Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


Rede Social


Edição francesa


» Gramsci, un rayonnement planétaire

» L'ENA tentée par la philosophie des affaires

» Éloge du rire sardonique

» L'abstention gagne les classes moyennes

» Qui veut encore financer la presse ?

» L'unité de l'Algérie

» Créatrices et minotaures

» Absence d'enquêtes et bagarres de plateau, les recettes de l'information en continu

» Vive le « risque systémique » !

» Les transformations de l'économie continentale


Edição em inglês


» April: the longer view

» Africa's oil-rich national parks

» Montenegro's path to independence

» Japan's bureaucrats feel the pain

» Who's who in North Africa

» Being Kabyle in France

» Who wins in Chile's new constitution?

» Senegal's five days of anger

» Threat to Africa's parks

» Montenegro's ragged coalition


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

» Edição de Março de 2021

» Acertar nas fracturas


ALCA / NEGOCIAÇÕES

Uma estrutura complexa

Imprimir
enviar por email

Ler Comentários
Compartilhe

Por enquanto, a cidade-sede onde vem sendo negociada a criação da Alca é rotativa, mas o desejo declarado de Washington é o de que Miami seja a sede permanente da Alca e a "capital" das Américas

Janette Habel - (12/10/2000)

Foi o presidente norte-americano George Bush (republicano) que propôs, em 1990, a criação de uma área de livre comércio das Américas: seria uma "estréia" de parcerias entre uma hiperpotência e países em vias de desenvolvimento. A iniciativa foi retomada, em 1992, por William Clinton (democrata). O projeto conta, portanto, com o apoio conjunto dos dois partidos no Congresso.

A Cúpula das Américas, realizada em Miami em 1994, reuniu pela primeira vez — desde a conferência de Punta del Este, em 1967 — todos os chefes de Estado ou de governo da região (à exceção de Fidel Castro). Foi lá que começaram a ser discutidas as modalidades de negociação prévias a um acordo. Após quatro anos de trabalho, a Segunda Cúpula das Américas deu início à negociação propriamente dita. Esta deveria, em princípio, concluir-se em 2005. Sua sede, em Miami até fevereiro de 2001, passará ser no Panamá, e depois no México. O desejo declarado de Washington, porém, é o de que Miami seja a sede permanente da Alca e a "capital" das Américas.

Uma estrutura ampla e complexa

Para conduzir as negociações a bom termo, foi criado um dispositivo complexo e bastante amplo. Uma Comissão de Negociações Comerciais (CNC) reuniu-se em junho de 1998, enquanto os nove grupos de negociação o fizeram em setembro do mesmo ano. Estes vêm fazendo um trabalho intenso sobre nove temas: o acesso aos mercados, os investimentos, os serviços, a minuta sobre mercados públicos, o acerto das divergências, a agricultura, os direitos de propriedade intelectual, as subvenções anti-dumping e direitos de compensação, e as políticas da concorrência. Uma comissão tripartite apóia o projeto; ela é composta pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), pela Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe (Cepalc) e pela Organização dos Estados Americanos (OEA). As empresas privadas são representadas por país e por setor através do America’s Business Forum (ABF). Os acordos devem obedecer aos critérios da OMC.

Traduzido por Jô Amado.




Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos