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Edição francesa


» Gramsci, un rayonnement planétaire

» L'ENA tentée par la philosophie des affaires

» Éloge du rire sardonique

» L'abstention gagne les classes moyennes

» Qui veut encore financer la presse ?

» L'unité de l'Algérie

» Créatrices et minotaures

» Absence d'enquêtes et bagarres de plateau, les recettes de l'information en continu

» Vive le « risque systémique » !

» Les transformations de l'économie continentale


Edição em inglês


» April: the longer view

» Africa's oil-rich national parks

» Montenegro's path to independence

» Japan's bureaucrats feel the pain

» Who's who in North Africa

» Being Kabyle in France

» Who wins in Chile's new constitution?

» Senegal's five days of anger

» Threat to Africa's parks

» Montenegro's ragged coalition


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

» Edição de Março de 2021

» Acertar nas fracturas


Vigilância sobre as Sociedades

Quem nos protegerá daqueles que nos protegem?

Em nome das exigências de uma pretensa segurança ainda não justificada, os gestores das propriedades privadas de massa convocam os indivíduos que as freqüentam a respeitar regulamentos muitas vezes liberticidas, armando-se de profissionais encarregados de vigiá-los de perto

Martin Mongin
14 de janeiro de 2008

Hollywood vê o pós-11 de setembro

Surpresa: ao contrário do que ocorreu durante a II Guerra, o cinema norte-americano não enxerga o "combate ao terrorismo" por um único ângulo

Civan Gürel , Jean-Marc Genuite, Mehdi Derfoufi
11 de outubro de 2006

As florescentes indústrias do medo permanente

A guerra contra o terrorismo fortalece um projeto de sociedade que ameaça as liberdades civis e é gerido pela colaboração sem limites de instituições públicas com poderes privados, que encontram na gestão do medo uma reserva durável de lucro

Denis Duclos
1º de agosto de 2005

Um controle incontrolável

Em nome da urgência e da amplitude das “ameaças” que pesariam sobre a sociedade, a legislação antiterrorista sacrifica a liberdade individual e cria um estado de exceção

Laurent Bonelli
1º de abril de 2005

Quem tem medo do Big Brother?

O controle social não é mais visto como relação política de dominação e sim como elemento necessário e bem aceito por cidadãos que a ele se submetem voluntariamente

Denis Duclos
1º de agosto de 2004

Antiterrorismo

Em nome da ?segurança? e seguindo o exemplo dado por Washington, vários governos dos países ditos democráticos adotam medidas que restringem as liberdades civis, abrindo caminho para os regimes mais repressivos endurecerem ainda mais

Ignacio Ramonet
1º de março de 2004

Leis “patrióticas”

Mais de mil muçulmanos originários de países árabes e do Sudeste Asiático residentes nos EUA foram vítimas das medidas liberticidas adotadas pelo governo Bush, permitindo prever o que poderá ser feito amanhã contra cidadãos norte-americanos

Augusta Conchiglia
1º de janeiro de 2004

Vigilância absoluta

Qualquer pessoa que viajar para os Estados Unidos terá suas informações de caráter pessoal entregues à polícia de imigração norte-americana, com particular atenção para com os latino-americanos, muçulmanos e oriundos do Oriente Médio

Ignacio Ramonet
1º de agosto de 2003

Os demolidores de liberdades

Um ano e meio após o temível ’Patriot Act’, o ’Domestic Security Enhancement Act’ é um projeto que fala por si mesmo: entre outros absurdos, exige o registro do DNA de estrangeiros suspeitos de delitos e de cidadãos norte-americanos suspeitos de terrorismo

Philippe Rivière
1º de março de 2003

Os tentáculos da segurança digital

O Sistema de Informações da União Européia é assustador. Mas os governos querem mais: pretendem integrar ao arquivo central do banco de dados fotografias, impressões digitais, impressões de DNA e dados biométricos de “estrangeiros indesejáveis”

Jelle Van Buuren
1º de março de 2003

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