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Uma iniciativa


» Quando cientistas sociais assistem a Game of Thrones

» EUA x China: o que pode tirar o sono de Trump

» Como construir uma internet sem violência?

» A independência radical de Luiz Rosemberg Filho

» Uber: assim começam as greves do futuro

» O conto de fadas de Paulo Guedes

» Direita europeia: tudo, menos antissistema

» Como a “mão invisível” — e Paulo Guedes — nos afundam

» Julian Assange desaparecerá para sempre?

» “Austeridade”, Paulo Guedes e o verdadeiro fundo do poço

Rede Social


Edição francesa


» Enjeux et acteurs de la sécurité en Afrique

» Interventions militaires françaises en Afrique

» Fonds européen de développement

» Image de la France en Afrique

» Ressortissants français en Afrique

» Commerce françafricain

» Ainsi Hitler acheta les Allemands

» Armées oubliées de l'Asie britannique

» Leçons d'histoire

» Contre l'ordre impérial, un ordre public démocratique et universel


Edição em inglês


» Election-meddling follies, 1945-2019

» Volt, the party that undermines EU democracy

» Iran and the US, a tale of two presidents

» Terry Gou, Taiwan's billionaire and political wildcard

» Ecuador's crackdown on abortion is putting women in jail

» Traditions of the future

» Boondoggle, Inc.

» Sisi amends Egypt's constitution to prolong his presidency

» May: the longer view

» The languages of Ukraine


Edição portuguesa


» 20 Anos | 20% desconto

» EUROPA: As CaUsas das Esquerdas

» Edição de Maio de 2019

» Os professores no muro europeu

» Chernobil mediático

» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas

» O cordão sanitário

» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

» Edição de Março de 2019


outubro 2001


O adversário

Os atentados de 11 de setembro devolveram à direita norte-americana – os assessores mais próximos de Bush – um importante dado estratégico de que os havia privado o colapso da União Soviética, há dez anos: um adversário. Finalmente!


Ignacio Ramonet

O Paquistão, um ator-chave

A escalada de um fundamentalismo islâmico radical no sul da Ásia é uma herança do apoio incondicional que os EUA deram, durante a guerra do Afeganistão, a Zia Ul Haq e aos seus serviços de informação, o ’Interservices Intelligence Directorate’ (ISI)


Selig S. Harrison

Demitidas e iludidas

Por uma curiosa, mas clássica, reversão da relação entre causa e efeito, a responsabilidade pela perda do emprego era devolvida às mulheres demitidas. Um emprego “se merece”, ele depende da “empregabilidade”. Conseguiriam elas merecê-lo?


Noëlle Burgi

Um inimigo difuso

Operações maciças e rápidas de bombardeios de grande altitude levaram os norte-americanos a pensar que poderiam ganhar guerras sem um único morto. A transformação de quatro aviões civis em bombas voadoras acaba de pôr fim a essa idéia


Marwan Bishara

Em nome do choque de civilizações

Em 1993, um assessor do governo norte-americano advertia que o Ocidente (ou seja, os Estados Unidos) deveria preparar-se militarmente para enfrentar civilizações como o Islã e o confucionismo que, unidas, ameaçariam o coração do mundo ocidental


Tariq Ali

“Somos todos norte-americanos”

Num programa gravado pela France Inter em Nova York, a jornalista de plantão relembrava a cada minuto o horário da Costa Leste. Visivelmente, ela se tornara uma das nossas. Todos norte-americanos, nós vivemos em Nova York e falamos todos inglês


Serge Halimi

Do triunfalismo ao desastre

Os Estados Unidos não compreenderam a verdadeira natureza das novas relações internacionais, nem a distância radical que separa sua visão – de satisfação consigo próprios – e o olhar que lhe lançam as outras nações e povos do mundo


Steven C. Clemons

Televisão da compaixão

Em tempos de crise, a televisão não é apenas um meio de comunicação que traz informação. É também um palco onde se representam os principais atos da política. Na hora da compaixão e da vingança, discordâncias e diferenças não têm espaço no vídeo


Eric Klinenberg

Dinheiro ou bombas?

O efeito dos atentados foi a expressão de um pensamento obtuso: “agressão contra o estilo de vida, devida ao ódio à nossa prosperidade e à nossa paz”


Saskia Sassen

Muçulmanos, cidadãos do mundo

Em parte, o Ocidente é responsável, mas não podemos negar nossa responsabilidade na escalada de um islamismo política e socialmente totalitário, organizado com base em grupos armados que fazem uma interpretação unilateral dos textos sagrados


Hicham Ben Abdallah El Alaoui

Solidariedade

Por ocasião da guerra das Malvinas, os Estados Unidos esqueceram a solidariedade devida a um país americano, prevista na Declaração da OEA, e apoiaram inequivocamente a agressão extra-continental de Margaret Thatcher


Maurice Lemoine

Imagens falsamente verdadeiras

O papel dos meios de comunicação num evento de proporções maiores quase sempre é questionado. Foi esse o caso das imagens de jovens palestinos comemorando os atentados em Nova York e Washington: até imagens reais podem “mentir”


Somos a América, saia da frente!

Aperfeiçoaremos o sonho da energia nuclear. Depositaremos o lixo tóxico onde e quando decidirmos. Poderá apodrecer ao ar livre, em imensas planícies, durante milênios. Teremos os maiores e mais perversos mísseis e os apontaremos para onde quisermos.


Maureen Dowd

Sharon entre o sonho e a realidade

Apoiando-se num presumível sinal verde da Casa Branca, alguns dos dirigentes de Israel chegam a sonhar em “acabar o trabalho iniciado em 1948”, ou seja, expulsar maciçamente a população palestina para os países vizinhos...


Dominique Vidal

Vozes discordantes

“Sempre nos contentamos em denunciar os terroristas como bad boys, sem nos interessarmos em compreender os seus motivos”, avalia, criticamente, James Schlesinger, ex-diretor da CIA e do Ministério da Defesa norte-americano


Philip S.Golub

Arrependimentos

Zbigniew Brzezinski, principal assessor de Segurança do presidente James Carter, foi o homem-chave na ajuda maciça aos “combatentes da liberdade” afegãos. Achou a idéia “excelente”, por atrair os russos para uma armadilha


O futuro do passado

Não podia dar certo. A Conferência, reunindo cerca de 3.000 ONGs, iria fazer ouvir num outro tom a voz dos povos oprimidos, manifestar sua solidariedade para com os palestinos e pesar sobre as decisões a serem encaminhadas


Chistian de Brie

Uma guinada para o autoritarismo

Quase todos os países da União Européia, depois dos choques de Göteborg, parecem caminhar para uma criminalização sistemática dos movimentos sociais, com a mesma posição que antes adotavam com relação aos imigrantes


Salvatore Pallida

As sacrificadas da Levi Strauss

Dois anos e meios após o fechamento da única fábrica francesa da transnacional Levi Strauss, foi feita uma pesquisa para saber a atual situação das 541 operárias demitidas. A conclusão é edificante: ninguém sabe


Emmanuel Defouloy

A guerra suja do Sur de Bolívar

Constituído em 1964, o ELN fez do Sur de Bolívar, há cerca de vinte anos, uma de suas trincheiras. Ano após ano, a guerrilha implanta a resistência nesse emaranhado de selvas e de montanhas, onde os militares negociam com os potentados da coca


Maurice Lemoine

Riscos e perigos nos Bálcãs

Enquanto um certo nacionalismo macedônio exaltou o “sonho estatal” – finalmente realizado com o fim da Iugoslávia –, os albaneses da Macedônia nunca consideraram a República independente, a não ser como um acidente temporário da história


Jean-Arnault Dérens

Acordos e planos de paz

O negacionismo dos manga

A ofensiva revisionista nos quadrinhos inscreve-se num contexto mais geral. A direita japonesa sempre contestou a visão “culpabilizante” do passado e rejeitou a idéia de agressão, negando as atrocidades cometidas pelo exército imperial


Philippe Pons

A guerra da História da Ásia

A “amnésia” japonesa é uma herança da Guerra Fria. O Japão foi empurrado para o lado dos “bons” e o invasor norte-americano preocupou-se mais em reconstituir uma direita forte do que em pressionar o país a examinar o seu passado


Philippe Pons

A “receita” do manga revisionista

Irritado com tanta injustiça e tantas inverdades, o protagonista de Kobayashi investiga, relata, explode, se insurge e insulta o leitor, para lhe impor o seu ponto de vista ou bombardeá-lo com seus sarcasmos, dando à narrativa um tom provocador


Philippe Pons

Os crimes do exército imperial
Philippe Pons

Barenboïm e o tabu Wagner

Há três meses, o maestro Daniel Barenboïm (israelense) executou (em Israel) um trecho da ópera ’Tristão e Isolda’, de Wagner (músico-símbolo do nazismo), o que lhe valeu a execração pública. Um escritor (palestino) sai em defesa de Barenboïm e da arte


Edward W. Said

Os crimes de guerra de Kissinger

Não há mais qualquer dúvida quanto à responsabilidade direta de Kissinger na prorrogação, injustificada, da guerra do Vietnã, nas operações de assassinato e subversão da democracia no Chile, ou quanto à sua cumplicidade no genocídio em Timor Leste


Ibrahim Warde

Panorama do marxismo

Do final da II Guerra Mundial até meados da década de 70, o marxismo prosperou, principalmente no sul da Europa e na América Latina, e, de maneira inesperada, foi para o universo anglo-saxão, deslocando-se de seu centro de gravidade


Alain Bihr

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