocolonialismo

Em livro lançado este ano, conselheiro pessoal de Anthony Blair recomenda usar “dois pesos e duas medidas” nas relações internacionais. Referindo-se aos países do Sul, propõe: “Respeitamos a lei, mas quando agimos na selva, devemos usar a lei da selva”

Philip S.Golub
1º de setembro de 2002

A miséria das velhas glórias

O escritor visita a ex-Riviera britânica, cidades que já foram símbolo da aristocracia vitoriana. Hoje, tragadas pelo mar, são meras sombras do que foram. Com caçadas ao homem, drogas e álcool, as pessoas tentam driblar o tédio, auto-destruindo-se

Charlotte Kan
1º de agosto de 2002

O caos das ferrovias britânicas

A atual liberalização dos serviços públicos, preconizada na União Européia, deveria levar em conta o exemplo, trágico, da privatização das ferrovias no Reino Unido

Marc Nussbaumer
1º de abril de 2002

Limpeza étnica no atol dos Chagos

Parte do arquipélago dos Chagos, a ilha de Diego Garcia, onde fica uma base naval norte-americana, tem uma população nativa de cerca de 2 mil pessoas. Mas os EUA não querem “habitantes passíveis de serem influenciados pela propaganda comunista”

Hakim Malaisé
1º de dezembro de 2001

As duas globalizações

Como hoje, também na Inglaterra do século XIX a "liberdade" dos mercados foi assegurada pela intervenção estatal e pela concentração do poder nas mãos de uma grande potência

Noëlle Burgi, Philip S. Golub
12 de abril de 2000

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