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Uma iniciativa


» A cultura alimentar proibida pela lei

» A sociedade dos afetos regredidos

» UberCapitalismo: a contrarrevolução do século 21

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» Revolução Russa: mitos, erros e atualidade (1)

» Frugalidade, opção anticapitalista

» Henrique Meirelles e o Consenso de Washington

» Rio Doce, a farsa da “recuperação”

» Boaventura: a ilusória “Desglobalização”

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Rede Social


Edição francesa


» L'autre combat des femmes kurdes d'Irak

» Révolte silencieuse pour sauver l'Unesco

» La France condamnée à désarmer

» Ces grandes puissances, obstacles à un monde non nucléaire

» Des champs pétrolifères contestés

» Les frontières incertaines du Kurdistan

» Pour un nouvel ordre économique mondial

» Une voie nouvelle : enrichir la revendication

» En finir avec le franc CFA ?

» Nihilisme et radicalisation


Edição em inglês


» “Tell me how this ends?”

» “Enemy Combatants” again?

» The empire comes home

» The scandal of Pentagon spending

» Autopilot wars

» The Trump presidency

» Trump is in your head

» China's new Silk Road

» Slovakia: severe interregional disparities

» North Korea: a nuclear world


Edição portuguesa


» Ordenar a floresta contra incêndios: não basta a silvicultura

» Os incêndios florestais, mais uma vez

» Edição de Outubro de 2017

» Trabalho à esquerda

» O século de Lenine

» «Nova rota da seda»: um trunfo geopolítico para a Rússia

» Edição de Setembro de 2017

» Blocos de actividades para o Estado e para o mercado

» Donald Trump ultrapassado pelo partido anti-russo

» Edição de Agosto de 2017


Resistências ao Neoliberalismo

Washington diante do desafio latino-americano

Com sua retórica arrogante e a emergência de novos governos de esquerda ou centro-esquerda no continente, o governo norte-americano perdeu a mão na região. Mas ainda conta com poderosos fatores de influência, como os tratados de livre comércio e a chamada cooperação militar

Janette Habel
12 de dezembro de 2007

Cristina e a transição democrática Argentina

O saneamento da economia e a falência dos partidos políticos tradicionais configuram um horizonte promissor para o processo argentino. Mas a nova presidenta chega ao poder com uma base de sustentação frágil. Conseguirá cumprir sua promessa de reconstruir o Estado e instaurar um novo modelo econômico-social?

Carlos Gabetta
12 de dezembro de 2007

Hugo Chávez

A articulação entre os países da América Latina constrói e personaliza, em Chávez, a reinvenção da esquerda. Alvo de difamações, suas ações tornam-se referência de alternativa ao neoliberalismo para uns e sinônimo de autoritarismo para outros

Ignacio Ramonet
15 de outubro de 2007

Novo mosaico das resistências mexicanas

Num país governado pela direita autoritária, multiplicam-se iniciativas de contra-poder, algumas com forte caráter inovador. Mas serão capazes de se entender e fazer de sua grande diversidade um trunfo?

Jean-François Boyer
29 de abril de 2007

Aposta errada, monsieur Villepin

Ao propor trabalho precário como "alternativa" para a juventude menos qualificada, o premiê francês ignorou a oposição francesa ao neoliberalismo, manifestada no plebiscito de 2005. Mais: a nova revolta dos jovens pode romper barreiras entre periferia e universidade

Frédéric Lebaron , Gérard Mauger
1º de abril de 2006

"Doentes" ou rebeldes?

Acusada pela direita de ser "o órgão doente da Europa", a França é, ao contrário, um país que resiste. O protesto dos jovens é o repúdio à globalização selvagem, à tomada do poder pelas finanças e à precarização do trabalho

Ignacio Ramonet
1º de abril de 2006

Uma resposta a 1968

Ao contrário do que se pensa, a estratégia de individualizar o trabalho surge bem antes das crises dos anos 70. Ela é uma alternativa domesticada à crítica radical dos valores capitalistas, que marca as revoltas de 1968

Danièle Linhart
1º de março de 2006

A caminho da desumanização

Ao desafiar as grandes conquistas civilizadoras do século 20, as "novas" relações de trabalho destróem a solidariedade, invadem o espaço privado, solapam relações com amigos e família e impõem uma ética que valoriza a submissão

Danièle Linhart
1º de março de 2006

Alternativas latino-americanas

Em meio às dificuldades da ALCA, projeto estratégico de Washington, avançam o Mercosul expandido e a ALBA - possíveis embriões de um comércio internacional de novo tipo

Emir Sader
1º de fevereiro de 2006

Quando as sociedades dizem não

Um balanço das campanhas de mobilização cidadã que estão conseguindo, com base em plebiscitos, evitar a implantação de lojas da mega-transnacional

Olivier Estèves
1º de janeiro de 2006

Esperanças

A França rebelde, ao dar um “não” às pretensões ultraliberais do tratado constitucional para a Europa, enche de força e esperança o movimento antermundialista

Ignacio Ramonet
1º de junho de 2005

Sinais de fraturas

Conturbações sociais e políticas dúbias são a marca da situação na América Latina, que esboça reação ao unilateralismo norte-americano

Maurice Lemoine
1º de junho de 2005

As razões dos holandeses

No plebiscito de 1º de junho, a população dos Países Baixos não se pronunciou apenas sobre o Tratado Constitucional Europeu, mas sobre os diversos aspectos da política implementada pela coalizão que está no poder

Rink Van den Brink
1º de junho de 2005

As mulheres do Kerala contra a Coca-Cola

Na Índia, um movimento composto majoritariamente de mulheres impõe derrotas à gigante dos refrigerantes, que explora lençóis freáticos, polui rios e terras e oferece bebida com pesticidas

Vandana Shiva
1º de março de 2005

De volta à esfera pública

Tarifas caras e qualidade duvidosa levam vários municípios a romper contratos com empresas privadas e voltar a gerir os serviços de saneamento

Patrick Coupechoux
1º de março de 2005

A efervescência popular boliviana

Depois de derrubar o presidente Sanchez de Lozada, o movimento social de um dos países mais pobres da América Latina inflige mais um golpe à globalização, expulsando pela segunda vez uma multinacional beneficiada pela privatização do saneamento básico

Walter Chavez
1º de março de 2005

Um debate interditado

A discussão sobre a nova «Constituição» européia é esvaziada de conteúdo, para impedir que a população reconheça ali algo próximo de um arremedo dos estatutos do FMI ou da OMC

Bernard Cassen
1º de fevereiro de 2005

Esquerda no poder e privatização fora da lei

Ao elegerem, no dia 31 de outubro de 2004, um presidente de esquerda – Tabaré Vásquez, da Frente Ampla (“Frente Amplio”) – os uruguaios não só puseram fim a 170 anos de partilha do poder entre o Partido Colorado e o Partido Nacional, como, por meio de um plebiscito, também decidiram, e com uma maioria de 64,5%, que seja incluído na Constituição que a água pertence ao domínio público e não pode ser privatizada

Jacques Secretan
1º de dezembro de 2004

A resistência sob o risco da "ONGuização"

Atualmente, as ONGs são o que os botânicos chamariam um indicador de espécie. Quanto maior a devastação causada pelo neoliberalismo, mais elas proliferam. Mas esses missionários seculares do mundo moderno também representam um risco para os movimentos de massa

Arundhati Roy
1º de outubro de 2004

Bocas do Tempo

Profissão de fé clarividente e maliciosa, o discurso do escritor uruguaio durante a festa dos cinqüenta anos do Le Monde diplomatique, em 8 de maio de 2004

Eduardo Galeano
1º de setembro de 2004

A expansão da imprensa alternativa irreverente

Diante da extinção do pluralismo1 , publicações modestas tentam voltar a dar ao jornalismo algum colorido e alguns valores. Sob as mais variadas formas, os pequenos jornais independentes defendem a ambição de sempre preferir a sátira à reverência

Philippe Descamps
1º de setembro de 2004

Resistência

No mês em que o ’Le monde diplomatique’ faz 50 anos, esta edição é dedicada à todas as vozes da resistência que sonham que outro mundo é possível e contribuem para construí-lo

Ignacio Ramonet
1º de maio de 2004

Uma oportunidade para a África

“Este povo deve conseguir, querer ser bem sucedido em alguma coisa de impossível! Contra o Destino, contra a História, contra a Natureza...” `La tragédie du Roi Christophe`. Aimé Césaire.

Aminata D. Traore
1º de maio de 2004

A Europa necessária

As reações dos atuais dirigentes europeus não estão à altura da ocasião histórica que se apresenta, traindo as esperanças de povos que, através do mundo, gostariam que a arrogância norte-americana encontrasse um mínimo de resistência

Robin Blackburn
1º de janeiro de 2004

Os grevistas, esses doentes mentais

Para os “analistas” da grande imprensa, os professores em greve contra as reformas neoliberais pretendidas pelo governo francês são “descerebrados” e seu movimento, uma atitude “revanchista e irracional” que defende propostas “irreais”

Serge Halimi
1º de setembro de 2003

Uma revolta em nome do ensino igualitário

Mesmo sem consenso pedagógico, o movimento dos professores reafirmou com vigor, na mobilização de 2003 contra a reforma descentralizadora de Raffarin, seu vínculo com o serviço público de educação nacional e sua vocação democrática

Jérôme Deauvieau, Jean-Pierre Terrail
1º de setembro de 2003

Descentralizar para privatizar?

As escolas francesas se mobilizam contra a descentralização liberal da educação, que prejudica os profissionais e oferece condições para a criação de um mercado dentro do espírito de acordos internacionais já assinados na OCDE

Franck Poupeau
1º de junho de 2003

Uma nova esquerda na ofensiva

Junto a movimentos sociais camponeses e indígenas, como a Coordenação das Águas, o MAS, de Evo Morales, o MIP, de Felipe Quispe, formam um bloco de oposição à ortodoxia neoliberal e constituem o coração da renovação da política boliviana

Walter Chavez
1º de maio de 2003

A resistência pela criação

A engrenagem tecno-econômica projeta-se a partir de três causas, sempre tensas: o desejo, que se dissemina por mimetismo; o desempenho, que permite comparar, singularizar e “transcender”; e a liberdade, capaz de superar quaisquer obstáculos...

Roger Lesgards
1º de dezembro de 2001

As preocupações dos rappers

Aprovada no mês de junho, a capa de um álbum dos rappers do The Coup queria provar, “com sua implosão fantasmagórica”, que a música pode contornar as leis do capitalismo e fazer explodir o sistema. Detalhe: ao fundo, o World Trade Center, em chamas

Jean-Christophe Servant
1º de dezembro de 2001

Aurora

Seattle representa uma virada. Reacendendo a chama da contestação, os manifestantes que evitaram a "Rodada do Milênio" também começaram a construir um contra-poder mundial

Ignacio Ramonet
12 de fevereiro de 2000

Como a OMC foi posta em xeque

Graças às ONGs e aos movimentos sociais, o neoliberalismo sofreu em Seattle sua primeira grande derrota. É hora de avançar, propondo uma ordem internacional baseada não nos mercados, mas na democracia e na solidariedade.

Susan George
12 de fevereiro de 2000

O dia em que o Sul se rebelou

Além da pressão dos manifestantes, e das divergências entre os ricos, destacou-se em Seattle a posição corajosa de países como Gana, Guiana e Madagascar, que denunciaram o caráter excludente e antidemocrático do teatro encenado pela OMC

Agnès Sinai
12 de fevereiro de 2000

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