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A febre do harmattan

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A bactéria instala-se na faringe. Atravessa as mucosas, passa pelo sangue e atinge as meninges. Os primeiros sintomas são uma febre alta e violentas dores de cabeça, vômitos e rigidez na nuca. O coma e a morte podem seguir-se rapidamente

Jean-Philippe Chippaux - (01/05/2001)

A meningite é uma infecção das meninges, que constituem a capa protetora do cérebro e da medula espinhal. Nos países industrializados, o contágio é geralmente limitado devido a fatores ambientais e médicos mais favoráveis. Em compensação, nos países tropicais do "cinturão da meningite",1 as epidemias são incentivadas pela perda da imunidade coletiva, devido aos nascimentos que aumentam o número de pessoas que nunca tiveram contacto com o germe, e às condições climáticas, principalmente o harmattan, vento seco e carregado de poeira, que debilita as mucosas do aparelho respiratório.

Tratamento e prevenção

As epidemias crescem com a perda da imunidade coletiva e com o aumento do número de pessoas que nunca tiveram contacto com o germe

O meningococo instala-se na faringe. Atravessa as mucosas e, aproveitando-se de uma irritação, passa pelo sangue e atinge as meninges. Os primeiros sintomas são uma febre alta acompanhada por violentas dores de cabeça, vômitos e rigidez na nuca. O coma e a morte podem seguir-se rapidamente.

Na África, o tratamento consiste em uma injeção única de cloranfenicol, um antibiótico eficaz e barato. A prevenção é conseguida com a vacinação, muito eficaz no combate às espécies meningocócicas existentes na África. As atuais vacinas protegem pessoas com mais de 2 anos de idade por um período de 5 anos: a nova geração permitirá conseguir imunidade por um período mais longo, e poderá ser aplicada desde a idade de 3 meses.
(Trad. Celeste Marcondes)

1 - A região da savana subsaariana denominada o "cinturão da meningite" pelo clínico-geral Lapeysonnie, é a sede de epidemias cíclicas a cada quatro ou seis anos. Chegada em 1988 à África, a bactéria continua presente após ter provocado três severas ondas epidêmicas.




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