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Uma iniciativa


» 7 de agostos de 2020

» Os dois combates de Flávio Dino

» A Embraer continua nossa: e agora?

» Feminismo e internet: as fronteiras para o livre saber

» Por que ultradireita teme um Estado de Emergência

» 6 de agosto de 2020

» Hiroshima, 75 anos

» Cinema: as engrenagens do ódio, vistas por dentro

» Quem é responsável pelos crimes da PM?

» Equador e Bolívia: ressurge o golpismo latino-americano

Rede Social


Edição francesa


» Ignorance toxique

» L'Etat utopique ou la haine de l'histoire

» Tunisie : du protectorat à l'autonomie interne

» Algérie : Les réformes de 1947 et l'intégration

» « The Economist », le journal le plus influent du monde

» L'avènement du tourisme de masse... Près de chez soi

» Babel jeune et innocente

» Des usages de Bach

» Rendez-vous avec Frantz Fanon

» Dans la jungle de Bornéo, des visiteurs en quête d'authenticité


Edição em inglês


» US-Iran: an election showdown?

» August: the longer view

» Hagia Sophia in Turkey's culture wars

» Pilgrimage routes

» Bolivia's shrinking glaciers

» It's the healthcare system, stupid

» The Twenty Years' war

» Government by the worst

» The eternal Johann Sebastian

» Wake up! I have things to say!


Edição portuguesa


» Edição de Agosto de 2020

» Prisioneiros do paradigma

» A guerra dos vinte anos?

» Offshores: paraíso para alguns, inferno para todos

» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago


janeiro 2006


Quando as sociedades dizem não

Um balanço das campanhas de mobilização cidadã que estão conseguindo, com base em plebiscitos, evitar a implantação de lojas da mega-transnacional


Olivier Estèves

Caracas

Pela primeira vez, o Fórum Social Mundial encontrará a Revolução Bolivariana e o conjunto das reformas que conduz o presidente Hugo Chávez


Ignacio Ramonet

Multinacional-pesadelo

Como uma pequena empresa de Arkansas transformou-se na maior corporação do planeta, ao rebaixar salários, reprimir sindicatos, chantagear governos e destruir pequenas empresas. Por que a tentação do "preço baixo" pode ser a porta de entrada para a contra-utopia neoliberal


Serge Halimi

O preço dos preços baixos

China, Uganda, Nicarágua, Suazilândia...: para abarrotar suas prateleiras de produtos baratos, a Wal-Mart espalha pelo mundo o trabalho sub-humano, os salários de fome e a repressão sindical


Jean-Christophe Servant

Abaixo os sindicatos

Em sua obra Nickel and dimed: Undercover in low wage USA, a autora relata sua experiência de assalariada do Wal-Mart, recebendo 7 dólares por hora. A passagem abaixo evoca a imagem que a empresa deseja mostrar de si mesma


Bárbara Ehrenreich

Poder quase sem fôlego

No instante do afastamento do israelense Ariel Sharon, e às vésperas de eleições nos dois países, o cenário político parece desolador para a Palestina e seu primeiro-ministro. Quais os motivos deste impasse e as possibilidades de superá-lo?


Hussein Agha, Robert Malley

Encruzilhada chinesa

Um país cada vez mais próspero e poderoso; uma sociedade ameaçada pela desigualdade e pela cópia dos padrões ocidentais. As contradições da China multiplicam o número de pequenos protestos e levam a elite intelectual a se perguntar sobre o futuro


Martine Bulard

Paraná, discreta resistência

O governo do Paraná ousa - e procura manter o Estado livre dos transgênicos. Mas ainda falta avançar muito


Renaud Lambert

As máscaras de Anthony Blair

Que há por trás das novas promessas de redução da dívida dos países mais pobres do continente


Demba Moussa Dembee

Da Federação aos protetorados europeus

Numa Europa de solidariedades, o ingresso das repúblicas balcânicas poderia curar feridas da guerra recente e ampliar direitos sociais. Mantidas as políticas européias atuais, o processo de adesão tende a ser traumático


Catherine Samary

Seqüelas de um péssimo acordo

Há dez anos, os europeus reduzem a Bósnia à condição de um protetorado político e econômico. Com quem poderão, agora, negociar a incorporação do país à UE?


Catherine Samary

Quem faz as guerras químicas

No momento em que os EUA usam fósforo branco e urânio empobrecido contra o Iraque, vale observar as seqüelas do agente laranja provoca no Vietnã, vinte anos após pulverizado


Francis Gendreau

Fósforo branco sobre Falluja

A revista do exército dos EUA descreve o produto químico como "arma psicológica" para desalojar insurgentes dos seus esconderijos, uma tática chamada "shake’n bake" ("agitar e assar")


Maria Wimmer

Abaixo a religião da Ciência

É hora de romper com o mito do Progresso herdado do Iluminismo. Ele impede de pensar que mesmo face à ciência e suas produções, os homens poderiam ser livres e iguais


Jacques Testart

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