Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» 17 de janeiro de 2022

» Bilionários: o que os gera, como suprimi-los

» O apartheid vacinal e a hora de António Guterres

» Qual Educação e Ciência podem reconstruir o Brasil?

» Pochmann: Retrato da regressão brasileira

» 14 de janeiro de 2022

» A resposta que o vento sopra

» Assim chegamos à era do futilitarismo

» O irrealizável retorno

» O certo é autista tomar eletrochoque “suave”?

Rede Social


Edição francesa


» Les fous du roi

» De la soumission dans les têtes

» Fidèle au poste

» L'Italie écartelée

» Affaire Moro : l'antique tragédie du pouvoir

» Kazakhstan, l'or noir et la colère

» L'Université féodale de demain

» Le retour de M. Cabot Lodge a éveillé à Saïgon la méfiance des généraux sud-vietnamiens

» Quand la droite américaine pensait l'impensable

» En Ukraine, jeux de miroirs pour héros troubles


Edição em inglês


» January: the longer view

» United States: the black hole of Guantanamo

» Transnistria: a pro-Russian enclave in Europe

» The Chinese take to the slopes

» Japanese women find their voice

» The open-source world is more and more closed

» Transnistria, relic of a frozen conflict

» The Algeria-Morocco standoff

» Chile's victorious ‘new left' brings hope, but it's all to play for

» Europe's secretive system to keep out migrants


Edição portuguesa


» A orquestra do caos

» Recortes de Imprensa

» Será a caneta mais poderosa do que a espada?

» A pilhagem da comunidade do software livre

» Braço-de-ferro entre Marrocos e a Argélia

» Transnístria: o vestígio de um conflito congelado

» As japonesas já não querem ficar caladas

» O regresso da chantagem da dívida

» Homenagem do vício à virtude

» Impor uma visão do mundo


Tchetchnia

Dissidentes em Moscou

Estigmatizada pelo governo Putin, a aspiração de independência da região rebelde tem, apoiadores também na Rússia

Anne Nivat
1º de maio de 2006

Ruínas, mágoas e medo

Já não se ouvem os tiros e as lagartas dos tanques. Mas, sete anos após o fim da guerra, o país se debate com produção devastada, ódio aos políticos pró-Rússia e medo da oposição terrorista

Anne Nivat
1º de maio de 2006

O labirinto caucasiano

Por trás do pesadelo de Beslan, está a força mais importante da história moderna: o nacionalismo. O islamismo radical e suas novas e detestáveis formas de terrorismo são apenas instrumentos de várias lutas de libertação nacional

Ignacio Ramonet
1º de outubro de 2004

Guerra sem fim

Fragilizada por um jogo violento travado pelas grandes potências e pela manipulação das identidades nacionais, a estratégica região caucasiana vive uma sucessão de conflitos

Jean Radvanyi
1º de outubro de 2004

Uma operação de política interna russa

Diante do desinteresse da comunidade internacional, a crise chechena continua em um impasse. Moscou aposta no esgotamento demográfico e material da resistência, que tenta sobreviver acenando com uma solução pacífica

Musa Youssoupov
1º de junho de 2003

Guerra e normalização

Na Chechênia, os abusos contra civis continuam e o exército comete crimes gozando de total impunidade. A resistência perdeu apoio. O plebiscito sobre a Constituição que declara o país parte da Rússia foi fraudado. A comunidade internacional se cala.(Mais de uma década de conflito)

Gwenn Roche
1º de junho de 2003

Putin: liberado para agir

Aderindo ao discurso, liderado pelos Estados Unidos, da “guerra ao terrorismo”, o presidente russo, Vladimir Putin, acredita poder silenciar os críticos da guerra da Chechênia e já pensa até num ’boom’ econômico, em troca de petróleo

Nina Bachkatov
1º de dezembro de 2002

Chechênia ganha o palco e deixa dúvidas no ar

A ação de um comando checheno, que fez todos os espectadores de um teatro em Moscou de reféns, resultou na morte de 169 pessoas, voltando a chamar a atenção do mundo para uma guerra “esquecida”. Ficaram, porém, várias perguntas sem resposta

Denis Paillard
1º de dezembro de 2002

Cronologia da guerra
Vicken Cheterian
1º de março de 2002

Uma guerra que não acaba

A operação “antiterrorista”, lançada em 1999, deveria terminar, segundo o governo russo, em março do ano seguinte, mas continua: a guerra de desgaste causou a morte de dezenas de milhares de civis, uma enorme destruição e despovoou a Chechênia

Vicken Cheterian
1º de março de 2002

Tchetchnia

Por que a comunidade internacional, pronta a se mobilizar no ano pasado a favor de Kosovo, em nome do direito de ingerência, assiste impassível a uma nova tragédia?

Ignacio Ramonet
13 de fevereiro de 2000

Palavras-chave no mesmo grupo
[países]

Outros grupos de palavras-chave

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel