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Uma iniciativa


» 11 de agosto de 2020

» Na cozinha, convite à imaginação pós-capitalista

» Por um Programa de Salvação Nacional

» A nova fase do poder imperial na América Latina

» 10 de agosto de 2020

» O trabalho feminino gratuito enfrenta a pandemia

» Fala um líder da República de Paraisópolis

» Não vale enfrentar Bolsonaro e esquecer neoliberalismo

» Quem ganha com a explosão de Beirute

» 7 de agostos de 2020

Rede Social


Edição francesa


» Victor Hugo peintre

» La mémoire meurtrie de Mahabad

» L'hostilité et la haine, ici, chaque jour...

» Contestation sonore en Angola

» Contre la concurrence, l'émulation

» Fascination pour les pôles

» Ignorance toxique

» L'Etat utopique ou la haine de l'histoire

» Tunisie : du protectorat à l'autonomie interne

» Algérie : Les réformes de 1947 et l'intégration


Edição em inglês


» Violence spreads in Nigeria

» US-Iran: an election showdown?

» August: the longer view

» Hagia Sophia in Turkey's culture wars

» Pilgrimage routes

» Bolivia's shrinking glaciers

» It's the healthcare system, stupid

» The Twenty Years' war

» Government by the worst

» The eternal Johann Sebastian


Edição portuguesa


» Edição de Agosto de 2020

» Prisioneiros do paradigma

» A guerra dos vinte anos?

» Offshores: paraíso para alguns, inferno para todos

» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago


novembro 2000


A espiral

Sentindo-se depositário do voto de uma parte de seu povo, Ehud Barak quer manter Jerusalém como "eterna capital" de Israel; Arafat considera-se investido, pelos povos muçulmanos, do dever de manter os lugares sagrados do Islã sob proteção árabe


Ignacio Ramonet

A aposta perdida de Yasser Arafat

As quimeras de "um grande Israel" ou de uma Palestina reunificada pertencem a um passado distante, e não passam do privilégio de minorias de ambos os lados, cuja visibilidade cresce proporcionalmente à violência das crises


Eric Rouleau

Jerusalém, o centro da discórdia

Se o general Ariel Sharon só pretendesse criar problemas ao primeiro-ministro israelense após o fracasso da reunião de Camp David, por que então Barak, ao invés de o repreender, deu-lhe uma proteção de mil policiais para ir à Esplanada das Mesquitas?


Mohamed Sid-Ahmed

De al-Aksa ao pogrom de Nazaré

O governo de Ehud Barak acobertou o comportamento das forças de segurança — dez mortos e centenas de feridos em três dias — sob o pretexto de que os manifestantes, em certos locais, bloquearam as estradas principais


Joseph Algazy

Sangue pela paz

A manifestação provocou seis mortos e dezenas de feridos. Dezoito deles, de 8 a 16 anos de idade; e quatorze, de 16 a 20 anos. A imprensa denuncia quem "manda as crianças protestarem e ficam em casa". Essa manifestação deu-se na Palestina... mas em 1945. Os sionistas ocuparam as ruas e foi a imprensa inglesa que os denunciou (citado por Charles Enderlin, Paz ou Guerras. Os segredos das negociações árabe-israelenses, 1917-1997, ed. Stock, Paris, 1997). Cinqüenta anos depois, a volta desse tipo de argumento provoca a indignação de um médico, defensor convicto da paz. Seu grito de cólera deve ser ouvido.


Eyyad El-Sarraj

O pior cego é o que...

A organização israelense de direitos humanos Betselem divulgou um relatório que confirma que as informações dos porta-vozes militares e civis, em geral relativamente confiáveis, desta vez se fazem acompanhar por imprecisões, mentiras e omissões


Amira Hass

Diário de um campo de refugiados

"Se Barak quiser realmente saber se a intifada vai continuar ou não, ele deveria falar com as mulheres palestinas, em vez de ameaçar Arafat. Será que Barak já tentou saber por que, desta vez, as mulheres estão longe das linhas de combate?"


Mouna Hamzeh-Muhaisen

Jerusalém, mitos e realidades

Como todo o mito, o da "Jerusalém libertada" tem raízes longínquas. Traduz o vínculo, de dois mil anos, que une os judeus a Sion, uma das colinas que simbolizam Jerusalém — uma Jerusalém única, para os judeus


Marius Schattner

Dez anos do "Processo de paz"

Mas por que emigram?

Com a globalização, seria possível continuar pensando a imigração como se fosse uma dinâmica independente de outros setores, como se seu "tratamento" ainda dependesse exclusivamente de uma soberania nacional unilateral?


Saskia Sassen

A volta do oportunismo migratório

Do pós guerra até os anos 70, a economia francesa importou mão-de-obra. Nas décadas de 80 e 90, a situação se inverte e há um clima xenófobo. Finalmente, no limiar do novo milênio, fala-se de novo na imigração, mas de forma utilitarista e pragmática


Alain Morice

Nas cozinhas do Vieux-Port

Abdou trabalha no mercado "informal", até 15 horas por dia, fazendo manutenção, lavando louça, limpeza etc. Termina às 2 horas da manhã, quando já não há transporte coletivo. Os 200 francos que seu patrão lhe dá (em espécie) não permitem tomar um táxi


Dominique Carpentier

Pokemon, uma paixão infantil

O sucesso do Pokemon é orquestrado por um marketing abusivo e por sub-produtos a cada dia mais numerosos, com o objetivo de propor às crianças um produto não acabado: uma espécie de kit a ser construído por elas


Serge Tisseron

Jogos perigosos

Em 1977, para compensar a falta de competitividade de suas empresas nos mercados estrangeiros, o governo francês autorizou a prática da corrupção, oficialmente denominada "comissão", desde que a quantia envolvida fosse paga a um funcionário estrangeiro


Pierre Abramovici

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