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Uma iniciativa


» Atingida por barragem e acossada pelos poderosos

» Como o Google favorece a manipulação política

» Por um novo Pacto das Catacumbas

» Chantagem do governo aos desempregados

» Ruínas do neoliberalismo: Chile, caso precursor

» E se as startups pertencessem a seus funcionários?

» Boaventura vê Lula Livre

» América Latina: a ultradireita contra-ataca

» O Mercado, os economistas e outros seres transcendentais

» Nem todo Uber é capitalista

Rede Social


Edição francesa


» La Chine au miroir de l'Occident

» « Choc des civilisations », à l'origine d'un concept

» Les Allemands de l'Est saisis par l'Ostalgie

» A Berlin, le face-à-face des intellectuels de l'Est et de l'Ouest

» Réveil politique à l'Est

» Les Allemands de l'Est, sinistrés de l'unification

» Le difficile chemin de la démocratie espagnole

» Il y a cent cinquante ans, la révolte des cipayes

» Hôpital entreprise contre hôpital public

» Dernières nouvelles de l'Utopie


Edição em inglês


» The fall of liberal triumphalism

» Sarah Seo on Americans, their cars and the law

» November: the longer view

» Ibrahim Warde on the rise and fall of Abraaj

» Fighting ISIS: why soft power still matters

» Life as a company troll

» The imperial magazine

» Setting Socrates against Confucius

» Price of freedom on the road

» Global business of bytes


Edição portuguesa


» Golpe de Estado contra Evo Morales

» Será que a esquerda boliviana produziu os seus coveiros?

» A era dos golpes de Estado discretos

» Pequeno manual de desestabilização na Bolívia

» No Brasil, os segredos de um golpe de Estado judiciário

» Edição de Novembro de 2019

» Sempre uma coisa defronte da outra

» OTAN: até quando?

» Alojamento local-global: especulação imobiliária e desalojamento

» Rumo a uma governança participativa da vida nocturna de Lisboa


dezembro 2003


Palavra de especialistas

A Rand Corporation, um centro de pesquisa, publicou um estudo das sete operações de ’nation building’ (reconstrução nacional) lançadas pelos Estados Unidos desde 1945: Alemanha e Japão e, mais tarde, Somália, Haiti, Bósnia, Kosovo, Afeganistão e Iraque


Dominique Vidal

O “chiqueiro” iraquiano

“Uma rebelião pode ser conduzida por 2% de ativistas e 98% de simpatizantes passivos.” (T. E. LAWRENCE)

Fruto de um erro de análise e de um sonho delirante dos ideólogos de Washington, a ocupação do Iraque tornou-se rapidamente um pesadelo para as forças norte-americanas e seus aliados, alvos de ataques crescentes da resistência iraquiana


Ignacio Ramonet

O libertador no trono do tirano

Mais de seis meses após a invasão do Iraque, são raras as reportagens que sugerem apoio ou adesão às forças norte-americanas. Prevalecem as críticas e expressões como “a situação está pior do que antes” ou “eles são como Saddam”...


David Baran

A complexa oposição armada

A oposição armada é um fenômeno dinâmico e em mutação. A dissolução dos órgãos de segurança iraquianos e as carências dos invasores em matéria de informação ofereceram seis meses aos grupos de opositores para se organizarem e convergirem


David Baran

Os impasses do Afeganistão

O caso de Hérat, terceira cidade do país e capital de uma província com dois milhões de habitantes, é emblemático: governada pelo “emir do Afeganistão do Sudoeste”, não está subordinada ao governo central e tem até um exército próprio...


Julien Bousac

A democracia segundo Huntington

Ao privilegiar a estabilidade, a ordem e a autoridade, obra de 1968, tratada como clássico da ciência política nos Estados Unidos, deixa clara uma concepção de democracia bastante distante do modelo alardeado pelos norte-americanos


Serge Halimi

Palavra de especialistas

A Rand Corporation, um centro de pesquisa, publicou um estudo das sete operações de ´nation building´ (reconstrução nacional) lançadas pelos Estados Unidos desde 1945: Alemanha e Japão e, mais tarde, Somália, Haiti, Bósnia, Kosovo, Afeganistão e Iraque


Um mandato insustentável no Kosovo

Quatro anos após a guerra, a violência continua a imperar no Kosovo, onde 80 mil sérvios vivem em uma situação terrível e as forças de paz da ONU substituem as forças de segurança sérvias no impedimento às aspirações nacionais albanesas


Jean-Arnault Dérens

Os perigosos desafios da transição

Enquanto Brasília se afirma sobre a cena mundial e o governo Lula se sujeita aos ditames do FMI,os grupos oligárquicos, donos dos territórios e das riquezas e de um poder entranhado no aparelho judiciário e policial, entravam as reformas sociais esperadas pelos brasileiros


Gilles de Staal

O som do país de Lula

Em um país de forte musicalidade, a chegada de Lula ao poder também é acompanhada pela ascensão de uma geração de músicos que faz uma nova mistura de tradição, ritmos rurais e samba com sintetizadores, rock e rap e que procura selos independentes para se fazer ouvir


Jacques Denis

A vacilante resistência aos transgênicos

O Brasil era o único dos três grandes produtores de soja a conter a disseminação de sementes transgênicas em seu território. Mas a paciente “estratégia de contaminação” da Monsanto associada ao poderoso ’lobby’ do agronegócio vem derrubando esta última fronteira


Jean-Jacques Sevilla

Uma janela para a esperança

Em um momento em que a escalada do conflito evidencia a inutilidade da via militar, documento assinado por personalidades palestinas e israelenses em Genebra, demonstra que pode ser possível os dois povos decidirem por si próprios seu destino


Qadura Fares

Ariel Sharon tem medo

A iniciativa de Genebra acabou demonstrando para os israelenses o que Sharon tentou esconder deles durante três anos: de que do lado palestino há parceiros dispostos a negociar e que há uma alternativa ao derramamento de sangue


Amram Mitzna

Os termos de Genebra

Assinado por personalidades importantes da esquerda israelense e das organizações palestinas, o texto completo do acordo tem, além dos anexos, cerca de cinqüenta páginas. Leia o documento na íntegra, no site www.monde-diplomatique.fr


Criminalidade e economia madeireira

A indústria florestal alimenta algumas das guerras mais sangrentas da atualidade, da Costa do Marfim à Libéria, do Camboja à Birmânia. Mesmo em países sem guerra, a exploração ilegal das florestas conduziu ao aumento da corrupção e amputou a renda do Estado


O Kremlin contra os chefões

Diante da iminência de novas privatizações, Putin desfechou o primeiro golpe à oligarquia que controla hoje setores estratégicos da economia russa, evitando que elas dessem as cartas sozinhas. Mikhail Khodorkovski, o chefão da Yukos, foi o primeiro alvo


Nina Bachkatov

O difícil denominador comum

Antes da realização da Cúpula de Genebra, em dezembro, as três conferências preparatórias já anunciavam o confronto entre os governos, as agências das Nações Unidas, o setor privado e a sociedade civil a ponto de abalar a credibilidade dos discursos encantados sobre a chamada “revolução da informação”


Armand Mattelart

A impunidade dos crimes econômicos

Os progressos da justiça internacional não atingem os crimes econômicos cometidos pelas empresas transnacionais que têm à sua disposição instrumentos jurídicos baseados no primado do livre comércio e Estados dispostos a se submeter a ele


Nuri Albala

Verba pública, fortuna privada

Na França, como em alguns outros países do mundo, o clientelismo de Estado baseia-se numa fórmula já clássica: privatizar os lucros e nacionalizar as perdas. O caso do banco Crédit Lyonnais é emblemático: o governo acobertou o bilionário fraudador


Olivier Toscer

À esquerda... mas com os patrões

Os governos “de esquerda”, na França, inauguraram uma nova etapa na história da corrupção e da promiscuidade entre o público e o privado, convocando executivos e bilionários para assessorar a República. Chamaram isso de “modernidade”


Olivier Toscer

Assassinato em Karachi

Dois livros descrevem o bárbaro assassinato de Daniel Pearl. O de sua mulher, Mariane, sem ódio ou preconceito com o islamismo e o Paquistão homenageia o marido com generosidade e energia pacífica. O do filósofo francês Bernard-Henry Levy toma o rumo contrário e ainda apresenta-se repleto de imprecisões.


William Dalrymple

A direita radical às portas do governo suíço

Depois de uma crise econômica e moral sem precedentes, nos anos 90, a Suíça viu a UDC transformar-se na primeira força política da nação. Aproveitando-se de um imobilismo político, o partido xenófobo de extrema direita ganhou espaço e estabilidade


Joelle Isler

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