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Uma iniciativa


» A desigualdade brasileira posta à mesa

» Fagulhas de esperança na longa noite bolsonarista

» 1 de setembro de 2020

» O fim do mundo e o indiscreto racismo das elites

» O milagre da multiplicação de bilhões — para os bancos

» Movimento sindical em tempos de tormenta

» 31 de agosto de 2020

» A crucificação de Julian Assange

» Nuestra America: os cinco séculos de solidão

» Ir além do velho mundo: lições da pandemia

Rede Social


Edição francesa


» Place Tahrir, un symbole assiégé

» Au Vietnam, l'agent orange tue encore

» Prudente détente gréco-turque

» Les journalistes américains en accusation

» Israël et la tentation chrétienne

» Du « grand tour » à Sciences Po, le voyage des élites

» Pouvoirs du roman

» Guérilla contre l'avortement aux Etats-Unis

» Au-delà de la fraude électorale, le Pérou profond

» Privés de vie privée


Edição em inglês


» Toward politically engaged scholarship

» Fake news: A false epidemic?

» The financiers who backed Brexit

» January: the longer view

» Mutual suspicion in Greece's borderlands

» Border tensions

» Disunited States of America

» The British monarchy's smoke and mirrors

» UK Brexiteers' libertarian goal

» Time to reform the Peruvian system


Edição portuguesa


» Edição de Janeiro de 2021

» O presidente, a saúde e o emprego

» Quem será o próximo inimigo?

» Edição de Dezembro de 2020

» A democracia desigual e os neoliberais autoritários

» A amarga vitória democrata

» A segunda morte da Europa

» Ofereça uma assinatura de 6 meses, apenas €18

» Edição de Novembro de 2020

» A máquina infernal


julho 2008


As três crises

Cada vez mais intensos, os solavancos das finanças mundiais podem provocar crise sistêmica, e depressão semelhante à de 1929. A esta derrocada estão entrelaçadas a escassez de alimentos e da alta dos combustíveis. Vivemos as conseqüências de 25 anos de neoliberalismo. Mas quando diremos basta?


Ignacio Ramonet

Do Período Especial à ascensão de Raul

Surpreendentes na aparência, as mudanças políticas vividas por Cuba são desdobramentos da virada aberta nos anos 1990, quando se reverteu a postura de alinhamento à União Soviética. Mas não levarão a um processo de “abertura” como imaginado em Washington


Stephen Wilkinson

Sair do caos sem cair na lei da selva

"Quando me perguntaram, há cinco anos, se eu pensava que o futuro de Cuba seria socialista, respondi que sim, mas que o socialismo do século 21teria de ser reinventado. Esse verbo era, e é, muito importante, porque não se trata de resgatar com retoques o socialismo que tivemos e que temos"


Aurelio Alonso

O urânio na raiz do conflito

Um dos países mais pobres do mundo vive de novo em estado de guerra civil, em virtude... de suas riquezas. Terceiro maior produtor de urânio do planeta, o Níger entrega o minério à exploração de transnacionais — que têm o apoio das forças armadas contra a população tuaregue


Anna Dednik

Rap à francesa

Como alternativa à anestesia da música bem-comportada, artistas e grupos como D’, La Rumeur e Keny Arkana propõem crítica social, resistência e resgate de direitos. Fincados nas periferias "problemáticas" e ligados à migração, eles não recuam nem diante dos boicotes, nem da censura


Jacques Denis

A fratura exposta da democracia

A recente rejeição dos irlandeses ao Tratado de Lisboa não passa de um sintoma visível de um mal muito mais profundo: o distanciamento da União Européia dos cidadãos europeus. É por isso que, na maioria das vezes, os parlamentos nacionais afastaram a população das decisões, excluindo a possibilidade de referendos


Bernard Cassen

Promessa européia...

Por trás do véu do Tratado de Lisboa pode-se encontrar mais um sorriso amarelo. Democracia, segurança, mudanças climáticas entram na lista de uma Europa Unida. Ao mesmo tempo, em que xenofobia, guerras contrastam com as aclamadas liberdade, igualdade e fraternidade


Serge Halimi

Redistribuição de renda às avessas

O discurso predominante sobre a dívida pública na França culpa os assalariados e os direitos sociais pelo tamanho do rombo. Mas por trás do alarmismo escondem-se os poucos indivíduos que lucram com essa “crise”: as famílias que têm renda suficiente para poupar e investir no mercado financeiro


Bruno Tinel e Franck Van de Velde

O futuro da BBC

Permanecer no ar por mais de 80 anos recusando-se a ter anunciantes não é fácil. Principalmente em uma época em que as emissoras privadas chegam, de forma gratuita, até a maioria dos domicílios. Em meio a corte de gastos com a programação e folha de funcionários, a rede britânica busca saídas para sua crise


Jean-Claude Sergeant

Nem privada, nem estatal
Com informações da BBC Brasil

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