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Edição portuguesa


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» A literatura, cimento que constrói mundos

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» Edição de Março de 2017

» Offshores, defeitos e feitios


Romance

Elogio do romance

A humanidade triunfará. Ela o fará porque, apesar dos acidentes da história, o romance nos diz que a arte nos restaura a vida, a vida que a história, em sua precipitação, desprezou

Carlos Fuentes
1º de dezembro de 2005

A invenção dos marcianos

Futuro fundador da Sociedade Astronômica da França, Camille Flammarion publicou, em 1884, ’Terras do céu’ um tratado de planetologia em que são expostos os conhecimentos científicos da época. Ele critica rudemente os "romancistas" que, em nome da essência divina da humanidade, se recusam a aceitar a existência de planetas habitados, ou ao contrário imaginam seus habitantes como semelhantes à humanidade terrestre. Suas considerações sobre as "formas vegetais e animais" de Marte teriam enorme repercussão, alimentando a paixão da época pelo planeta

Camille Flammarion
1º de dezembro de 2004

Cortázar: o Che Guevara da literatura

Túmulo do escritor argentino em Paris, morto há 20 anos, é palco de discreta peregrinação que homenageia o lúdico e engajado defensor da ligação não dogmática entre literatura e revolução

José Manuel Fajardo
1º de fevereiro de 2004

Itinerário de um escritor engajado

Uma biografia, baseada em parte em relatórios do FBI, conta a história do primeiro militante anti-racista e romancista negro norte-americano, Richard Wright (1908-1960), que denunciou em seus romances a pobreza, a violência e o preconceito

Shofield Coryell
1º de agosto de 2003

Um naufrágio esquecido

A principal preocupação do escritor Günter Grass é com a releitura acrítica do nacional-socialismo pelas jovens gerações que, após quatro décadas de República Democrática Alemã, não se deixaram influenciar pelo antifascismo comunista

Dominique Vidal
1º de fevereiro de 2003

América de tiranos e déspotas

Uma retrospectiva do romance político latino-americano

Ramón Chao
1º de maio de 2002

Nos porões

A festa do Bode, de Mario Vargas Llosa (trecho)

1º de maio de 2002

Um romancista excepcional

Em Mario Vargas Llosa coabitam o panfletário neoliberal, presunçoso e medíocre, e um romancista com a veia de Flaubert e de Faulkner, que se lembra de ter sido, por muito tempo, marxista – e até castrista – e que fascina os seus leitores

Ignacio Ramonet
1º de maio de 2002

O enigma da execução perdida

O livro é apresentado como uma pesquisa, a partir de um fato real. O fato refere-se a Rafael Sánchez Mazas, fundador, com José Antonio Primo de Rivera, da Falange (partido fascista espanhol) e pai do grande romancista Rafael Sánchez Ferlosio

Ramón Chao
1º de janeiro de 2002

Viagem ao pesadelo da biotecnologia

Romance inglês apresenta uma sociedade futura divida entre os que têm acesso à Saúde e os condenados à morte pela doença. Um acaso leva o cientista que criou o apartheid a unir-se à gentalha

Evelyne Pieiller
12 de abril de 2000

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