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» Seis elementos da conjuntura brasileira

» Trump quer a guerra – e conquista o establishment

» Sob Temer, a grilagem volta sem freios

» Tiradentes, herói sem nenhum caráter?

» Como pulsa hoje nosso desejo de rua?

» França: a esquerda vive, quando não se rende

» A indispensável Reforma Política

» Quilombolas: a longa batalha pelo território

» Bem-vindo à escola do século 19

Rede Social


Edição francesa


» « What is Brexit ? »

» Payer en un clin d'œil

» Partager la chaîne

» Le prix de la Carpette anglaise

» Le vent nouveau de la Big Society

» Qui a peur du wolof ?

» Le candidat des médias

» Prisonniers de la mobilité

» La fabrique des indésirables

» « Tout le monde profite du libre-échange »


Edição em inglês


» Destabilizing the Middle East (yet more)

» Chinese songs of dignity

» A psychedelic spin on “national security”

» The age of grief

» France and Iran, two years after the nuclear deal

» Little big man

» America last

» Is Trump launching a new world order?

» Denmark, pushed to the edges

» Life in Hagadera


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2017

» Segurança na reforma começa no emprego

» Os anos loucos

» Colonialismo português: excepção ou barbárie?

» Os genes do euro e as vacas que não voam

» Agitação anti-sistema na Europa e nos Estados Unidos

» Crise e estagnação no labirinto

» Edição de Maio de 2017

» O desígnio de Marcelo

» O Estado profundo


Ucrânia

Kiev bate à porta da Europa

Parceira comercial destacada do "velho continente" e rota de passagem dos gasodutos que o abastecem, a Ucrânia vê adiado seu pedido para ingressar na UE. Por um lado, pesa a lentidão para modernizar o país; por outro, as próprias incertezas sobre o futuro do projeto europeu

Mathilde Goanec
24 de junho de 2008

O que está em jogo no xadrez ucraniano

Os projetos eurasianos de Putin, sua retomada dos programas de armamento nuclear, o reexame das privatizações “ilegais” dos anos 1990 são sinais do vigor da Rússia e de sua “capacidade de prejudicar”, diante do qual a revolução laranja da estratégica Ucrânia, irrigada de dólares norte-americanos, veio bem a calhar

Jean-Marie Chauvier
1º de janeiro de 2005

Na sombra das “revoluções espontâneas”

O que fazer diante de multidões tão bem organizadas e mesmo inovadoras? Nada. Mas o estilo das revoluções pacíficas ocorridas em Belgrado, Geórgia e Ucrânia tem por trás ONGs e dólares norte-americanos, reeditando o antagonismo da guerra fria

Laurent Rouy, Régis Genté
1º de janeiro de 2005

A revolução traída por dentro

Livros dedicados à vida do militante anarquista ucraniano Nestor Makno e às experiências revolucionárias do povo espanhol, durante sua efêmera República, revelam o que as derrotas de ambos têm em comum

Jean-Jacques Gandini
1º de julho de 2003

A integração desintegradora

No posto fronteiriço de Medyka, sudoeste da Polônia, 300 metros separam os aduaneiros poloneses de seus colegas ucranianos. Nessa manhã, chove torrencialmente e faz frio, mas centenas de ucranianos se espremem numa fila enquanto aguardam sua vez

Guy-Pierre Chomette
1º de março de 2003

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