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Uma iniciativa


» Internet: liberdade é controle

» O capitalismo como imensa coleção de perguntas

» Assim os laboratórios torturam animais

» Bolsonaro, o anacronismo genial-idiota

» 10 mandamentos para as elites impenitentes

» As explosões que abalaram a Arábia Saudita

» O que são os “Laboratórios do Comum”

» Trump e Bolsonaro: em busca dos porquês

» Legalidade não faz jus a Brizola

» Como a Estônia concretizou o passe livre

Rede Social


Edição francesa


» Depuis 2010, la majorité de la population est urbaine

» Match démographique : Urugay-Paraguay

» Match démographique : Uruguay-Paraguay

» Chaos postsoviétique

» Richesse et population, un monde à double face

» Machines hostiles

» Refaire le monde à coups de bistouri

» Libye, l'appel du devoir

» La gauche française bute sur l'Europe

» Fédéralisme à l'allemande et évolutions politiques


Edição em inglês


» An end to Mediterranean standoffs?

» The logs of war

» Benjamin Netanyahu, best friend of the far right

» September: the longer view

» Afghan peace talks: Trump tweets, Taliban fights

» An inexhaustible myth in times of extreme adversity

» What happened to social solidarity?

» Sudan: conflict, violence and repression

» Russia's appointed billionaires

» Another end is possible


Edição portuguesa


» Edição de Setembro de 2019

» Portugal não pode parar?

» Quem elegeu Ursula von der Leyen?

» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019

» Inconsistências (ou o sono da razão?)

» Comércio livre ou ecologia!

» Edição de Junho de 2019


julho 2002


Exploração infantil

O trabalho infantil e o tráfico de crianças escravas crescem. É um escândalo de enormes proporções, particularmente nos países em desenvolvimento


Ignacio Ramonet

A OMS nos braços do mercado

Desde sua posse em maio de 1988, a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde Gro Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega, anunciou os princípios que orientariam sua gestão: seduzir os Estados Unidos e os mercados financeiros. Cumpriu


Jean-Loup Herbert

Uma instituição debilitada

As contribuições voluntárias que financiam ações bilaterais (cerca de 60% do orçamento total) escapam ao controle do Conselho Executivo e tornam a OMS cada vez mais dependente de seus principais doadores, basicamente o setor privado


Jean-Loup Herbert

Cinco anos perdidos

Com a saída da OMS de Jonathan Man, um homem notável, a luta contra a AIDS (22 milhões de mortos em 20 anos) só seria retomada cinco anos depois, com a criação de um novo organismo das Nações Unidas, a Onusida.


Jean-Loup Herbert

Golpe químico made in USA

A independência e a obstinação em cumprir com suas obrigações de inspecionar usinas químicas, principalmente norte-americanas, do diplomata brasileiro José Maurício Bustani, que dirigia a Opaq, foram longe demais para G. W. Bush


Any Bourrier

Uma Convenção recente

Nada é tão fácil dissimular quanto alguns dos ingredientes de uma arma química, seja fabricando-os em lugares separados ou montando-os, clandestinamente, no último momento


Any Bourrier

A nova desordem estratégica

Fruto da diplomacia da guerra fria, os tratados internacionais sobre armas nucleares apoiaram-se, fundamentalmente, na estratégia de um mundo bipolar e no poder de dissuasão. Hoje, quase nada sobrou da arquitetura internacional de segurança


Olivier Lepick, Pierre Conesa

Principais tratados internacionais

Nos últimos 35 anos, foram assinados vários tratados, acordos, convenções e compromissos com o objetivo de proibir, ou restringir, o uso de armas nucleares, biológicas, químicas e convencionais. Abaixo, a relação completa desses acordos


Uma convenção convencional

As conclusões do trabalho da Convenção não terão valor coercitivo. Servirão simplesmente de base de trabalho para os ministros da União Européia que, reunidos em conferência, disporão de um ano para elaborar um esboço de tratado


Bernard Cassen

Maturidade e desencanto

Com 22,6% de sua população vivendo em pobreza absoluta e 29% de desemprego, a Argélia comemora 40 anos de independência. Mas há esperanças: o analfabetismo caiu de 74,6% para 31,9% e o índice de escolarização é de 90%


Ghania Mouffok

As raízes da violência

A nova onda de assassinatos não reflete uma suposta tendência cultural à violência, mas um passado feito de dominações coloniais, que fizeram a sociedade divorciar-se de si mesma


Mohammed Harbi

O flerte contrariado com os EUA

Apesar da anunciada “parceria estratégica”, a história das relações entre a Argélia e os Estados Unidos consiste de intercâmbios contínuos, mas difíceis, entrecortados por crises


William B. Quandt

O tédio de quinta-feira à noite

Toda semana é o mesmo: Réda irá procurar uma estudante levada à prostituição, Malek continuará a sonhar com Latifa e com uma sociedade em que a mistura dos sexos seja sã e assumida. Nassim alimentará todos os projetos possíveis de exílio


Krim Mokhtar

A esquerda “não socialista”...

Mesmo entre os amigos de Lionel Jospin, raros pensam que ele agiu certo ao fazer uma campanha eleitoral que anunciava “A França está melhor” e propunha – para que esse “melhor” se prolongasse – um programa “que é não socialista”


Serge Halimi

Um problema de “isolamento”...

Tempos atrás, o atual primeiro-ministro francês, Jean-Pierre Raffarin, deu uma lição de “socialismo” no social-democrata Lionel Jospin, que ocupava então o cargo: sua política social elitista estaria isolando seu governo das camadas populares...


Serge Halimi

A Índia à procura de poder

Em meio a uma reaproximação rápida e espetacular com os Estados Unidos – após 45 anos de um divórcio durante o qual cortejou interesses russos – a Índia joga duro na questão da Caxemira com o objetivo de manter sua supremacia estratégica na região


Kurt Jacobsen, Sayeed Hasan Khan

Cinqüenta anos de conflitos

Em pouco mais de cinqüenta anos, a Índia já travou três guerras com o Paquistão – todas em função do território da Caxemira, cuja população, majoritariamente muçulmana, rejeita a dominação do governo de Nova Déli


Heranças e contradições da era Nasser

Cinqüenta anos após a Revolução dos Oficiais Livres, a personalidade e a ação política desenvolvida por seu principal líder, Gamal Abdel Nasser, ainda são objeto de polêmicas


Kamel Labidi

De Nasser a Mubarak

Da epopéia da luta contra o colonialismo britânico ao atual triunfo do liberalismo ocidental, o Egito evoluiu do nacionalismo de Nasser para o pragmatismo de Mubarak, passando por Sadat, que morreu em meio à total indiferença da população


Kamel Labidi

A nacionalização do Canal do Suez

No dia 26 de julho de 1956, Gamal Abdel Nasser anunciou publicamente a nacionalização do Canal do Suez. Le Monde diplomatique publica, abaixo, um trecho do livro ’L’Egypte en mouvement’, de Jean Lacouture, relatando o episódio


Jean Lacouture

A difícil gestação da nova União

A nova União Africana tem pela frente uma corrida de obstáculos para responder à globalização segundo os interesses do continente


Mwayila Tshiyembe

Instituições transitórias

Embora se espere uma regulamentação definitiva, as principais instâncias da futura União Africana serão a Conferência, uma Comissão executiva, o Parlamento Pan-africano (com duas câmaras) e a Corte de Justiça


Mwayila Tshiyembe

Uma paz despedaçada?

Um livro recentemente publicado tem o mérito de desmentir veementemente a versão – divulgada por Israel e propalada pela mídia global – de que, na reunião de Camp David de julho de 2000, Arafat rejeitou a “generosa” oferta de paz de Ehud Barak


Alain Gresh

A violência no aconchego do lar

A Pesquisa Nacional sobre Violência contra as Mulheres na França explodiu como uma bomba, quando foi publicada em junho de 2001: de cada dez mulheres, uma é vítima de violência conjugal e seis morrem por mês em conseqüência disso


Elisabeth Kulakowska

E na Europa...

Nos países da União Européia, de cada cinco mulheres, uma sofre, ao longo de sua vida, algum tipo de violência infligida por seu marido ou companheiro. Na Grã-Bretanha, a cada três dias morre uma mulher devido a esse tipo de brutalidade


Elisabeth Kulakowska

A contribuição do filme estrangeiro

Na França, nove em cada dez ingressos vendidos são de filmes franceses ou norte-americanos, o que limita as visões do mundo. No entanto, existe um público que, às vezes, transforma em sucesso um filme tailandês ou argentino pouco promissor


Philippe Lafosse

Os aprendizes de feiticeiro

Na perspectiva da criação de um mercado mundial de direitos de emissão de gases com efeito-estufa, surgiu, nos últimos anos, uma ciência bastante controvertida, a Engenharia do Clima, que conta com técnicas como o armazenamento de gás carbônico


Philippe Bovet

A ira dos deuses

Livro de escritor angolano é uma deliciosa sátira social, crítica da corrupção e da indiferença de uma elite que virou as costas ao seu povo


Augusta Conchiglia

O que querem os manifestantes?

Dois livros importantes avaliam o movimento contestador da “governança mundial” –apontando a necessidade de envolver as camadas menos favorecidas – e o papel da Organização Mundial do Comércio (OMC) nas políticas de desregulamentação


Franck Poupeau

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