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Uma iniciativa


» Ainda se encarcera crianças, no século 21?

» Teremos coragem para a revolução?

» Sérgio perdeu um olho. Os juízes, a dignidade

» Colômbia, cavalo de Tróia na América Latina?

» Boaventura: em busca de Outros Iluminismos

» Boaventura: em busca de Outros Iluminismos

» Crise civilizatória: que esperar do G-20?

» Por que o “mercado” flerta com Bolsonaro

» Argentina: as garotas que desafiam o patriarcado

» Como as mulheres argentinas venceram

Rede Social


Edição francesa


» La rédemption de la « race ouvrière » vue par Emile Zola

» Quand le patronat français impose sa refondation sociale

» Internet, terrain de jeu pour les publicitaires

» Microsoft, monopole du prochain siècle

» Au pays des sans-terre

» Aux racines du nationalisme américain

» La troisième génération ouvrière

» Les chômeurs desserrent l'étau

» Relever les minima sociaux, une exigence économique

» Crise, chômage et racisme au miroir de l'histoire


Edição em inglês


» Welcome to North Macedonia

» Special Report: World Cup 2018

» American wars and self-decline

» Infinite War

» Confidentiality Policy

» Change in Eastern Europe?

» The lie of the land

» A search for roots and connections

» Trump's EU doormats

» After the factory gates shut


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2018

» Assalto ao trabalho e às pensões

» Lambe-botas de Washington

» Jerusalém: o erro crasso do presidente americano

» Edição de Maio de 2018

» Direitos, não incentivos

» Maio, uma esperança de oceano

» Cuba quer o mercado… sem capitalismo

» Como assinar o Le Monde diplomatique - edição portuguesa

» O duplo desafio da esquerda brasileira


Ucrânia

Kiev bate à porta da Europa

Parceira comercial destacada do "velho continente" e rota de passagem dos gasodutos que o abastecem, a Ucrânia vê adiado seu pedido para ingressar na UE. Por um lado, pesa a lentidão para modernizar o país; por outro, as próprias incertezas sobre o futuro do projeto europeu

Mathilde Goanec
24 de junho de 2008

O que está em jogo no xadrez ucraniano

Os projetos eurasianos de Putin, sua retomada dos programas de armamento nuclear, o reexame das privatizações “ilegais” dos anos 1990 são sinais do vigor da Rússia e de sua “capacidade de prejudicar”, diante do qual a revolução laranja da estratégica Ucrânia, irrigada de dólares norte-americanos, veio bem a calhar

Jean-Marie Chauvier
1º de janeiro de 2005

Na sombra das “revoluções espontâneas”

O que fazer diante de multidões tão bem organizadas e mesmo inovadoras? Nada. Mas o estilo das revoluções pacíficas ocorridas em Belgrado, Geórgia e Ucrânia tem por trás ONGs e dólares norte-americanos, reeditando o antagonismo da guerra fria

Laurent Rouy, Régis Genté
1º de janeiro de 2005

A revolução traída por dentro

Livros dedicados à vida do militante anarquista ucraniano Nestor Makno e às experiências revolucionárias do povo espanhol, durante sua efêmera República, revelam o que as derrotas de ambos têm em comum

Jean-Jacques Gandini
1º de julho de 2003

A integração desintegradora

No posto fronteiriço de Medyka, sudoeste da Polônia, 300 metros separam os aduaneiros poloneses de seus colegas ucranianos. Nessa manhã, chove torrencialmente e faz frio, mas centenas de ucranianos se espremem numa fila enquanto aguardam sua vez

Guy-Pierre Chomette
1º de março de 2003

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