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» Os sentidos da rebelião francesa

» Os “coletes amarelos” e o fatalismo de certa esquerda

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» Morte na Economia do Algoritmo

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» Vianninha e Nelson Rodrigues vão ao cinema

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» O enigma dos “Coletes Amarelos”

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» Nas dívidas, o declínio do Ocidente

Rede Social


Edição francesa


» Les riches, terra incognita des statistiques

» Débats électoraux et exploration de l'avenir

» Le carnaval de l'investigation

» L'acheminement de l'électricité verte, alibi de la privatisation

» En Inde, l'expérience du revenu garanti a revitalisés les villages

» Une Amérique « plus gentille et plus tendre » sur les écrans de télévision

» Dans les bas-fonds de la campagne électorale de George H. W. Bush

» Du théâtre par gros temps

» Du soja pour le bétail

» En Amazonie, le bétail mange la forêt


Edição em inglês


» The anger of the ‘gilets jaunes'

» Will China dare challenge the UDHR?

» Sabine Cessou on Kenya's grand digital ambitions

» Who is listening to Chad?

» December: the longer view

» After Argentina: the G20's climate hypocrisy

» Trump's trade czar, the latest architect of imperial disaster

» ‘Listen only to me': inside Al-Sisi's Egypt

» Abizaid of Arabia

» Cameroon's colonial history


Edição portuguesa


» Edição de Dezembro de 2018

» A justiça social e os seus responsáveis

» Para Julian Assange

» Jantar de Apoio

» Economia Social e Solidária: outro modo de criar futuro sustentável

» Edição de Novembro de 2018

» «Eleitoralismo» e democracia sem povo

» Acalmia na Ásia

» Assinatura de 6 meses: só 18 €

» Edição de Outubro de 2018


Transportes

A revolução cultural dos motoboys

Um evento em São Paulo, um site inusitado e dois filmes ajudam a revelar a vida e cultura destes personagens de nossas metrópoles. Sempre oprimidos, por vezes violentos, eles vivem quase todos na periferia, são a própria metáfora do caos urbano e estão construindo uma cultura peculiar

Eleilson Leite
17 de maio de 2008

Uma vida absurda, aceita como natural

Cada novo aumento da produção automobilística é comemorado pela mídia. Compram-se automóveis em 99 prestações. Entupidas, as cidades param. Estaremos, como diz Paulo Mendes da Rocha, nos dedicando a aprimorar a máquina de produzir veneno que inventamos?

José Correa Leite
6 de maio de 2008

No trem das esperanças africanas

No continente esquecido, surge uma campanha internacional por um bem público estratégico. Movimentos do Senegal e Mali defendem a ferrovia que estimulou a independência dos países, promoveu sua integração e está sendo sucateada por um consórcio franco-norte-americano

Vincent Munié
12 de fevereiro de 2007

Os trabalhadores e o serviço público

Após um acidente de trem da companhia ferroviária Ouest-Etat, então recém-nacionalizada, diretor do jornal ’L’Humanité’, escreveu este artigo, em 19 de fevereiro de 19111 , que parecia antecipar o que viria quase um século depois

Jean Jaurès
1º de junho de 2004

Mera propaganda?

Vários corredores interessam diretamente aos Bálcãs, mas somente o X (Décimo), que liga a Alemanha à Grécia através da Croácia e da Sérvia, parece destinado a um desenvolvimento rápido

Jean-Arnault Dérens
1º de novembro de 2002

Um mundo totalmente digital?

A globalização impõe o totalmente técnico como cultura do cotidiano. Só que um universo assim racionalizado e informatizado pode não só acarretar sofrimento para os indivíduos, mas também constituir uma nova fonte de vulnerabilidade para a sociedade

Victor Scardigli
1º de outubro de 2002

Ser livre nas estradas da África

Um repórter atravessa, num velho Peugeot, dez mil quilômetros no Oeste do continente perdido. Uma experiência insólita e descobertas inesquecíveis

Chistian de Brie
1º de agosto de 2002

Os corredores de desenvolvimento

Apesar de seu desinteresse, a Hungria será o ponto de encontro dos planejados corredores de desenvolvimento europeus que podem integrar economicamente regiões da ex-Iuguslávia devastadas pela guerra e pelo atual marasmo econômico

Jean-Arnault Dérens
1º de agosto de 2002

Um plano de vôo para a aviação

O transporte aéreo é o que mais consome combustível. O desperdício do Concorde é gritante: gasta 25 mil litros de querosene/hora para transportar 100 passageiros, enquanto um Boeing 747-400 consome 12.788 litros para transportar até 569 pessoas

Philippe Bovet
1º de janeiro de 2002

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