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Uma iniciativa


» Como derrotar a “direita Trump-Bolsonaro”

» As pedras da contracultura (ainda) rolam

» Corporações: já vivemos uma distopia…

» Olhai a nova geração de ativistas

» Rússia e China: fim do mundo unipolar?

» Está aberta a nova temporada de privatizações

» Direito à privacidade e o cinismo de Moro

» Boaventura: o avanço da direita e a causa oculta

» Fiori: Danação da História e disputa pelo futuro

» O sinistro lobby sionista

Rede Social


Edição francesa


» Les pompiers pyromanes de l'antisémitisme

» Menace iranienne, menace sur l'Iran

» Comme si l'école était une entreprise…

» Voyage au bout de la peur avec les clandestins du Sahel

» Chanter le devenir du monde

» A qui profite Paris ?

» Quand la ville se perd dans une métamorphose planétaire

» M. Jesse Jackson et l'ouverture du Parti démocrate

» Les aspirations des citoyens dans une structure étatique taillée sur mesure

» Comment la finance a tué Moulinex


Edição em inglês


» The Spaniards who liberated Paris

» Fighting for communication control

» June: the longer view

» Niger, a migration crossroads

» Niger, a migration crossroads

» Whatever happened to Bob Woodward?

» Europe in space

» The Corbyn controversy

» The invisible people

» Agadez, city of migrants


Edição portuguesa


» Edição de Junho de 2019

» As pertenças colectivas e as suas conquistas

» A arte da provocação

» 20 Anos | 20% desconto

» EUROPA: As CaUsas das Esquerdas

» Edição de Maio de 2019

» Os professores no muro europeu

» Chernobil mediático

» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas


maio 2000


Dominar corações e mentes

Com um passado genocida, escravagista, expansionista e colonialista, os Estados Unidos da América do Norte, talvez cansados de sua excessiva brutalidade, aspiram agora a se instalar pacificamente em nossos cérebros e seduzir nossos corações


Ignacio Ramonet

Um mundo norte-americano
Ignacio Ramonet

A nova bíblia de Tio Sam

Os efeitos da nova vulgata são tão poderosos e perniciosos que ela é veiculada não apenas pelos partidários do neoliberalismo, mas por produtores culturais e militantes de esquerda que, em sua maioria, ainda se consideram progressistas


Loïc Wacquant, Pierre Bourdieu

A resistível ascensão de Ronald McDonald

A frivolidade do fast-food contrói-se contra a majestade da haute cuisine. Cada um serve o discurso simbólico do outro, e graças a eles a França e os Estados Unidos apresentam-se assim ao mundo


Rick Fantasia

O imperialismo da virtude

A estratégia de dominação econômica dos Estados Unidos é revestida de uma aparência virtuosa, sustentada por instituições filantópicas. A hegemonia imperialista inclui a formação das elites intelectuais do mundo subdesenvolvido em universidades norte-americanas


Bryant Garth, Yves Dezalay

Fascinantes business schools

Após os anos 50, as business schools tornaram-se um produto de exportação. A luta hoje é para que a missão pedagógica não seja abandonada às empresas e para que a escola favoreça o espírito crítico


Ibrahim Warde

A palavra supérflua

Quando o resto do mundo se assemelha aos Estados Unidos, a "exceção americana" deixa de ser excepcional e os que ainda não foram seduzidos pela nova corrente são tachados de "antiamericanismo"


Serge Halimi

Filo-americanos à beira de um ataque de nervos

Este artigo expõe ironicamente os pontos de vista de alguns intelectuais, defensores francamente entusiásticos dos Estados Unidos, a ponto de comparar a crítica francesa à hegemonia norte-americana como uma vitória do comunismo


Serge Halimi

A língua "dolarizada"

Aquilo que em qualquer outro país, não passaria de servilismo lingüístico voluntário, ganha imediatamente, na França, a dimensão de um casus belli. Defender o direito de se exprimir na sua própria língua equivale a um ato de agressão contra os Estados Unidos


Bernard Cassen

O susto

Rumo a um novo crack?

A economia norte-americana sofreu uma reestruturação fundamental. Computadores e telecomunicações contribuem para um terço desse crescimento. Da Internet à televisão, novas empresas surgem da noite para o dia para tirar proveito das tecnologias de vanguarda


Akram B. Ellyas, Marc Laimé

O romance do fim do mundo

Cada indivíduo deveria sentir-se parte integrante de um grupo estreitamente definido, e só em seguida definir-se pela sua profissão, pela sua comunidade, como cidadão de uma nação ou do mundo. É fundamental lutar contra a noção de cidadania


Susan George

Os escravos do telemarketing

O slogan de uma central de atendimento resume de forma clara a vida dos operadores: "A seu serviço sete dias por semana, 24 horas por dia: espírito dinâmico, polivalência, facilidade de adaptação, nunca doente, sem atrasos e... sobretudo nada de férias"


Gilles Balbastre

Por uma economia plural

O interesse individual exprime-se no mercado, cuja sanção é o lucro. O mercado, contudo, não pode assegurar as duas funções para as quais não foi concebido: a reprodução dos recursos humanos e dos recursos naturais


René Passet

O duro caminhoda independência

Foram 25 anos de feroz repressão. Resultado: toda uma geração dizimada, uma outra assimilada pelos indonésios na lei ou na marra e o país mantido no subdesenvolvimento e no analfabetismo


Roland-Pierre Paringaux

À sombra de um tribunal internacional

A diretora do departamento de Direitos Humanos teme que "mais uma vez sejam os executantes a serem julgados, e não os mandantes desses crimes". Ou seja, que a justiça se interesse mais pelos milicianos timorenses que pelos generais indonésios


Roland-Pierre Paringaux

Radicalismo de fachada

Ao enfrentar pela primeira vez uma oposição, o presidente Robert Mugabe joga pesado para conservar o poder, atacando alguns milhares de fazendeiros brancos. Mas essa estratégia poderá desestabilizar o país


Christophe Wargny

A batalha de Londres

Uma enfermeira perguntou ao primeiro-ministro como pretendia modernizar os serviços públicos de saúde, transporte e educação. O sorriso estudado de Blair transformou-se num esgar e, mal contendo sua raiva, replicou que as palavras "desta senhora" eram apenas "tolices"


Philippe Marlière

A história esquecida da autonomia cultural

Balcãs, Irlanda do Norte, País Basco, Cáucaso, Indonésia etc. Cada vez mais os conflitos que caracterizam o período atual dizem respeito à questão das minorias e de seus direitos. A autonomia pessoal pode ser um modelo bastante rico no futuro


Yves Plasseraud

Da Hungria a Chiapas

O texto da lei húngara prevê a combinação de uma autonomia cultural em base territorial (onde a minoria representa pelo menos 5% da população local) com uma autonomia cultural comunitária, no caso de a minoria se encontrar dispersa


Yves Plasseraud

Um luto subversivo na Tunísia

A tristeza de todo o país, após a morte do homem que conduziu o processo de independência em 1956, contrastou com a atitude do poder, que usou todos os recursos para manter os cidadãos distantes do "funeral nacional"


Kamel Labidi

A tentação perigosa dos exames de DNA

Bancos de DNA, matéria-prima para pesquisas genéticas que buscam a cura para doenças como câncer e diabetes, recebem doações de milhares de pacientes que não sabem que seus genes estão sendo negociados e se tornando exclusividade de algumas empresas


Pedro Lima

O lucro comanda os bancos de genes

Os diagnósticos genéticos trazem benefícios importantíssimos à saúde, mas correm o risco de constituir uma violação da privacidade e servir de instrumento de discriminação para os portadores de determinadas características genéticas


Dorothé Benoit Browaeys , Jean-Claude Guillebaud, Jean-Claude Kaplan

A estranha ética dos jornalistas

Tendo internalizado a lógica do capitalismo, a maior parte dos profissionais da imprensa adere livremente às suas exigências. Agem de forma orquestrada sem necessidade de se orquestrarem. Sua identidade de inspiração torna desnecessária a conspiração


Alain Accardo

Hollywood contra a diversidade cultural

UGC, Gaumont e Pathé são ao mesmo tempo produtoras, distribuidoras e donas de salas de exibição. Juntaram-se a elas a belga Bert, a norte-americana AMC e a australiana Village Road Show. A diversidade de nacionalidades infelizmente não se traduz por uma diversidade cultural


Carlos Pardo

Woody Allen e as mulheres

A base do discurso cinematográfico de Woody Allen não é senão a da neurose do protagonista masculino (geralmente interpretado por ele próprio), que na verdade é "um inocente" mais digno de pena do que aqueles e aquelas que o rodeiam


Alain Brassart

A reinvenção do teatro político

Um violino, uma mulher sentada numa cadeira, silêncio. Yolanda Mukagasana depõe sobre o martírio de seu povo: "Contarei, todo o dia, o que eu vi. Quem não quiser escutar, será cúmplice."


Sylviane Bernard

Um tal de Stalin Martínez

O dentista Martínez está de mau humor. Seu querido e velho ventilador entregou os pontos, de noite. E tudo leva a crer que sua mulher Idalys, dançarina do Tropicana e que ele tanto ama, o está enganando com um motorista de táxi


Françoise Barthélemy

Quando o próprio nome fere

Forçado ao exílio em 1974 pela junta militar, Farah só pode rever seu país, destruído, vinte anos mais tarde. O pano de fundo desta bela trilogia é, como diz o autor, a nação órfã. Uma Somália pós-ditadura que não deve nada aos clichés da CNN


Abdurahman A. Waberi

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