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Saúde

A quem pertence o DNA?

Transnacionais farmacêuticas, antropólogos, governos e polícias buscam reunir o maior número possível de dados genéticos sobre as populações. Saúde e Ciência podem se tornar pretextos para que algumas empresas controlem a produção de medicamentos inovadores e para invasões de privacidade

Franz Manni
23 de junho de 2008

A ditadura da “boa forma”

O capitalismo avançado transformou a saúde individual em um capital. Somos intimados a gerir esse patrimônio, a buscar sua ininterrupta otimização. Economistas, diretores de recursos humanos, terapeutas de programas de televisão, todos nos ensinam como cuidar de um corpo que já não nos pertence

François Cusset
14 de janeiro de 2008

Patentes e medicamentos genéricos

A proteção da propriedade intelectual de produtos farmacêuticos continua a desafiar os países em desenvolvimento. Contar com uma indústria farmacêutica local capaz de produzir os medicamentos necessários para atender à saúde passou a ser uma questão estratégica, e não um simples objetivo de política industrial

Carlos M. Correa
14 de janeiro de 2008

Diante da tragédia, indiferença

A degradação dos serviços de saúde africanos é alimentada pelos “ajustes fiscais” que o FMI determina e pelo descompromisso da “comunidade internacional”, mesmo em relação aos Objetivos do Milênio

Karl Blanchet , Regina Keith
21 de dezembro de 2006

A África enfrenta o êxodo de médicos

Num continente já afligido por epidemias e empobrecimento, os sistemas públicos de saúde sofrem mais uma ameaça: a sedução de seus médicos, formados com enorme custo social, por hospitais do mundo rico. Felizmente, começam a surgir alternativas

Karl Blanchet , Regina Keith
21 de dezembro de 2006

E se a saúde não for mercadoria?

Um olhar sobre a ação internacional da medicina cubana. Ao oferecer tratamento gratuito de excelência a milhares de pacientes em todo o mundo, ela demonstra que é viável garantir a todos o direito aos bens e serviços necessários a uma vida digna

Hernando Calvo Ospina
1º de agosto de 2006

Saúde precária

O plano de Tony Blair para “recuperar” o sistema hospitalar parece perdido em privatizações e cortes de direitos

Martine Bulard
1º de outubro de 2005

Sinal de alerta para os usuários de celulares

Em duas décadas, o uso do telefone celular se difundiu como fogo em palha. Defrontado com alguns estudos que demonstram que ele pode ter consequências nefastas para a saúde, os poderes públicos continuam supreendentemente passivos

Philippe Bovet
1º de setembro de 2005

Os gordos lucros do Big Mac e a obesidade como sobremesa

A rede McDonald’s é o terceiro maior anunciante na TV e no rádio na Grã-Bretanha, país particularmente afetado pela obesidade. Na França, onde, em 15 anos, o número de adultos obesos duplicou, o número de crianças acima do peso foi multiplicado por cinco e o número de crianças vítimas de obesidade severa foi multiplicado por dez, o McDonald’s ocupa páginas inteiras de publicidade nos principais jornais

Philippe Froguel
1º de dezembro de 2004

A epidemia de gripe avícola e o agronegócio na Tailândia

A recente transmissão para o ser humano da gripe do frango representa grande perigo: a ausência de vacina e de tratamento pode provocar, segundo a OMS, a morte de 2 à 7,4 milhões de pessoas. Na Tailândia, o surgimento da gripe avícola prejudicou a ambição do país de se tornar “a cozinha do mundo”, precipitando uma crise cujas vítimas já são os pequenos criadores

Isabelle Delforge
1º de julho de 2004

Violência machista

A violência doméstica atinge, em escala planetária, um tal grau de brutalidade que deveria ser considerada uma violação importante dos direitos humanos, assim como um problema considerável de saúde pública

Ignacio Ramonet
1º de julho de 2004

O reverso da reforma

Pode existir uma nova organização do sistema de saúde, que não signifique cortar gastos e penalizar os segurados. O caminho passa por mudança de práticas, prevenção de riscos ambientais e no trabalho e, principalmente, pela invenção da democracia sanitária

Dominique Sicot
1º de julho de 2004

A falência da saúde de mercado

Nos Estados Unidos, o número de desassistidos nos serviços de saúde cresce, inclusive entre os assalariados que dependem de um seguro pago pela empresa. O alto custo do benefício faz até os empresários sonharem com um sistema público

Olivier Appaix
1º de julho de 2004

A ideologia do esporte-espetáculo e suas vítimas

Transmitido mundialmente pela televisão, o esporte tornou-se um dos vetores da globalização. Sua ideologia disfarça seu caráter político, a monetarização generalizada dos “valores” esportivos, fraudes e trapaças de todos os tipos e, sobretudo, ’doping’ maciço em todos os estágios

Jean-Marie Brohm, Marc Perelman, Patrick Vassort
1º de junho de 2004

Raízes do caos da saúde pública na África

Com taxas de mortalidade nitidamente mais elevadas que no resto do mundo, a população do continente africano padece não só de epidemias como a Aids, mas também com o desprezo pelos doentes de grande parte dos funcionários da saúde

Jean-Pierre Olivier de Sardan
1º de fevereiro de 2004

A insegurança social programada

A justificativa do governo francês para sua reforma estrutural é a seguinte: com a queda do crescimento econômico, diminuem os depósitos, aumenta o déficit e diminui o consumo. Portanto, para a área da saúde, a palavra de ordem é privatizar

Martine Bulard
1º de outubro de 2003

A canícula, sintoma de um sistema doente

O impressionante número de mortes provocadas por uma canícula, já prevista pelos meteorologistas, expôs as deficiências do sistema de saúde francês e a aflição e o abandono das pessoas idosas, especialmente as que vivem na região de Paris

Martin Winckler
1º de setembro de 2003

A luta contra o apartheid sanitário

Teria a África do Sul se libertado, há dez anos, para naufragar num apartheid ainda mais mortal? Dos 45 milhões de habitantes, 5 milhões já foram contaminados pelo vírus da Aids. A hecatombe se anuncia e o setor público não dá acesso aos anti-retrovirais

Philippe Rivière
1º de agosto de 2002

O mercado da saúde e o roubo de cérebros

Uma certa “mundialização” dos profissionais de saúde tem permitido a livre transferência de médicos, formados nos países do Sul, para o Norte – com um custo anual estimado em 500 milhões de dólares para os países pobres. E reforça ainda mais o apartheid sanitário

Dominique Frommel
1º de abril de 2002

Um crime social quase perfeito

O escândalo do ar contaminado veio á tona. A invisibilidade social das vítimas do amianto teve fim com as recentes vitórias na Justiça e o barulho das vítimas do trabalho com essa fibra mortal

Patrick Herman
1º de abril de 2002

A “ciência” como álibi

Ao longo de décadas, três “professores” ajudaram a indústria do produto a continuar matando

Patrick Herman
1º de abril de 2002

A obsessão da saúde perfeita

O sistema médico cria incessantemente novas necessidades terapêuticas. Mas quanto maior a oferta de saúde, mais as pessoas crêem que têm problemas, necessidades, doenças. Elas exigem que o progresso supere a velhice, a dor e a morte. Isso equivale à própria negação da condição humana.

Ivan Ilich
12 de dezembro de 1999

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