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Uma iniciativa


» 13 de agosto de 2020

» Bolívia: a liberdade se recupera nas ruas

» Boaventura: em busca de saídas para o Brasil

» “Sionismo de esquerda”, cruel contradição

» Numa sentença racista, os 500 anos de opressão

» A jaqueta assassina e o cinema do absurdo

» 12 de agosto de 2020

» Chega! Precisa-se de um projeto alternativo, já

» Imposto sobre Grandes Fortunas e a elite aflita

» Bolsonarismo e planejamento predatório

Rede Social


Edição francesa


» Marseille, quartiers nord

» Le style paranoïaque en politique

» La Chine est-elle impérialiste ?

» Victor Hugo peintre

» La mémoire meurtrie de Mahabad

» L'hostilité et la haine, ici, chaque jour...

» Contestation sonore en Angola

» Contre la concurrence, l'émulation

» Fascination pour les pôles

» Ignorance toxique


Edição em inglês


» Violence spreads in Nigeria

» US-Iran: an election showdown?

» August: the longer view

» Hagia Sophia in Turkey's culture wars

» Pilgrimage routes

» Bolivia's shrinking glaciers

» It's the healthcare system, stupid

» The Twenty Years' war

» Government by the worst

» The eternal Johann Sebastian


Edição portuguesa


» Edição de Agosto de 2020

» Prisioneiros do paradigma

» A guerra dos vinte anos?

» Offshores: paraíso para alguns, inferno para todos

» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago


agosto 2005


Londres, Bagdá

As conseqüências trágicas para os britânicos do alinhamento de Blair com o belicismo de Washington, apesar da grande oposição popular à guerra


Ignacio Ramonet

Os demônios do Demônio

Esta é uma modesta contribuição à guerra do Bem contra o Mal. Entre os diversos semblantes do Príncipe das Trevas, só estão os demônios que existem há muito, muito tempo, e que há séculos ou milênios continuam ativos no mundo


Eduardo Galeano

O que estamos fazendo no Iraque?

Após 27 meses de ocupação americana e da escalada de violência e mortes que acarreta por todos os lados, a guerra inventada por Bush segue vitimando também os norte-americanos, sua juventude, suas liberdades e seu modo de viver


Howard Zinn

As florescentes indústrias do medo permanente

A guerra contra o terrorismo fortalece um projeto de sociedade que ameaça as liberdades civis e é gerido pela colaboração sem limites de instituições públicas com poderes privados, que encontram na gestão do medo uma reserva durável de lucro


Denis Duclos

Hiroshima, 6 de agosto de 1945

O norte-americano John Hersey foi um dos primeiros jornalistas estrangeiros a chegar ao local onde explodiu a primeira bomba nuclear da história, matando, de um só golpe, 100 mil pessoas e provocando formas inéditas e terríveis de sofrimento humano. Publicado primeiramente no New Yorker, seu testemunho é considerado um dos clássicos da reportagem de guerra


John Richard Hersey

O corpo de Che

Pela primeira vez, 38 anos depois, o relato da chegada do corpo do revolucionário recém assassinado pelo exército boliviano, sob orientações de oficiais norte-americanos e de agentes da CIA, antes de sua apresentação para a mídia internacional


Richard Gott

O inferno nas maquiadoras

Nas confecções instaladas em países da América Central, como a Guatemala, reina a repressão ao movimento sindical e a superexploração da mão-de-obra


Phillippe Revelli

O sucesso de uma luta mundializada

Em El Salvador, uma maquiadora se torna exemplo de organização sindical, mas ainda enfrenta boicote e concorrência aviltante


Phillippe Revelli

A China sacode a ordem mundial

Com uma diplomacia bastante flexível, a China busca construir as condições para um mundo multipolar e para se firmar como referência asiática


Martine Bulard

Conflitos e convergências

Nas relações entre China e Índia, competições no campo diplomático e econômico ainda são barreiras à convivência pacífica


Martine Bulard

Abandonar Gaza para segurar a Cisjordânia

Apesar da extremista oposição dos colonos contra a retirada e de suas ameaças de confronto com o exército, tudo pode não passar de uma simples demonstração de força para evitá-la, no futuro, na Cisjordânia, onde as colônias não param de aumentar


Meron Rapoport

Declarar a pobreza ilegal

Durante a reunião do G8, em Gleneagles (Escócia), no iltimo mês de julho, importantes manifestações aconteceram em diversas partes do mundo – dentre as elas, o mega-festival Live 8, que aconteceu no dia 2 de julho simultaneamente em Londres, Paris, Roma, Berlim, Moscou, Joanesburgo, Tóquio, Filadélfia e Toronto para pedir o fim da pobreza na África. O objetivo dessas manifestações era fazer pressão sobre os dirigentes das oito principais potências econômicas do planeta e lhes forçar a erradicar a pobreza. Os esforços foram em vão. Entretanto, as soluções existem. E para colocá-las em prática, bastaria primeiro declará-la ilegal, proibindo a existência de pobres em todos os cantos do mundo


Ricardo Petrella

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