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Uma iniciativa


» Edição de 2 de junho de 2020

» O capitalismo ensaia sua distopia espacial

» Ultraliberais buscam sobreviver a seu desastre

» Regina, Jair e a manipulação da espontaneidade

» Não peçam o fim dos levantes, diz Alexandria Ocasio-Cortez

» Raiva e rebeldia e no coração do Império

» Edição de 1º de junho de 2020

» A Frente Ampla contra o Brasil

» Ken Loach e sua crítica incompleta à uberização

» Edição de 29/05/2020

Rede Social


Edição francesa


» Comment la droite américaine exploitait les émeutes

» Les Républicains peuvent-ils tirer parti des émeutes de Los Angeles ?

» Les États-Unis, une nation née dans la brutalité

» Un débat intellectuel en trompe-l'œil

» Le Texas en armes contre le confinement

» Shaw ou l'engagement ironique

» Cinquante ans de « dé-mesure » à l'anglo-saxonne

» Le magot de l'industrie musicale

» Les urnes et le peuple

» La démondialisation et ses ennemis


Edição em inglês


» Another ‘Europeanisation'

» Miami: flood risk and development

» Texas opens again for business

» US in the spring of the pandemic

» Florida's flooded future

» Oman struggles to stay neutral

» Syria's quiet return

» UK coexists with coronavirus

» Austerity is the killer

» UK, a new leader for Labour


Edição portuguesa


» Edição de Maio de 2020

» Defender os trabalhadores

» Todos crianças

» Há um problema com a representação jornalística da violência doméstica

» Chile, o oásis seco

» Edição de Abril de 2020

» O tempo é agora

» Achatar as desigualdades

» O olhar dos artistas

» Assine por 3 meses (€10) ou 6 meses (€18)


setembro 2003


Três anos de escalada

Da vitória à redemocratização

A onda do caos

Dois anos após o 11 de setembro, o que chama a atenção de qualquer observador atento aos fatos é que as espetaculares vitórias norte-americanas se afundam politicamente num atoleiro, tanto no Afeganistão quanto no Iraque


Alain Gresh

Niilismo

O ataque que destruiu a sede das Nações Unidas demonstrou a limitação intelectual e o comportamento criminoso dos responsáveis pela ação, que podem ter provocado, com isso, o fortalecimento da posição norte-americana na região


Alain Gresh

Nos tempos da Unidade Popular

Brutalmente enterrada no fatídico 11 de setembro de 1973, os relatos daquela época marcada pela esperança de um mundo melhor são parte da “batalha pela memória” que se trava no Chile, ainda asfixiada pela amnésia provocada pela junta militar

Cronologia


Franck Gaudichaud

O sonho de Salvador Allende

No Chile da década de 60, Salvador Allende foi um revolucionário atípico: acreditava na via eleitoral da democracia representativa e na possibilidade de instaurar o socialismo dentro do sistema político vigente


Tomas Moulián

Noite da vitória

As pessoas gritavam, pulavam - ’El que no salta es momio’ [Quem não pula é reaça!] -, abraçavam-se para ter certeza de que não estavam sonhando. Ah! Como esse país era magnífico e como eram maravilhosos esses chilenos politizados até a raiz dos cabelos!


Pierre Kalfon

A corrida às embaixadas

Quando o palácio La Moneda foi bombardeado, no dia 11 de setembro de 1973, a esquerda chilena estava desprevenida e a tragédia foi total. Foi um salve-se quem puder. Todo mundo correu para as embaixadas. Cadáveres boiavam no rio Mapocho...


Pierre Kalfon

Lições de uma tragédia

As indispensáveis reformas de estrutura não exigem só o consenso das forças de esquerda, mas a cooperação de outras forças populares. Eis a lição do 11 de setembro chileno, mas ainda não explorada em lugar algum


Dominique Vidal

Uma literatura claustrofóbica

De 1973 a 1983, o Chile viveu a década do ’apagón’ cultural. Toque de recolher e estado de sítio permitiram à ditadura esconder os crimes e os fantasmas que, 30 anos mais tarde, ainda assombram o imaginário coletivo da literatura chilena


Nira Reyes Morales

Rumo à liberalização geral

A cada dois anos, a reunião da conferência ministerial, instância suprema da OMC, atrai a atenção do mundo, mas é longe dos olhares dos manifestantes que se fazem as negociações que realmente interessam para os paladinos do livre comércio


Bernard Cassen

As três aberrações das políticas agrícolas

Para impedir o agravamento da fome no Hemisfério Sul e a morte dos campos no Hemisfério Norte, os acordos internacionais devem ser reconstruídos sob o princípio da soberania alimentar, sem qualquer espécie disfarçada de dumping


Jacques Berthelot

A questão diversidade cultural

O objetivo francês é o de chegar a um instrumento jurídico internacional sobre a diversidade cultural, ou seja, uma convenção. Quem se poderia opor a objetivo tão sensato? Na verdade, forças muito poderosas, a começar pelos Estados Unidos


Bernard Cassen

Os limites da reforma agrária de mercado

Uma das mais pesadas heranças do apartheid, quando o CNA assumiu o poder, 84% das terras agricultáveis estavam nas mãos dos fazendeiros brancos. Ao optar por uma solução de mercado, em oito anos, somente 1, 2% das terras agricultáveis foram transferidas para os agricultores negros


Colette Braeckman

Gêneros alimentícios versus transgênicos

Enquanto o Zimbábue e a Zâmbia lutam para evitá-los, a África do Sul tornou-se a porta de entrada dos transgênicos no continente, onde pode encontrar sua melhor clientela: fazendeiros em busca de lucro rápido e um governo que aposta cegamente no progresso tecnológico


Colette Braeckman

As armadilhas do “livre comércio” do algodão

Com a crise da vaca louca, a demanda por algodão – principalmente forragem, para alimentação de gado – disparou. Mas a superprodução e os subsídios aos agricultores (na Europa e nos EUA) fizeram a cotação despencar no promissor mercado africano


André Linard

O fim de um modelo?

Criada em 1949, uma sociedade anônima francesa de assistência ao setor algodoeiro entrou em conflito com a política neoliberal adotada pelo Banco Mundial. Embora ainda forte na comercialização, a empresa não conseguiu impedir as privatizações


André Linard

Os nós cegos da força política de Berlusconi

O tempo de posturas arrogantes na mídia parece ter acabado para os governantes europeus. Blair precisou justificar sua campanha a favor da guerra no Iraque, Raffarin sua administração durante a canícula mortífera. Agora seria a vez de Berlusconi?


Alain Wasmes

A canícula, sintoma de um sistema doente

O impressionante número de mortes provocadas por uma canícula, já prevista pelos meteorologistas, expôs as deficiências do sistema de saúde francês e a aflição e o abandono das pessoas idosas, especialmente as que vivem na região de Paris


Martin Winckler

O impasse da resistência palestina

Fracassada em seu propósito de acelerar o fim da ocupação e corrigir os desvios dos acordos de Oslo, a Segunda Intifada fortaleceu Sharon e se atolou em uma guerra sem controle, que veio a acentuar a disputa entre facções pela liderança do movimento nacional palestino

Cronologia


Graham Usher

Tele-evangelistas à moda egípcia

Com a rivalidade que, durante 25 anos, desgastou o islamismo oficial e o islamismo político, surgiram novos atores no Egito – artistas arrependidos, pregadores da burguesia – com um estilo próximo dos tele-evangelistas norte-americanos


Hussan Tammam, Patrick Haenni

Os cães de guarda da ordem social

Empoleirados na posição de árbitros das habilidades tecnológicas da mídia, os jornalistas parecem isentos de qualquer crítica. Seus mitos profissionais exaltam a autonomia, a liberdade, a busca individual, mas ignoram, quase em absoluto, a realidade social


Gilles Balbastre, Pierre Rimbert

Os grevistas, esses doentes mentais

Para os “analistas” da grande imprensa, os professores em greve contra as reformas neoliberais pretendidas pelo governo francês são “descerebrados” e seu movimento, uma atitude “revanchista e irracional” que defende propostas “irreais”


Serge Halimi

Uma revolta em nome do ensino igualitário

Mesmo sem consenso pedagógico, o movimento dos professores reafirmou com vigor, na mobilização de 2003 contra a reforma descentralizadora de Raffarin, seu vínculo com o serviço público de educação nacional e sua vocação democrática


Jérôme Deauvieau, Jean-Pierre Terrail

O que mata a Universidade

Desde 1981, quando subitamente aumentou a carga horária de ensino em 50%, os professores universitários sofreram sem protestar a invasão das reformas, a multiplicação do número de alunos e a lenta degradação de sua condição de trabalho


Pierre Jourde

O humanismo ou a barbárie

Enquanto todo o império diz ser diferente daquele que o precedeu, argumentando que sua missão é civilizar, garantir a ordem e a democracia, usando a força como último recurso, a vontade de compreender o outro exclui, a priori, a ambição de dominação


Edward W. Said

Abaixo a propriedade privada

A sacralização da propriedade começou quando colocou-se no mesmo plano os bens de uso pessoal, dos quais os indivíduos desfrutam sozinhos ou com sua família, e os meios necessários à produção, que resultam em geral, da apropriação privada de todo ou de parte de um trabalho social


Alain Bihr, François Chesnais

A honra dos funâmbulos

De 1925 a 1960, do manifesto contra a guerra do Rif ao dos 121, contra a guerra da Argélia, o pensamento e os compromissos políticos de André Breton constituíram sempre uma linha reta e nítida: o posicionamento a favor do lado minoritário


Régis Debray

Paradoxos do cinema iraniano

Nas últimas duas décadas, o cinema iraniano virou importante produto de exportação. A revolução islâmica mudou sua face, mas não prejudicou sua ascenção no exterior. Até onde esse sucesso estaria ligado às próprias dificuldades do país?


Javier Martin, Nader Takmil Homayon

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