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Uma iniciativa


» Bolívia: não despreze a resistência

» O adereço de Guedes e o sentido do governo

» O Chile Rebelde quer ir além

» É possível pensar o Brasil após o neoliberalismo?

» América Latina: Povo sem pernas, mas que caminha

» Cinema: Entre a cruz e o maracatu rural

» Atingida por barragem e acossada pelos poderosos

» Como o Google favorece a manipulação política

» Por um novo Pacto das Catacumbas

» Chantagem do governo aos desempregados

Rede Social


Edição francesa


» Les dossiers enterrés de Tchernobyl

» Une femme à la barre de l'Argentine

» La Chine au miroir de l'Occident

» « Choc des civilisations », à l'origine d'un concept

» Les Allemands de l'Est saisis par l'Ostalgie

» A Berlin, le face-à-face des intellectuels de l'Est et de l'Ouest

» Réveil politique à l'Est

» Les Allemands de l'Est, sinistrés de l'unification

» Le difficile chemin de la démocratie espagnole

» Il y a cent cinquante ans, la révolte des cipayes


Edição em inglês


» The fall of liberal triumphalism

» Sarah Seo on Americans, their cars and the law

» November: the longer view

» Ibrahim Warde on the rise and fall of Abraaj

» Fighting ISIS: why soft power still matters

» Life as a company troll

» The imperial magazine

» Setting Socrates against Confucius

» Price of freedom on the road

» Global business of bytes


Edição portuguesa


» Golpe de Estado contra Evo Morales

» Será que a esquerda boliviana produziu os seus coveiros?

» A era dos golpes de Estado discretos

» Pequeno manual de desestabilização na Bolívia

» No Brasil, os segredos de um golpe de Estado judiciário

» Edição de Novembro de 2019

» Sempre uma coisa defronte da outra

» OTAN: até quando?

» Alojamento local-global: especulação imobiliária e desalojamento

» Rumo a uma governança participativa da vida nocturna de Lisboa


janeiro 2002


Adeus às liberdades

Em nome da “guerra justa” contra o terrorismo, toda transgressão é permitida. Washington não hesitou em estabelecer alianças com dirigentes pouco recomendáveis: o general golpista Musharraf, do Paquistão, e o ditador Karimov, do Uzbequistão


Ignacio Ramonet

Petróleo, política e terrorismo

Há quem pense que a negociação entre as várias facções afegãs em Bonn, no dia 5 de dezembro – que resultou num acordo consensual – foi um “milagre”. Na realidade, as negociações e os projetos vêm sendo discutidos há mais de três anos...


Pierre Abramovici

O poder imperial de Bush

Unilateralismo externo e autoritarismo interno: este é o balanço da guerra contra o terrorismo comandada por George W. Bush. Contrariamente às expectativas européias, o governo norte-americano continua refratário a qualquer cooperação multilateral


Philip S.Golub

Al-Qaida, um histórico

Nas fitas que enviou à emissora Al Jazira, Osama bin Laden coloca-se diante de uma gruta, numa referência a Maomé expulso de Meca. Não ousa posar como Deus, mas identifica-se com o Profeta no exílio, ou com Saladino expulsando os cruzados


Pierre Conesa

A fase afegã da guerra esquecida

A crise afegã chamou a atenção para um outro conflito, o da Caxemira, que opõe a Índia e o Paquistão por intermédio de combatentes muçulmanos. Se para Nova Déli são “terroristas”, para Islamabad, são “combatentes da liberdade”


Roland-Pierre Paringaux

Aldeões sem história

Há muitos anos que os defensores dos direitos humanos não param de denunciar as violações de direitos e a impunidade que as acoberta. Recentemente, três dramas, reveladores desse estado de coisas, mobilizaram a opinião pública


Roland-Pierre Paringaux

Um território “contestado”

A Índia e o Paquistão reivindicam a soberania sobre a totalidade do território da Caxemira. O Paquistão declara que a maioria muçulmana lhe é favorável e pede a aplicação das resoluções da ONU, em particular aquela referente a um plebiscito


Roland-Pierre Paringaux

Dados e cronologia

Os desafios do II FSM

Não foi por acaso que o FSM de Porto Alegre nasceu: foi precedido por um ano de manifestações “globais” que se seguiram à de Seattle. À mercantilização do mundo, os cidadãos responderam inventando uma manifestação mundial por procuração


Gilles Luneau

Davos será em Nova York

Dias 1º e 2 de fevereiro será realizado o Fórum Internacional dos Parlamentares. Antes de sua abertura, de 28 a 30 de janeiro, será a vez do Fórum das Autoridades Locais pela Inclusão Social


Gilles Luneau

Pensando o impensável

A ideologia neoliberal e imperial norte-americana parece triunfar por toda parte: dominação militar, diluição da Europa numa zona de livre-comércio... E o movimento anti-globalização parece estar na defensiva. Como os neoliberais, há 30 anos...


Serge Halimi

Grandes manobras das teles

Quase ausente dos mapas de fluxo de dados, a África tem menos linhas telefônicas que Tóquio ou Manhattan, e menos computadores conectados à Internet que a Lituânia. No entanto, o continente africano não escapa à reviravolta das telecomunicações


Annie Chéneau-Loquay

Muçulmanos votam na França

A notícia é importante, mas seu impacto perde a força ao se avaliar o envolvimento do Estado no processo. Foi o Estado que lançou a idéia, dirigiu os debates e coorganizou a votação. Resta saber se a comunidade muçulmana leva alguma vantagem nisso


Nathalie Dollé

Sobre o “modelo republicano”

Partindo do princípio de que o primeiro passo de uma política de integração consiste em acolher dignamente os estrangeiros, para que eles queiram ficar no país, é forçoso constatar que a República não conseguiu fazer isso na maioria dos casos


Gérard Noiriel

A integração na República laica

A laicidade não é a vontade de ignorar, mas a de deixar às famílias a elementar liberdade de dar a educação de sua escolha, em estrita conformidade com os princípios de igualdade, fora da escola: a educação é o cimento social e um fator de paz


Henri Peña-Ruiz, Yamina Benguigui

O naufrágio do “modelo FMI”

Ao recusar um empréstimo de 1,264 bilhão de dólares ao governo argentino, o FMI desencadeou uma crise sem precedentes. Desafiando o estado de sítio, os argentinos foram às ruas, em massa, e forçaram a renúncia do governo e do presidente


Carlos Gabetta

Rumo à remilitarização?

Apesar de se falar em terrorismo, tráfico de drogas etc., na verdade é a instabilidade política e econômica – que sempre serviu de pretexto para legitimar a intervenção norte-americana – que “reaparece como uma ameaça potencial à segurança da região”


Janette Habel

Um governo de morte

Ariel Sharon aprendeu as lições de Beirute, de 1982: nada de deixar a comunidade internacional tornar a salvar a pele do líder da OLP. E refletiu também sobre o fracasso de Netanyahu: não basta frear o chamado processo de paz; é preciso destruí-lo


Dominique Vidal

Contra a força, o direito

Desde suas origens, o Estado de Israel insulta todas as convenções da justiça internacional. Principalmente nos territórios ocupados, a prática da tortura é a regra. É uma prática que nunca acabou. Crianças, inclusive, são torturadas


Monique Chemillier-Gendreau

O Líbano pós-11 de setembro

Em uma dúzia de campos-gueto do pós-guerra civil libanesa, os refugiados palestinos não perdem um episódio da Intifada. Cada casa fica permanentemente ligada à televisão: as imagens, implacáveis, divulgam diariamente a realidade brutal da repressão


Marina da Silva

O trabalho como “religião”

Na década de 90, ocorreu uma redefinição das relações entre empresas e empregados. O que antes era chamado de “exploração” foi rebatizado de “criação”. Sem que tivesse havido aumento de salários, foi dado aos funcionários o título de gerente


Ibrahim Warde

Às voltas com o passado colonial

As autoridades belgas foram forçadas a criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o genocídio de Ruanda. Os trabalhos, realizados com grande honestidade intelectual, acabaram tendo um autêntico efeito de catarse


Colette Braeckman

Uma guinada para o Oriente

Desde primeiro de julho de 2001, tanto modávios como romenos devem ter um passaporte para cruzar a fronteira que separa os dois países, intimamente ligados. Na região, essa primeira atitude de endurecimento da futura fronteira oriental ampliada da União Européia tem inúmeras conseqüências e empurra a Moldávia para o Oriente, enquanto centenas de milhares de seus cidadãos trabalham ilegalmente no Ocidente para escapar da interminável crise econômica.


Guy-Pierre Chomette

Um plano de vôo para a aviação

O transporte aéreo é o que mais consome combustível. O desperdício do Concorde é gritante: gasta 25 mil litros de querosene/hora para transportar 100 passageiros, enquanto um Boeing 747-400 consome 12.788 litros para transportar até 569 pessoas


Philippe Bovet

Discurso de Frankfurt

No dia 22 de setembro de 2001, Jacques Derrida recebeu da cidade de Frankfurt o prêmio Theodor W. Adorno. Criado em 1977, atribuído a cada três anos, já concedido a Jürgen Habermas, Pierre Boulez e Jean-Luc Godard, trata-se de um prêmio para obras que, no espírito da Escola de Frankfurt, percorrem os domínios da filosofia, das ciências sociais e das artes (música, literatura, teatro, cinema etc.). Os primeiros e últimos parágrafos do discurso de Jacques Derrida foram lidos em alemão (o primeiro, um agradecimento às autoridades e professores presentes à cerimônia). O texto estava escrito e traduzido desde o mês de agosto. As referências ao 11 de setembro foram, portanto, acrescentadas no dia da cerimônia de entrega do prêmio


Humanismo, para quê?

Nos tempos atuais, a libido dominandi, vontade do poder temporal multiplicada pela acumulação do capital, exibe-se e transita alegremente. O dinheiro tornou-se um bem em si, meio e fim de qualquer atividade, sinal de êxito social e motivo de orgulho


Alain Accardo

O enigma da execução perdida

O livro é apresentado como uma pesquisa, a partir de um fato real. O fato refere-se a Rafael Sánchez Mazas, fundador, com José Antonio Primo de Rivera, da Falange (partido fascista espanhol) e pai do grande romancista Rafael Sánchez Ferlosio


Ramón Chao

O Islã europeu

A prática religiosa é fraca na Bósnia e na Albânia devido, em parte, ao passado comunista recente, mas algumas redes islâmicas mundiais interpretaram a guerra da Bósnia como um novo jihad e conseguiram se implantar permanentemente no país


Jean-Arnault Dérens

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