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» Pós-capitalismo na era do algoritmo (1)

» Uma “potência acorrentada”

» Sobre jeans, trabalho insano e folia

» A política como arte do impossível

» O enigma da sobrevivência neoliberal

» Violência policial: o problema não está nos soldados

» Eleições na Bolívia: o que está em jogo?

» Chomsky mergulha na estratégia de Trump

» Chico: “A democracia só sobreviverá se reinventada”

» A mágica fajuta para sair da crise

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» La résistance de George Orwell

» Mémoires et malmémoires

» Keynes, ou l'esprit de responsabilité

» Un milliardaire à l'assaut de la Maison Blanche

» Comment les sociétés multinationales du textile renforcent leur emprise sur le marché mondial

» À la recherche des « disparus » d'Algérie

» Keynes n'était pas keynésien

» Planète des sites « en péril »

» Rebelle à Big Brother

» Solariser l'Elysée


Edição em inglês


» July: the longer view

» An interview with Franco ‘Bifo' Berardi

» Learning the lessons of the Arab Spring

» May 2019 parliamentary election

» A religious map of India

» Universal access to care

» Benin's fight against tuberculosis

» Towards an equal and healthy Africa

» Ivorians mobilise against AIDS

» Health for all, a global challenge


Edição portuguesa


» Edição de Julho de 2019

» Inconsistências (ou o sono da razão?)

» Comércio livre ou ecologia!

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» As pertenças colectivas e as suas conquistas

» A arte da provocação

» 20 Anos | 20% desconto

» EUROPA: As CaUsas das Esquerdas

» Edição de Maio de 2019

» Os professores no muro europeu


novembro 2000


A espiral

Sentindo-se depositário do voto de uma parte de seu povo, Ehud Barak quer manter Jerusalém como "eterna capital" de Israel; Arafat considera-se investido, pelos povos muçulmanos, do dever de manter os lugares sagrados do Islã sob proteção árabe


Ignacio Ramonet

A aposta perdida de Yasser Arafat

As quimeras de "um grande Israel" ou de uma Palestina reunificada pertencem a um passado distante, e não passam do privilégio de minorias de ambos os lados, cuja visibilidade cresce proporcionalmente à violência das crises


Eric Rouleau

Jerusalém, o centro da discórdia

Se o general Ariel Sharon só pretendesse criar problemas ao primeiro-ministro israelense após o fracasso da reunião de Camp David, por que então Barak, ao invés de o repreender, deu-lhe uma proteção de mil policiais para ir à Esplanada das Mesquitas?


Mohamed Sid-Ahmed

De al-Aksa ao pogrom de Nazaré

O governo de Ehud Barak acobertou o comportamento das forças de segurança — dez mortos e centenas de feridos em três dias — sob o pretexto de que os manifestantes, em certos locais, bloquearam as estradas principais


Joseph Algazy

Sangue pela paz

A manifestação provocou seis mortos e dezenas de feridos. Dezoito deles, de 8 a 16 anos de idade; e quatorze, de 16 a 20 anos. A imprensa denuncia quem "manda as crianças protestarem e ficam em casa". Essa manifestação deu-se na Palestina... mas em 1945. Os sionistas ocuparam as ruas e foi a imprensa inglesa que os denunciou (citado por Charles Enderlin, Paz ou Guerras. Os segredos das negociações árabe-israelenses, 1917-1997, ed. Stock, Paris, 1997). Cinqüenta anos depois, a volta desse tipo de argumento provoca a indignação de um médico, defensor convicto da paz. Seu grito de cólera deve ser ouvido.


Eyyad El-Sarraj

O pior cego é o que...

A organização israelense de direitos humanos Betselem divulgou um relatório que confirma que as informações dos porta-vozes militares e civis, em geral relativamente confiáveis, desta vez se fazem acompanhar por imprecisões, mentiras e omissões


Amira Hass

Diário de um campo de refugiados

"Se Barak quiser realmente saber se a intifada vai continuar ou não, ele deveria falar com as mulheres palestinas, em vez de ameaçar Arafat. Será que Barak já tentou saber por que, desta vez, as mulheres estão longe das linhas de combate?"


Mouna Hamzeh-Muhaisen

Jerusalém, mitos e realidades

Como todo o mito, o da "Jerusalém libertada" tem raízes longínquas. Traduz o vínculo, de dois mil anos, que une os judeus a Sion, uma das colinas que simbolizam Jerusalém — uma Jerusalém única, para os judeus


Marius Schattner

Dez anos do "Processo de paz"

Mas por que emigram?

Com a globalização, seria possível continuar pensando a imigração como se fosse uma dinâmica independente de outros setores, como se seu "tratamento" ainda dependesse exclusivamente de uma soberania nacional unilateral?


Saskia Sassen

A volta do oportunismo migratório

Do pós guerra até os anos 70, a economia francesa importou mão-de-obra. Nas décadas de 80 e 90, a situação se inverte e há um clima xenófobo. Finalmente, no limiar do novo milênio, fala-se de novo na imigração, mas de forma utilitarista e pragmática


Alain Morice

Nas cozinhas do Vieux-Port

Abdou trabalha no mercado "informal", até 15 horas por dia, fazendo manutenção, lavando louça, limpeza etc. Termina às 2 horas da manhã, quando já não há transporte coletivo. Os 200 francos que seu patrão lhe dá (em espécie) não permitem tomar um táxi


Dominique Carpentier

Pokemon, uma paixão infantil

O sucesso do Pokemon é orquestrado por um marketing abusivo e por sub-produtos a cada dia mais numerosos, com o objetivo de propor às crianças um produto não acabado: uma espécie de kit a ser construído por elas


Serge Tisseron

Jogos perigosos

Em 1977, para compensar a falta de competitividade de suas empresas nos mercados estrangeiros, o governo francês autorizou a prática da corrupção, oficialmente denominada "comissão", desde que a quantia envolvida fosse paga a um funcionário estrangeiro


Pierre Abramovici

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