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Edição francesa


» Dictature numérique

» Au travail, les enfants

» En Afrique, la démocratie entravée

» Le grand partage du globe

» La France et son espace maritime de souveraineté économique

» Villes et comptoirs hanséatiques

» Le sultanat de Malacca à la fin du XVe siècle

» Les grandes poubelles de plastique

» Feu vert à la surveillance de masse

» G8 : policiers italiens condamnés... et promus


Edição em inglês


» The sea: hidden threats

» Dispatches from colonial North Africa

» The many shades of Latin American racism

» Window on the Russian soul

» The Arab world says #MeToo

» Lebanese central bank falls from grace

» Chips with everything

» Which way for Germany's CDU after Angela Merkel?

» Welcome to western China!

» France's watered-down climate bill


Edição portuguesa


» O direito à alimentação no mundo continua por cumprir

» Filho da Preguiça

» Boca de Cena

» Pandemónio Pandomínio

» Em Cuba, rumo ao fim do mais longo embargo da história

» Edição de Julho de 2021

» «Ajude um caloiro»: requiem por um direito

» Acalmia em França?

» Edição de Junho de 2021

» O jornalismo no novo negócio dos "media"


agosto 2005


Londres, Bagdá

As conseqüências trágicas para os britânicos do alinhamento de Blair com o belicismo de Washington, apesar da grande oposição popular à guerra


Ignacio Ramonet

Os demônios do Demônio

Esta é uma modesta contribuição à guerra do Bem contra o Mal. Entre os diversos semblantes do Príncipe das Trevas, só estão os demônios que existem há muito, muito tempo, e que há séculos ou milênios continuam ativos no mundo


Eduardo Galeano

O que estamos fazendo no Iraque?

Após 27 meses de ocupação americana e da escalada de violência e mortes que acarreta por todos os lados, a guerra inventada por Bush segue vitimando também os norte-americanos, sua juventude, suas liberdades e seu modo de viver


Howard Zinn

As florescentes indústrias do medo permanente

A guerra contra o terrorismo fortalece um projeto de sociedade que ameaça as liberdades civis e é gerido pela colaboração sem limites de instituições públicas com poderes privados, que encontram na gestão do medo uma reserva durável de lucro


Denis Duclos

Hiroshima, 6 de agosto de 1945

O norte-americano John Hersey foi um dos primeiros jornalistas estrangeiros a chegar ao local onde explodiu a primeira bomba nuclear da história, matando, de um só golpe, 100 mil pessoas e provocando formas inéditas e terríveis de sofrimento humano. Publicado primeiramente no New Yorker, seu testemunho é considerado um dos clássicos da reportagem de guerra


John Richard Hersey

O corpo de Che

Pela primeira vez, 38 anos depois, o relato da chegada do corpo do revolucionário recém assassinado pelo exército boliviano, sob orientações de oficiais norte-americanos e de agentes da CIA, antes de sua apresentação para a mídia internacional


Richard Gott

O inferno nas maquiadoras

Nas confecções instaladas em países da América Central, como a Guatemala, reina a repressão ao movimento sindical e a superexploração da mão-de-obra


Phillippe Revelli

O sucesso de uma luta mundializada

Em El Salvador, uma maquiadora se torna exemplo de organização sindical, mas ainda enfrenta boicote e concorrência aviltante


Phillippe Revelli

A China sacode a ordem mundial

Com uma diplomacia bastante flexível, a China busca construir as condições para um mundo multipolar e para se firmar como referência asiática


Martine Bulard

Conflitos e convergências

Nas relações entre China e Índia, competições no campo diplomático e econômico ainda são barreiras à convivência pacífica


Martine Bulard

Abandonar Gaza para segurar a Cisjordânia

Apesar da extremista oposição dos colonos contra a retirada e de suas ameaças de confronto com o exército, tudo pode não passar de uma simples demonstração de força para evitá-la, no futuro, na Cisjordânia, onde as colônias não param de aumentar


Meron Rapoport

Declarar a pobreza ilegal

Durante a reunião do G8, em Gleneagles (Escócia), no iltimo mês de julho, importantes manifestações aconteceram em diversas partes do mundo – dentre as elas, o mega-festival Live 8, que aconteceu no dia 2 de julho simultaneamente em Londres, Paris, Roma, Berlim, Moscou, Joanesburgo, Tóquio, Filadélfia e Toronto para pedir o fim da pobreza na África. O objetivo dessas manifestações era fazer pressão sobre os dirigentes das oito principais potências econômicas do planeta e lhes forçar a erradicar a pobreza. Os esforços foram em vão. Entretanto, as soluções existem. E para colocá-las em prática, bastaria primeiro declará-la ilegal, proibindo a existência de pobres em todos os cantos do mundo


Ricardo Petrella

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