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Terrorismo

Como a Al-Qaeda implantou-se no Líbano

Os combates entre o exército e a Fatah Al Islam, que terminaram com dezenas de mortes, revelam que a rede de Bin Laden chegou à antiga "Suíça do Oriente Médio". Seria algo impossível sem a invasão do Iraque pelos EUA e a guerra perdida de Israel, em 2006

Fidaa Itani
14 de fevereiro de 2008

A paz invade o coração da Colômbia

Num país golpeado pela violência política, a sociedade civil reage humilhando, em eleições regionais, os grupos pára-militares e o presidente associado a eles. Apoio a Uribe é cada vez mais precário, e sistema partidário tradicional está em frangalhos

Simone Bruno
31 de outubro de 2007

Como Washington atiça o Irã

Um analista destacado da política norte-americana em relação à Ásia descreve a série de iniciativas em curso contra Teerã – de apoio a grupos terroristas a boicote econômico. Conclusão: a ação dos EUA ajuda a sustentar a linha-dura iraniana, ao permitir que atribua seus próprios erros ao "inimigo externo"

Selig S. Harrison
15 de outubro de 2007

Muçulmanos contra a Al-Qaeda

Tanto no Iraque quanto no Afeganistão, a rede terrorista de Bin Laden enfrenta oposição crescente de outros grupos armados árabes. Suspeita-se, ao priorizar o combate entre facções muçulmanas, ela esteja fazendo o jogo da Casa Branca

Syed Saleem Shahzad
8 de agosto de 2007

Sob o signo da intolerância

Localizado no Brasil em março, detido e ameaçado por uma longa prisão em seu país, o italiano Cesare Battisti é vítima de uma época em que as idéias de clemência e anistia, já conhecidas pelos gregos, dão lugar ao clima áspero da "tolerância zero"

Sophie Wahnich
28 de maio de 2007

As novas obras sobre o terrorismo
21 de maio de 2007

Quem são os recrutas da Al-Qaeda

Entre sua origem, nos anos 1990, e hoje, a rede terrorista mudou o perfil de seus adeptos, revela Laurence Wright neste trecho de O vulto das Torres

Lawrence Wright
21 de maio de 2007

Estranha suspeita em Buenos Aires

Com base em "provas" obscuras, relacionadas a um atentado jamais esclarecido, a justiça argentina está pedindo a extradição de um ex-presidente e diversas autoridades do Irã. O episódio evoca um favor prestado aos EUA, também contra Teerã, nos anos 50

Ignacio Klich
21 de março de 2007

Uma nova primavera espanhola?

A Espanha prepara-se para eleições municipais em maio. Acossado por uma direita ainda presa ao franquismo e pelo terror do ETA, o premiê Zapatero parece esperar um aval para as políticas de abertura moral, reconhecimento das autonomias regionais e pacificação

José Manuel Fajardo
20 de março de 2007

O Paquistão entre o Império e os talibãs

Um ano eleitoral complexo expõe as ambigüidades de um dos países mais populosos do mundo. Aliado estratégico dos EUA desde o 11/9, o presidente Musharraf busca um difícil equilíbrio, que inclui laços com o islamismo extremista e relação especial com os generais

Jean-Luc Racine
20 de março de 2007

Somália

Na virada do ano, o governo Bush abriu, no "Chifre da África", uma nova frente de sua "guerra contra o terrorismo". Mas assim como se deu em Cabul (2002) e Bagdá (2003), a tomada de Mogadíscio não resolve um problema — apenas o inicia...

Ignacio Ramonet
12 de fevereiro de 2007

A nebulosa islâmica

A comunidade muçulmana reúne 3% da população do Reino Unido, é majoritariamente originária da Ásia, fala mais de 50 idiomas. Alguns dos grupos religiosos que tentam influenciá-la defendem a jihad e o retorno ao Califado

16 de janeiro de 2007

O mal-estar dos muçulmanos britânicos

Seis meses após os atentados de Londres, as autoridades continuam em busca de políticas que evitem a segregação da comunidade árabe. Mas a política externa de Tony Blair e a discriminação social de fundo podem anular esta tentativa

Wendy Kristianasen
16 de janeiro de 2007

A "conspiração" das Torres Gêmeas

Há um contrabando ideológico notável nas teorias que responsabilizam a CIA pelos atentados de 11 de Setembro. Aceitá-las seria atribuir aos EUA poder e capacidade de articulação muito superiores às demonstradas por eles na vida real

Alexander Cockburn
21 de dezembro de 2006

Encalacrados na teia…

Sinal dos tempos e das novas tecnologias: multiplicam-se, no ciberespaço, documentários que contestam a versão oficial sobre os atentados de 11 de setembro. A pergunta é: qual a credibilidade destes documentos?

6 de setembro de 2006

Ruínas, mágoas e medo

Já não se ouvem os tiros e as lagartas dos tanques. Mas, sete anos após o fim da guerra, o país se debate com produção devastada, ódio aos políticos pró-Rússia e medo da oposição terrorista

Anne Nivat
1º de maio de 2006

Quem são os insurgentes?

Três anos depois da invasão de seu país pelos EUA, a resistência iraquiana mudou. Já não promove espetáculos brutais, como as decapitações. Mas, ao contrário do que diziam os EUA, a guerra deu vida nova à Al-Qaeda

Mathieu Guidère, Peter Harling
1º de maio de 2006

A possível troca humanitária

Na longa guerra travada entre governo e guerrilhas, já houve, em diversos momentos, troca de prisioneiros

Abelhaweb
1º de abril de 2006

Reféns da guerra trágica

A possível reeleição do presidente Uribe e a continuidade de sua "guerra total" contra as guerrilhas deixam mais distante a troca humanitária de prisioneiros com as FARC

Maurice Lemoine
1º de abril de 2006

Londres, Bagdá

As conseqüências trágicas para os britânicos do alinhamento de Blair com o belicismo de Washington, apesar da grande oposição popular à guerra

Ignacio Ramonet
1º de agosto de 2005

As florescentes indústrias do medo permanente

A guerra contra o terrorismo fortalece um projeto de sociedade que ameaça as liberdades civis e é gerido pela colaboração sem limites de instituições públicas com poderes privados, que encontram na gestão do medo uma reserva durável de lucro

Denis Duclos
1º de agosto de 2005

Em busca do novo inimigo

Depois do 11 de setembro, os serviços de segurança europeus e americanos buscam um novo inimigo estratégico na figura difusa de um grupo terrorista islâmico – que se torna a grande ameaça aos valores da liberdade e da democracia

Laurent Bonelli
1º de abril de 2005

Um controle incontrolável

Em nome da urgência e da amplitude das “ameaças” que pesariam sobre a sociedade, a legislação antiterrorista sacrifica a liberdade individual e cria um estado de exceção

Laurent Bonelli
1º de abril de 2005

O espetáculo policial

Escândalos envolvendo terrorismo e pedofilia tomam conta da mídia. Acusada de conivência com os poderes e com o dinheiro, nada mais estimulante do que entrar em uma batalha contra a moralidade inevitavelmente decadente

Gilles Balbastre
1º de dezembro de 2004

O labirinto caucasiano

Por trás do pesadelo de Beslan, está a força mais importante da história moderna: o nacionalismo. O islamismo radical e suas novas e detestáveis formas de terrorismo são apenas instrumentos de várias lutas de libertação nacional

Ignacio Ramonet
1º de outubro de 2004

Guerra sem fim

Fragilizada por um jogo violento travado pelas grandes potências e pela manipulação das identidades nacionais, a estratégica região caucasiana vive uma sucessão de conflitos

Jean Radvanyi
1º de outubro de 2004

Na origem de um conceito

A idéia de choque de civilizações, freqüentemente retomada para explicar os conflitos entre ocidente e oriente, vê os mulçumanos como uma cultura petrificada

Alain Gresh
1º de setembro de 2004

A guerra de mil anos

Com a “guerra contra o terrorismo” e o “choque entre civilizações”, as divisões deixam de ser entre fortes e fracos, entre os opulentos e os deserdados e passem a ser entre “eles” e “nós”. Ou seja, a “luta de classes” dá lugar à bandeira da “luta contra o Outro”, um conflito eterno e sem solução

Alain Gresh
1º de setembro de 2004

Al-Qaida: grife ou organização?

De Nova Iorque a Riad, a al-Quaida parece onipresente com sua política de usar a marca: a organização-mãe define o conceito e oferece sua grife aos que a tomam emprestado

Olivier Roy
1º de setembro de 2004

O terrorismo anarquista e a Jihad

Como o trabalhador do século XIX, o muçulmano é, atualmente, considerado muitas vezes com uma mistura de medo e desprezo. E os EUA representam para o terrorista da Jihad o que o Estado burguês era para seu predecessor anarquista: o símbolo da arrogância e do poder

Rik Coolsaet
1º de setembro de 2004

Sob nova ocupação

Os Estados Unidos aumentam significativamente sua presença militar na África, com o mesmo pretexto de sempre – a guerra contra o terrorismo. Os reais interesses, evidentemente estão no petróleo e na localização estratégica de alguns países

Pierre Abramovici
1º de julho de 2004

Duas gerações de atentados suicidas

Concebido como método de guerra contra o ocupante israelense no Líbano, o atentado suicida surgiu em 1982, criado pelo Hezbollah xiita libanês. De lá para abril de 2000, de 16 passou-se a 39 atentados por ano, espalhados por mais de 34 países ou zonas de crise

Pierre Conesa
1º de junho de 2004

Do sonho imperial ao lamaçal iraquiano

O consenso em favor da guerra, fabricado pelo pavor pós 11 de setembro, transformou-se em profunda crise de legitimidade do poder norte-americano. Amplificam-se as críticas à política de Bush, e o futuro imperial dos Estados Unidos depende agora das eleições deste ano

Philip S.Golub
1º de junho de 2004

O cinismo global de Bush

A “guerra preventiva” no Iraque provocou a disseminação do terrorismo pelo mundo, mas um país que dá abrigo a uma lista de notórios terroristas nunca será alvo desta política: os Estados Unidos

Noam Chomsky
1º de maio de 2004

Espanha

A reação dos espanhóis diante da atrocidade dos atentados, das mentiras de Estado e sua revolta, expressa nas eleições, deram uma grande lição para os que apostaram que graças à hipnose da mídia, uma mentira a mais passaria sem qualquer problema

Ignacio Ramonet
1º de abril de 2004

Feridas abertas

Às vésperas da eleição presidencial, a Argélia enfrenta situação social tensa. Por um lado, aumenta a desigualdade e a miséria, resultado das reformas liberais. De outro, a apatia política e o desânimo toma conta do povo, marcado por anos de violência e terrorismo

Lyes Si Zoubir
1º de março de 2004

Resposta a um “Especialista”

Réplica do escritor à crítica do jornalista William Dalrymple a seu livro “Qui a tué Daniel Pearl?” sobre a morte do jornalista seqüestrado e posteriormente executado por islamitas em Karachi, publicado na edição de dezembro do ’Le Monde diplomatique’

Bernard-Henri Lévy
1º de fevereiro de 2004

A persistência nos erros

Resposta do jornalista, correspondente na Índia e no Paquistão há 17 anos e autor da crítica ao livro de Bernard-Henry Lévy sobre o assassinato de Daniel Pearl

William Dalrymple
1º de fevereiro de 2004

O terrorismo desterritorializado

Uma ação terrorista já não precisa de aviões, bombas ou camicazes: basta introduzir-se num sistema informático de valor estratégico, para paralisar os recursos econômicos, militares e políticos de um país ou de um continente, a um custo insignificante

Giovanna Borradori
1º de fevereiro de 2004

Longo caminho em busca de paz

Depois de vinte anos de guerra civil, os « Tigres » tâmeis acertam um cessar-fogo que permite abrir caminho para construir um Estado federalista, acordo que é rechaçado por dois terços dos cenegaleses, marcados pela violência dos atentados do LTTE

Cédric Gouverneur
1º de fevereiro de 2004

Assassinato em Karachi

Dois livros descrevem o bárbaro assassinato de Daniel Pearl. O de sua mulher, Mariane, sem ódio ou preconceito com o islamismo e o Paquistão homenageia o marido com generosidade e energia pacífica. O do filósofo francês Bernard-Henry Levy toma o rumo contrário e ainda apresenta-se repleto de imprecisões.

William Dalrymple
1º de dezembro de 2003

Terrorismo nuclear, mitos e realidades

A política de não-proliferação é essencial na luta contra a ameaça – real – do terrorismo nuclear. Se faz necessária uma nova política para o Oriente Médio e um maior combate ao tráfico, mas os esforços da Europa e dos EUA permanecem modestos

Georges Le Guelte
1º de outubro de 2003

Niilismo

O ataque que destruiu a sede das Nações Unidas demonstrou a limitação intelectual e o comportamento criminoso dos responsáveis pela ação, que podem ter provocado, com isso, o fortalecimento da posição norte-americana na região

Alain Gresh
1º de setembro de 2003

A síndrome de ilha sitiada

Em abril de 2003, enquanto o mundo conhecia as inaceitáveis penas pronunciadas em Havana contra opositores não-violentos, nos EUA, diante da indiferença da mídia internacional, eram confirmadas as duras condenações infligidas aos cinco agentes antiterroristas cubanos

Gianni Miná
1º de junho de 2003

Regressão democrática no País Basco

O fechamento do Batasuna, a vitrine política do ETA, e do único jornal diário escrito em basco rendem capital político para o PP, de Aznar, mas esta criminalização, que mistura nacionalismo com terrorismo, afasta o diálogo e reforça ainda mais os radicais do terror (Cronologia). Por Cedric Gouverneur, enviado especial

Cédric Gouverneur
1º de maio de 2003

A falsa retórica da classificação das armas

A distinção entre armas convencionais de destruição de massa é, do ponto de vista médico, odiosa e infundada. No atual contexto de conflitos assimétricos, armas de alta tecnologia matam como as convencionais, os embargos e as ações terroristas

Chantal Bismuth, Patrick Barriot
1º de maio de 2003

Crimes e mentiras de uma "guerra de libertação"

Depois de uma agressão criminosa, os iraquianos dizem sim à liberdade e ao Islã, e não à América e a Saddam. Mas os EUA têm planos de uma administração direta do Iraque e impõem uma hegemonia humilhante que deverá incentivar o terrorismo

Alain Gresh
1º de maio de 2003

A revanche dos juízes de Atenas

O processo repleto de irregularidades dos supostos membros do grupo terrorista 17-N inscreve-se no ambiente desta nova doutrina, em que a “defesa da democracia” justifica que se espezinhem os direitos elementares dos cidadãos

Gilles Perrault
1º de maio de 2003

Um quarto de século de ETA
1º de maio de 2003

Uma cruzada em família

Em 1995, o cidadão Daniel Pipes, hoje assessor de Bush, acusou os islamitas de terem perpetrado o mega-atentado de Oklahoma. Os atentados de 11 de setembro o transformariam em profeta. Seu pai já contribuíra para criar o “Império do Mal”

Dominique Vidal
1º de março de 2003

Antes da guerra

Não foi possível estabelecer qualquer tipo de vínculo entre Bagdá e as redes terroristas islâmicas. Conseqüentemente, a opinião pública mundial continua exigindo provas indiscutíveis que justifiquem a guerra contra o Iraque

Ignacio Ramonet
1º de fevereiro de 2003

Rumo a soluções catastróficas?

Por não considerar que os atentados-suicidas são uma forma de luta dos palestinos contra a ocupação e as agressões de seu exército, a tese da “transferência”, ou melhor, expulsão maciça dos palestinos ganha adeptos em Israel

Amira Hass
1º de fevereiro de 2003

Djibuti, uma base estratégica

Promovido ao status de grande base permanente norte-americana, dada a sua posição privilegiada, o pequeno estado do Djibuti passa agora a correr o risco de ser alvo de um atentado terrorista, mas ainda não recebeu nenhuma ajuda para a sua população

Philippe Leymarie
1º de fevereiro de 2003

Putin: liberado para agir

Aderindo ao discurso, liderado pelos Estados Unidos, da “guerra ao terrorismo”, o presidente russo, Vladimir Putin, acredita poder silenciar os críticos da guerra da Chechênia e já pensa até num ’boom’ econômico, em troca de petróleo

Nina Bachkatov
1º de dezembro de 2002

Chechênia ganha o palco e deixa dúvidas no ar

A ação de um comando checheno, que fez todos os espectadores de um teatro em Moscou de reféns, resultou na morte de 169 pessoas, voltando a chamar a atenção do mundo para uma guerra “esquecida”. Ficaram, porém, várias perguntas sem resposta

Denis Paillard
1º de dezembro de 2002

Cresce o peso militar na Indonésia

Facções islâmicas radicais vêm realizando uma série de atentados nas Filipinas e na Indonésia. A recente ação terrorista, que matou quase 200 pessoas em Bali, abalou o governo de Megawati Sukarnoputri, abrindo caminho para a volta dos generais

Sydney Jones
1º de novembro de 2002

O dinheiro da Al Qaida

Um ano após George W. Bush anunciar uma operação com o objetivo de desmantelar a “rede financeira do terrorismo internacional”, as investigações vêm esbarrando em revelações constrangedoras, envolvendo CIA, FBI etc., etc.

John K. Cooley
1º de novembro de 2002

As prioridades estratégicas dos EUA

A estratégia norte-americana apóia-se em três pontos – fortalecimento da capacidade militar, busca de novas fontes de petróleo e guerra contra o terrorismo – que se fundem num único objetivo: a supremacia e o domínio do mundo inteiro

Michael T. Klare
1º de novembro de 2002

Em busca de identidade

De dois anos para cá, a evolução do conflito entre israelenses e palestinos e os atentados-suicidas em Israel vêm angustiando boa parte dos judeus franceses. Além dessa, no entanto, há outras dúvidas: qual a essência do judaísmo num país europeu moderno?

Dominique Vidal, Sylvie Braibant
1º de agosto de 2002

Os contornos do Império americano

Três obras importantes, ricas e atuais, debatem a estratégia norte-americana pós-11 de setembro e o caos, ódio, fanatismo e barbárie das guerras contemporâneas

Paul-Marie de La Gorce
1º de junho de 2002

Por trás de Sílvio Berlusconi, os novos condottieri

No dia 23 de março, dois milhões de pessoas foram às ruas em Roma, na maior manifestação na Itália depois da Segunda Guerra Mundial. O protesto, além de repudiar o terrorismo, voltou as baterias contra a política do governo Berlusconi, que levou ao poder na Itália uma nova elite, que patrocinou a vampirização da política

Pierre Musso
1º de abril de 2002

Cronologia da guerra
Vicken Cheterian
1º de março de 2002

Uma guerra que não acaba

A operação “antiterrorista”, lançada em 1999, deveria terminar, segundo o governo russo, em março do ano seguinte, mas continua: a guerra de desgaste causou a morte de dezenas de milhares de civis, uma enorme destruição e despovoou a Chechênia

Vicken Cheterian
1º de março de 2002

Punir o crime ou a contestação?

Considera-se o aspecto não político da ação terrorista. Como o único elemento que distinguiria uma ação terrorista de uma ação de direito comum - a finalidade política da primeira - é ignorado, a definição de ação terrorista se torna impossível

John Brown
1º de fevereiro de 2002

Adeus às liberdades

Em nome da “guerra justa” contra o terrorismo, toda transgressão é permitida. Washington não hesitou em estabelecer alianças com dirigentes pouco recomendáveis: o general golpista Musharraf, do Paquistão, e o ditador Karimov, do Uzbequistão

Ignacio Ramonet
1º de janeiro de 2002

Rumo à remilitarização?

Apesar de se falar em terrorismo, tráfico de drogas etc., na verdade é a instabilidade política e econômica – que sempre serviu de pretexto para legitimar a intervenção norte-americana – que “reaparece como uma ameaça potencial à segurança da região”

Janette Habel
1º de janeiro de 2002

Al-Qaida, um histórico

Nas fitas que enviou à emissora Al Jazira, Osama bin Laden coloca-se diante de uma gruta, numa referência a Maomé expulso de Meca. Não ousa posar como Deus, mas identifica-se com o Profeta no exílio, ou com Saladino expulsando os cruzados

Pierre Conesa
1º de janeiro de 2002

Terrorismo, a arma dos poderosos

O terrorismo funciona. Mas não é o instrumento dos fracos. Lutar contra o terrorismo supõe o apoio à democracia e ao desenvolvimento econômico. Lutar contra o terrorismo implica em reduzir o grau do terror, e não em aumentá-lo

Noam Chomsky
1º de dezembro de 2001

A aposta política de Vladimir Putin

Em 22 de setembro, Vladimir Putin declarou que “a Rússia não tem escolha senão participar da coalizão contra o terrorismo”, porém não era o caso de comprometer tropas russas na operação comandada pelos Estados Unidos

Nina Bachkatov
1º de novembro de 2001

A vida pregressa de Ariel Sharon

Sharon simplesmente decidiu aproveitar uma oportunidade “de ouro”, quando os olhos do mundo inteiro estavam fixos em Nova York e em Washington, para fazer “reinar a ordem” em Jenine: 13 mortos e cerca de 200 feridos, alguns em estado grave

Amnon Kapeliouk
1º de novembro de 2001

A capitulação da ONU

Ao considerar os ataques de 11 de setembro “uma ameaça à paz e à segurança internacionais”, o Conselho de Segurança assume a confusão introduzida por George W. Bush e assina sua capitulação diante dos Estados Unidos

Monique Chemillier-Gendreau
1º de novembro de 2001

Uma guerra de religiões?

A utilização desordenada, como se fossem sinônimos, dos termos islã, fanatismo, terrorismo, fundamentalismo, integrismo e islamismo, suscita, no mínimo, a confusão; ou, na pior das hipóteses, um racismo antimuçulmano

Eric Rouleau
1º de novembro de 2001

Uma onda macartista nos EUA

O governo Bush elaborou um plano tripartite para erradicar o terrorismo: além da criação do Departamento de Defesa do Território e dos milhares de interrogatórios e detenções em curso, o Congresso acaba de aprovar dispositivos liberticidas

Michael Ratner
1º de novembro de 2001

As controvérsias de Washington

Em oposição à política de Bush, há uma corrente que tem por alvo o Iraque e outros países árabes, origem dos homens de Bin Laden e de outros grupos terroristas. É, portanto, no Oriente Médio que os Estados Unidos devem travar e ganhar essa guerra

Paul-Marie de La Gorce
1º de novembro de 2001

Viagem ao coração da guerrilha

Reportagem sobre as FARC, o grupo guerrilheiro mais antigo da América Latina: as relações entre os combatentes e o povo, as suspeitas de envolvimento com o narcotráfico, a escalada militar norte-americana, as saídas para pacificar um país onde lutar por justiça social pode ser sinônimo de estar condenado à morte

Maurice Lemoine
12 de abril de 2000

Três olhares sobre a Irlanda do Norte
Michel Savaric
12 de março de 2000

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