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Uma iniciativa


» Nem todo Uber é capitalista

» Comuns, alternativa à razão neoliberal

» “Nova” ultradireita, filha dos neoliberais

» Como os PMs são formados para a incivilidade

» Cinema: três filmes para olhar além da fronteira

» Pacote Guedes (1): Uma distopia cujo tempo passou

» Pacote Guedes (2): Unidos pelo fundamentalismo

» A execução de Baghdadi e o autoengano do Ocidente

» Por que fracassou o mega-leilão do Pré-Sal

» O alento de Mafalda, a rebeldia chilena e… o Brasil

Rede Social


Edição francesa


» Il y a cent cinquante ans, la révolte des cipayes

» Hôpital entreprise contre hôpital public

» Dernières nouvelles de l'Utopie

» Très loin des 35 heures

» Qui a profité de l'unification allemande ?

» Chantages ordinaires chez General Motors

» Gagnants et perdants de l'ouverture chinoise

» L'islam au miroir de la télévision

» Laïcité et égalité, leviers de l'émancipation

» Insécurité sociale programmée


Edição em inglês


» November: the longer view

» Ibrahim Warde on the rise and fall of Abraaj

» Fighting ISIS: why soft power still matters

» Life as a company troll

» The imperial magazine

» Setting Socrates against Confucius

» Price of freedom on the road

» Global business of bytes

» A firm too good to be true

» In the GDR, old debts and big profits


Edição portuguesa


» No Brasil, os segredos de um golpe de Estado judiciário

» Edição de Novembro de 2019

» Sempre uma coisa defronte da outra

» OTAN: até quando?

» Alojamento local-global: especulação imobiliária e desalojamento

» Rumo a uma governança participativa da vida nocturna de Lisboa

» A Expo'98 e o Parque das Nações: Estado, gentrificação e memória urbana

» Uma história do Habita

» «Ficar sem Tecto»: as demolições no Bairro 6 de Maio

» Gentrificação e turistificação: o caso do Bairro Alto em Lisboa


abril 2006


"Doentes" ou rebeldes?

Acusada pela direita de ser "o órgão doente da Europa", a França é, ao contrário, um país que resiste. O protesto dos jovens é o repúdio à globalização selvagem, à tomada do poder pelas finanças e à precarização do trabalho


Ignacio Ramonet

O trigo e o joio

Por seu potencial futuro, a transgenia deve ser cada vez mais praticada em laboratório. Mas não há sentido em cultivar plantas modificadas agora - quando nenhum risco foi afastado, nenhuma conquista relevante alcançada e o único interesse que prevalece é o das transnacionais


Arnaud Apoteker, Jacques Testart

"Plantas-remédios": desnecessárias e perigosas

A manipulação genética é utilizada há um quarto de século para produzir, em laboratório, insulina, vacinas e outros medicamentos. Cultivar as plantas na natureza não traz nenhum benefício novo, e introduz o risco de contaminação


Christian Vélot

Coexistência, engodo dos tolos

Numa montanha do Círculo Polar Ártico, a Noruega cava uma galeria gelada, procura reunir a biodiversidade do planeta e demonstra, na prática: não há defesa contra a contaminação por transgênicos


Frédéric Prat, Robert Ali Bric de la Perrière

Desastroso laboratório argentino

Terrível balanço do avanço da soja transgênica: desflorestamento, concentração da terra, dependência e intoxicação dos trabalhadores rurais


Pierre-Ludovic Viollat

O direito de dizer "não"

No Mali, uma das vítimas do dumping do algodão praticado pelos EUA, um júri de agricultores rejeita as pressões para introduzir dos OGM e defende uma agricultura de inclusão social e respeito à natureza


Roger Gaillard

Um problema de redistribuição

Há soluções perfeitamente viáveis para alimentar os 850 bilhões de seres humanos que passam fome. Elas não estão relacionadas à genética, mas à valorização do saber camponês e à redivisão de riquezas


Marc Dufumier

Aposta errada, monsieur Villepin

Ao propor trabalho precário como "alternativa" para a juventude menos qualificada, o premiê francês ignorou a oposição francesa ao neoliberalismo, manifestada no plebiscito de 2005. Mais: a nova revolta dos jovens pode romper barreiras entre periferia e universidade


Frédéric Lebaron , Gérard Mauger

As novas ambições do Japão

Seis décadas depois de ser vencido e ocupado pelos EUA, o país firma acordo militar estratégico com o antigo oponente. Temor em relação ao poderio chinês? Desejo de projetar sua própria força?


Emilie Guyonnet

O Império ilude a si mesmo

Como a CIA e outras agências foram manipuladas, nas guerras contra Vietnã e Iraque, para produzir as "informações" que interessavam à Casa Branca e iludir a opinião pública. Por que esta deformação pode ser catastrofica para os próprios planos militares dos EUA


Gabriel Kolko

Reféns da guerra trágica

A possível reeleição do presidente Uribe e a continuidade de sua "guerra total" contra as guerrilhas deixam mais distante a troca humanitária de prisioneiros com as FARC


Maurice Lemoine

A possível troca humanitária

Na longa guerra travada entre governo e guerrilhas, já houve, em diversos momentos, troca de prisioneiros


Abelhaweb

Centro-esquerda, esperança e conflito

Muito próxima de uma vitória eleitoral, a coalizão anti-Berlusconi propõe um programa bem mais avançado que o de sua primeira passagem pelo governo. Mas ainda está longe de resolver tensões internas e demonstrar que poderá liderar mudanças profundas


Andrea Colombo

Um balanço assustador

O "contrato com os italianos", que garantiu a vitória do primeiro-ministro, há cinco anos, foi descumprido. Em seu lugar, o país viveu declínio econômico, ataque ao serviço público, atentados à democracia


Pierre Musso

As razões de um vazio

A derrota provável do berlusconismo vai virar uma página na vida política italiana. O problema é a falta de ânimo da oposição para buscar alternativas reais ao neoliberalismo


Dominique Vidal

Arábia Saudita, frágil solução

As reservas sauditas, grande esperança dos Estados Unidos para atender à crescente demanda por petróleo, estão mais perto do esgotamento do que se imagina


Michael T. Klare

Caos e ira nos campos da Nigéria

Na Nigéria multiplicam-se, junto com os lucros das transnacionais petrolíferas, a revolta social e os bandos armados


Jean Christophe Servant

A nova fronteira liberal

Propor a substituição das políticas públicas por caridade plutocrática, e sugerir a dissolução definitiva do Estado Social, pode ser a quimera radical dos neoliberais


Frédéric Lordon

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