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Uma iniciativa


» A China tem uma alternativa ao neoliberalismo

» Marielle, Moa, Marley, Mineirinho

» As trapaças do gozo individual

» Vermelho Sol, fotossíntese da violência

» Assim arma-se a próxima crise financeira

» Quantos anos o automóvel rouba de sua vida?

» Guerra comercial: por que Trump vai perder

» Mulheres indígenas, raiz e tronco da luta pelo território

» Por que a educação voltou às ruas?

» O ditador, sua “obra” e o senhor Guedes

Rede Social


Edição francesa


» Boulevard de la xénophobie

» Une machine à fabriquer des histoires

» Un ethnologue sur les traces du mur de Berlin

» Le stade de l'écran

» Un ethnologue à Euro Disneyland

» Lénine a emprunté ses règles d'action à des écrivains radicaux du siècle dernier

» Le rêve brisé de Salvador Allende

» Un ethnologue à Center Parcs

» La dilapidation mortelle des ressources

» Pas de démocratie sans conflit


Edição em inglês


» Manufacturing public debate

» August: the longer view

» Trump returns to the old isolationism

» Yellow vests don't do politics

» Kurdish territories in northern Syria

» The changing shape of the Balkans: 1991 / 2019

» Minorities in Kosovo

» Borders 1500-2008

» Man with a mission or deranged drifter

» The Louise revolution


Edição portuguesa


» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019

» Inconsistências (ou o sono da razão?)

» Comércio livre ou ecologia!

» Edição de Junho de 2019

» As pertenças colectivas e as suas conquistas

» A arte da provocação

» 20 Anos | 20% desconto


agosto 2004


China, a megapotência

“No dia em que a China acordar...”, dizia-se antigamente, deixando no ar a idéia de uma ameaça gigantesca sobre o planeta. Hoje temos plena consciência de que aquele imenso país, de fato, acordou. E é importante questionar as conseqüências que seu impressionante despertar pode ter para o mundo todo


Ignacio Ramonet

O que é, afinal, a democracia? 1

É preciso questionar a democracia para podermos reiventá-la e não permitir que seja pervertida pelo poder econômico e financeiro que não é nem eleito pelo voto popular nem controlado pelos cidadãos


José Saramago

Elogio ao senso comum

A luta pela democracia no mundo não deveria se iniciar pela democratização dos organismos que se chamam internacionais? O que opina o senso comum? Não está previsto que opine. O senso comum não tem voto nem tem voz


Eduardo Galeano

Quem tem medo do Big Brother?

O controle social não é mais visto como relação política de dominação e sim como elemento necessário e bem aceito por cidadãos que a ele se submetem voluntariamente


Denis Duclos

Esporte é guerra

De 13 a 29 de agosto, os Jogos Olímpicos de Atenas ganharão cobertura midiática comparável à da guerra do Iraque. Alguns vêem nos Jogos o símbolo da amizade entre os povos e do esforço de paz. Para outros, nada mais é que o «novo ópio do povo». Mas para além da competição, do espetáculo e do impacto econômico, há ainda outras questões, geopolíticas e estratégicas


Pascal Boniface

Os guerrilheiros da causa animal

Na Grã-Bretanha, o movimento ambientalista conquista vitórias na proteção dos direitos dos animais. Entre os que os defendem estão grupos de ecologistas clandestinos que, em nome da causa, desafiam leis e assumem riscos


Cédric Gouverneur

Os alemães se rendem à “ostalgia”

Quinze anos depois da queda do muro de Berlim, os alemães do leste não encontraram as “paisagens em flor” prometidas após a unificação. Enfrentam o desemprego, a privatização do sistema de proteção social. A dura realidade ocidental do presente é uma das explicações para a nostalgia da experiência da República Democrática Alemã


Dominique Vidal, Peter Linden

A moda e o mercado

O fenômeno da ’ostalgia’ cria novas modas – e mercados – no dia-a-dia da população da Alemanha do Leste


Benjamin Wuttke

Guerra contra os pobres

Honduras está em guerra contra os delinqüentes, principalmente os mais jovens e os mais pobres. À margem da repressão legal, centenas de execuções extrajudiciais de crianças e de adolescentes ensangüentam o país: 2.125 assassinatos de jovens, de 3 a 23 anos, nesses últimos cinco anos


Raphaëlle Bail

Prisões da morte

Sob a guarda do Estado e a vigilância da polícia, dezenas de jovens morrem em situações atrozes nos cárceres hondurenhos


Raphaëlle Bail

A África redescoberta

Timbuktu, no Mali, foi durante muito tempo uma cidade fechada aos europeus. Encruzilhada comercial na época das caravanas, foi também a sede de uma vida intelectual intensa. Naquela era de ouro, milhares de livros foram escritos a mão e depois abandonados na poeira do deserto, que começam a ser exumados. Da noite do esquecimento, emerge uma apaixonante história da África até hoje ignorada


Jean-Michel Djian

O genocídio no tempo de Gêngis Khan

Cerca de duzentas guerras, 200 milhões de mortos, 2% da população: o século XX está dentro da norma média de barbárie do que os que o precederam. Antes da vez da cristandade européia, Gengis Khan e Tamerlão espalharam terror e morte, arrasando povos da Ásia à Europa


Chistian de Brie

Na terra da estepe cinzenta

A Mongólia xamânica está no coração do tempo presente e vive também os abalos e mudanças que determinam nossa existência no planeta. A velocidade crescente e tudo o que a acompanha a inunda cada vez mais


Galsan Tschinag

O cinema como religião

Os mistérios da relação passional dos indianos com seu cinema, que atrai diariamente cerca de 15 milhões de pessoas, e fez com que nenhum outro país tenha exacerbado tanto a extrema porosidade entre a vida real e o cinema


Elisabeth Lequeret

A língua árabe, o Rolls Royce e o Volkswagen

No debate sobre a reforma do islã, algumas pessoas exigem dos árabes que modifiquem também sua língua: que escolham definitivamente o árabe clássico e abandonem o árabe dialetal. Antes de sua morte em setembro do ano passado, Edward W. Said explicou por que essa exigência reflete um extraordinário desdém pela riqueza da experiência cotidiana expressa pela língua popular


Edward W. Said

Crimes e redenção no Brasil de Lula

`Hotel Brasil’ (Editora Ática, 276 páginas, 1999, 26 reais), romance onde Frei Betto, animador político da Teologia da Libertação, que fermentou as Pastorais, viveiro de dirigentes políticos como Lula e João Pedro Stédile, do MST, apresenta suas idéias sobre o Brasil nesta narrativa policial clássica


Ramón Chao

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