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Uma iniciativa


» Como dialogar — de verdade — com quem vota num fascista

» No Alerta de Ipanema, retratos do fascismo quotidiano

» O cinema e as lições da história

» Vídeo: Garantir o segundo turno. E depois?

» Crônica de uma eleição bizarra

» O ódio, o voto e a pulsão de morte

» “Cada um de vocês é Bolsonaro”

» Reflexões à beira do segundo turno

» O Pré-Sal e o desenho do golpe

» Polêmica: duas formas do mesmo poder

Rede Social


Edição francesa


» Quand l'Islande vote contre les banquiers

» Le dissensus de Washington

» Un « consensus de Berlin » imposé à l'Europe

» Ces mathématiciens qui font de l'or avec du plomb

» Hippocrate ou Harpagon ?

» Imposture du capitalisme moral

» Les capitales du capital

» La base de Diego-Garcia, sur la route des pétroliers et des cargos

» Le dilemme des archives

» Un pays criblé de balles


Edição em inglês


» October: the longer view

» A letter to Elizabeth Warren

» Netanyahu's flirtation with the far right

» Paul Mason: two years on, it's still two fingers to the elites

» Hating Muslims in the age of Trump

» Trump's reality-TV trade deal

» The October war: who was Ashraf Marwan?

» NATO goes on growing

» The royal touch

» Unsung anniversary of the Union for the Mediterranean


Edição portuguesa


» Edição de Outubro de 2018

» A crise da regulação

» Da democracia na América

» Edição de Setembro de 2018

» Trabalho e civilização

» Liberais contra populistas, uma clivagem enganadora

» Por quem o sininho dobra no Eurogrupo?

» Uma aliança das civilizações

» Dirigir a ONU, um trabalho estranho

» Liquidação florestal em França


Ucrânia

Kiev bate à porta da Europa

Parceira comercial destacada do "velho continente" e rota de passagem dos gasodutos que o abastecem, a Ucrânia vê adiado seu pedido para ingressar na UE. Por um lado, pesa a lentidão para modernizar o país; por outro, as próprias incertezas sobre o futuro do projeto europeu

Mathilde Goanec
24 de junho de 2008

O que está em jogo no xadrez ucraniano

Os projetos eurasianos de Putin, sua retomada dos programas de armamento nuclear, o reexame das privatizações “ilegais” dos anos 1990 são sinais do vigor da Rússia e de sua “capacidade de prejudicar”, diante do qual a revolução laranja da estratégica Ucrânia, irrigada de dólares norte-americanos, veio bem a calhar

Jean-Marie Chauvier
1º de janeiro de 2005

Na sombra das “revoluções espontâneas”

O que fazer diante de multidões tão bem organizadas e mesmo inovadoras? Nada. Mas o estilo das revoluções pacíficas ocorridas em Belgrado, Geórgia e Ucrânia tem por trás ONGs e dólares norte-americanos, reeditando o antagonismo da guerra fria

Laurent Rouy, Régis Genté
1º de janeiro de 2005

A revolução traída por dentro

Livros dedicados à vida do militante anarquista ucraniano Nestor Makno e às experiências revolucionárias do povo espanhol, durante sua efêmera República, revelam o que as derrotas de ambos têm em comum

Jean-Jacques Gandini
1º de julho de 2003

A integração desintegradora

No posto fronteiriço de Medyka, sudoeste da Polônia, 300 metros separam os aduaneiros poloneses de seus colegas ucranianos. Nessa manhã, chove torrencialmente e faz frio, mas centenas de ucranianos se espremem numa fila enquanto aguardam sua vez

Guy-Pierre Chomette
1º de março de 2003

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