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Uma iniciativa


» 26 de novembro de 2021

» Mundo em desencanto: a alternativa do Comum

» Da tabelinha futebol e literatura sai gol de letra

» A potente imaginação política do Teatro Legislativo

» O tempo de tecer comunidade

» Somos todos cavalos

» 25 de novembro de 2021

» O colonialismo digital e o convite à impotência

» A volta às aulas e a suposta “geração perdida”

» Cinema: Satyajit Ray, poeta da clareza e discrição

Rede Social


Edição francesa


» Revendications et occupations en mer de Chine méridionale

» Le Vietnam

» De la décolonisation à la troisième guerre du Vietnam

» Diaspora vietnamienne

» Vietnam, comparaisons régionales

» La libération inachevée des Afro-Américains

» L'apparition d'un nouveau type d'homme

» Une flammèche obstinée a embrasé la Guadeloupe

» Élection présidentielle américaine : des frontières, pour qui, pour quoi ?

» Bouchers roumains pour abattoirs bretons


Edição em inglês


» China is open for investment

» Colonial accountability in Niger

» In search of luxurious communism

» November: the longer view

» The carbon balance

» CO2 emissions around the world

» What's in a phone?

» If only Assange had been Navalny

» India's silent but deadly killer

» The Gulf shuts out its migrant workforce


Edição portuguesa


» Edição de Novembro de 2021

» O tecto de vidro europeu

» E a Grécia volta a ser exemplar

» Edição de Outubro de 2021

» Um império que não desarma

» Convergir para fazer que escolhas?

» O mundo em mutação e o Estado - em crise?

» Edição de Setembro de 2021

» Transformação e resiliência

» O caminho de Cabul


julho 2008


As três crises

Cada vez mais intensos, os solavancos das finanças mundiais podem provocar crise sistêmica, e depressão semelhante à de 1929. A esta derrocada estão entrelaçadas a escassez de alimentos e da alta dos combustíveis. Vivemos as conseqüências de 25 anos de neoliberalismo. Mas quando diremos basta?


Ignacio Ramonet

Do Período Especial à ascensão de Raul

Surpreendentes na aparência, as mudanças políticas vividas por Cuba são desdobramentos da virada aberta nos anos 1990, quando se reverteu a postura de alinhamento à União Soviética. Mas não levarão a um processo de “abertura” como imaginado em Washington


Stephen Wilkinson

Sair do caos sem cair na lei da selva

"Quando me perguntaram, há cinco anos, se eu pensava que o futuro de Cuba seria socialista, respondi que sim, mas que o socialismo do século 21teria de ser reinventado. Esse verbo era, e é, muito importante, porque não se trata de resgatar com retoques o socialismo que tivemos e que temos"


Aurelio Alonso

O urânio na raiz do conflito

Um dos países mais pobres do mundo vive de novo em estado de guerra civil, em virtude... de suas riquezas. Terceiro maior produtor de urânio do planeta, o Níger entrega o minério à exploração de transnacionais — que têm o apoio das forças armadas contra a população tuaregue


Anna Dednik

Rap à francesa

Como alternativa à anestesia da música bem-comportada, artistas e grupos como D’, La Rumeur e Keny Arkana propõem crítica social, resistência e resgate de direitos. Fincados nas periferias "problemáticas" e ligados à migração, eles não recuam nem diante dos boicotes, nem da censura


Jacques Denis

A fratura exposta da democracia

A recente rejeição dos irlandeses ao Tratado de Lisboa não passa de um sintoma visível de um mal muito mais profundo: o distanciamento da União Européia dos cidadãos europeus. É por isso que, na maioria das vezes, os parlamentos nacionais afastaram a população das decisões, excluindo a possibilidade de referendos


Bernard Cassen

Promessa européia...

Por trás do véu do Tratado de Lisboa pode-se encontrar mais um sorriso amarelo. Democracia, segurança, mudanças climáticas entram na lista de uma Europa Unida. Ao mesmo tempo, em que xenofobia, guerras contrastam com as aclamadas liberdade, igualdade e fraternidade


Serge Halimi

Redistribuição de renda às avessas

O discurso predominante sobre a dívida pública na França culpa os assalariados e os direitos sociais pelo tamanho do rombo. Mas por trás do alarmismo escondem-se os poucos indivíduos que lucram com essa “crise”: as famílias que têm renda suficiente para poupar e investir no mercado financeiro


Bruno Tinel e Franck Van de Velde

O futuro da BBC

Permanecer no ar por mais de 80 anos recusando-se a ter anunciantes não é fácil. Principalmente em uma época em que as emissoras privadas chegam, de forma gratuita, até a maioria dos domicílios. Em meio a corte de gastos com a programação e folha de funcionários, a rede britânica busca saídas para sua crise


Jean-Claude Sergeant

Nem privada, nem estatal
Com informações da BBC Brasil

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