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A guerra da História da Ásia

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A “amnésia” japonesa é uma herança da Guerra Fria. O Japão foi empurrado para o lado dos “bons” e o invasor norte-americano preocupou-se mais em reconstituir uma direita forte do que em pressionar o país a examinar o seu passado

Philippe Pons - (01/10/2001)

A polêmica foi suscitada pela onda revisionista japonesa, negando ou minimizando as atrocidades cometidas durante a guerra pelo exército imperial

A crise econômica e política que vem atravessando nos últimos dez anos, fez com que o Japão perdesse a influência internacional a que os êxitos das décadas precedentes lhe permitiam aspirar. Acrescente-se a esse declínio, em termos de força e de imagem, uma antipatia difusa, perceptível na China e na Coréia e mais ou menos compartilhada em outros países, devido à maneira pela qual o Japão enfrenta – ou evita enfrentar – suas responsabilidades por ocasião da última guerra.

As polêmicas suscitadas pela onda revisionista japonesa, negando ou minimizando as atrocidades cometidas pelo exército imperial – e pela visita, no dia 13 de agosto de 2001, do primeiro-ministro Junichiro Koizumi ao santuário de Yasukuni, onde são venerados tanto mortos pela pátria quanto criminosos de guerra – tendem a repetir-se. Não só porque o revisionismo nipônico vem ganhando audiência, mas porque o resto da Ásia continua se revoltando com uma visão da história que está longe de ser límpida, devido às questões de fundo político não formuladas que ela veicula. A controvérsia persistirá enquanto o Japão e o resto da Ásia não chegarem a uma visão compartilhada de sua história.

Absolvendo o principal responsável

Em nome de que seriam os japoneses levados a reavaliar a memória nacional, se o vencedor absolveu o principal responsável, o imperador Hiroito?

Ninguém duvida que o Japão seja culpado de uma agressão e que tenha cometido atrocidades. Mas seria interessante compreender melhor, por exemplo, os motivos que o levaram a essa agressão – o que em nada justifica as atrocidades. Está também por esclarecer a imagem que tinha, na época, a única potência não-ocidental que resistiu ao colonialismo americano-europeu junto aos dirigentes dos movimentos independentistas e revolucionários da região1. E resta, finalmente, examinar o impacto do colonialismo sobre o desenvolvimento dos países ocupados: uma proposta iconoclasta mesmo para respeitáveis historiadores coreanos.

A “amnésia” japonesa é, em grande parte, uma herança da Guerra Fria. O Japão foi empurrado para o lado dos “bons”, no conflito Leste-Oeste, e o invasor norte-americano preocupou-se mais, desde o início, em reconstituir uma direita forte do que em exercer qualquer tipo de pressão para que o país examinasse o seu passado. Em nome de que seriam os japoneses levados a fazer uma dolorosa análise da memória nacional, quando o vencedor havia absolvido o principal responsável – Hiroito, o homem em nome de quem a guerra havia sido travada?

Visões ambíguas da história

O problema da História da Ásia é a distância que separa o trabalho dos historiadores da percepção popular, sujeita à interpretação política do passado

Se Hiroito “não foi considerado responsável por desencadear a guerra e por a ter travado, por que esperar que o cidadão comum reflita sobre o passado e pense seriamente em sua própria responsabilidade?”, pergunta o historiador John W. Dower em seu esclarecedor livro sobre o imediato pós-guerra Embracing defeat (publicado pela editora Norton & Company, 1999). A obra, que estuda o comportamento das pessoas comuns através da imprensa, das histórias em quadrinhos (manga), do cinema e da literatura, ganhou o Prêmio Pulitzer do ano 2000. Um outro livro, também ganhador do Pulitzer (2001), Hirohito and the making of modern Japan, de Herbert Bix (publicado pela Harper Collins), desmonta, por sua vez, os mecanismos da responsabilidade de Hiroito. Ambos foram traduzidos para o japonês. O que não significa que os próprios historiadores japoneses não se tenham dedicado ao assunto: sem querer tirar o mérito do livro de Bix, ele tem uma enorme dívida – reconhecida, aliás, pelo autor – para com os trabalhos de historiadores japoneses, como Yutaka Yoshida e Osamu Watanabe.

O grande problema da História da Ásia é a distância que separa o resultado do trabalho dos historiadores de uma percepção popular que, em grande parte, ainda está sujeita a interpretações políticas do passado. Nesse sentido, a visão da história da China e da Coréia – principais acusadores do Japão – está longe de ser isenta de ambigüidades. No caso da China, ela se conforma à “ortodoxia” do Partido Comunista. É verdade que evoluiu: a China de Mao não insistia tanto no massacre de Nanquim. O caso foi repisado por Deng Xiao-ping quando de sua visita a Tóquio, em 1978 (assinatura do Tratado de Paz entre os dois países), com o objetivo de mostrar sua força aos japoneses e de se reabilitar frente aos adversários de sua política de abertura.

Renascimento do nacionalismo?

“Como exigir dos japoneses que reconheçam seus erros, se nós próprios não esclarecemos os nossos?”, pergunta o historiador coreano Han Hong-koo

A Coréia agarrou-se ao drama das “mulheres revigorantes2” (200 mil asiáticas, em sua maioria coreanas, forçadas a se prostituir para o exército nipônico) no início da década de 90 e, a partir de então, vem martelando na responsabilidade dos japoneses – que não têm qualquer dúvida a respeito do caso, que foi denunciado pelo historiador Yoshiaki Yoshimi a partir de documentos de arquivos militares – sem, contudo, esclarecer as responsabilidades dos próprios coreanos (recrutadores e donos de bordéis) no drama. A Coréia, além disso, deixa passar sob silêncio o enorme problema da colaboração com o invasor durante o período colonial. “Como exigir dos japoneses que reconheçam seus erros, se nós próprios não esclarecemos os nossos?”, pergunta o historiador Han Hong-koo, da Universidade Sungkonghoe, de Seul.

Voltando ao caso do Japão, a Guerra Fria o isentou, de certa forma, de seus crimes e os Estados Unidos incentivaram a direita – que ajudaram a voltar ao poder – a contornar a constituição pacífica com que os próprios norte-americanos haviam dotado o arquipélago, permitindo a criação de um exército. A lei fundamental foi tão bem contornada, ao longo de sucessivas interpretações, que foi atingida uma brecha casuística. No que se refere a seu passado, o Japão agiu da mesma forma que agiu com a constituição: procurou contorná-lo, ao invés de o enfrentar. E encontra-se diante de um novo impasse: suas justificativas continuam sendo insuficientes e, de uma hora para outra, seus vizinhos poderão denunciar o renascimento do nacionalismo.
(Trad.: Jô Amado)

1 - Essas questões são abordadas por Michel Vié em Le Japon et le monde au XXe siècle, ed. Masson, Paris, 1995.
2 - N.T.: Femmes de réconfort, no original francês.




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