Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» A China tem uma alternativa ao neoliberalismo

» Marielle, Moa, Marley, Mineirinho

» As trapaças do gozo individual

» Vermelho Sol, fotossíntese da violência

» Assim arma-se a próxima crise financeira

» Quantos anos o automóvel rouba de sua vida?

» Guerra comercial: por que Trump vai perder

» Mulheres indígenas, raiz e tronco da luta pelo território

» Por que a educação voltou às ruas?

» O ditador, sua “obra” e o senhor Guedes

Rede Social


Edição francesa


» Boulevard de la xénophobie

» Une machine à fabriquer des histoires

» Un ethnologue sur les traces du mur de Berlin

» Le stade de l'écran

» Un ethnologue à Euro Disneyland

» Lénine a emprunté ses règles d'action à des écrivains radicaux du siècle dernier

» Le rêve brisé de Salvador Allende

» Un ethnologue à Center Parcs

» La dilapidation mortelle des ressources

» Pas de démocratie sans conflit


Edição em inglês


» Manufacturing public debate

» August: the longer view

» Trump returns to the old isolationism

» Yellow vests don't do politics

» Kurdish territories in northern Syria

» The changing shape of the Balkans: 1991 / 2019

» Minorities in Kosovo

» Borders 1500-2008

» Man with a mission or deranged drifter

» The Louise revolution


Edição portuguesa


» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019

» Inconsistências (ou o sono da razão?)

» Comércio livre ou ecologia!

» Edição de Junho de 2019

» As pertenças colectivas e as suas conquistas

» A arte da provocação

» 20 Anos | 20% desconto


CORRUPÇÃO

Um arsenal pouco utilizado

Imprimir
Enviar

Ler Comentários
Compartilhe

Bernard Cassen - (01/05/2001)

1995*

A União Européia adota a Convenção Relativa à Proteção dos Interesses Financeiros das Comunidades Européias, completada — em 1996 e 1997 — por dois protocolos adicionais e um protocolo interpretativo.

1996*

A Organização dos Estados Americanos (OEA) adota a Convenção Interamericana contra a Corrupção

1996

A Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas adota o Código de Comportamento dos Agentes Públicos, assim como uma Declaração contra a Corrupção nas Transações Comerciais Internacionais.

1997*

A Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) adota a Convenção sobre a Luta contra a Corrupção de Agentes Públicos Estrangeiros nas Transações Comerciais.

1997*

A União Européia adota uma Convenção sobre a Luta contra a Corrupção envolvendo funcionários das Comunidades Européias ou de Estados-membros.

1998

A União Européia adota uma "ação comum" contra a corrupção no setor privado.

1998

A Assembléia Geral da ONU adota a Resolução sobre a Luta Contra a Corrupção.

1999*

Adoção, pelo Conselho da Europa, de uma convenção civil e de uma convenção penal contra a corrupção.

1999

Criação do Grupo dos Estados contra a Corrupção do Conselho da Europa — Greco.

2000*

Adoção, em Palermo, da Convenção das Nações Unidas sobre a Luta contra o Crime Transnacional Organizado, envolvendo a corrupção passiva e ativa.

2000

Iniciativa anti-corrupção no contexto do Pacto de Estabilidade no Sudeste Europeu (Bálcãs).

2001*

As Nações Unidas lançam a negociação de um instrumento específico de luta contra a corrupção, de vocação universal.

(Até o momento, entre os instrumentos jurídicos de poder restritivo — assinalados com um asterisco — somente as convenções da OEA e da OCDE foram ratificadas e entraram em vigor.)
(Trad.: Jô Amado)




Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos