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Os danos da guerra financeira

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Os títulos mais suscetíveis de serem afetados pela tragédia de 11 de setembro – companhias aéreas, empresas de seguros e de resseguros, bancos de financiamento – sofreram uma forte especulação para baixo nos dias que antecederam os atentados

Ibrahim Warde - (01/11/2001)

Segundo o ministro da Defesa italiano, “por trás dessa especulação nos mercados internacionais escondiam-se Estados e organizações terroristas”

Teriam os autores dos atentados acrescentado às suas operações-suicidas uma especulação maciça nos mercados financeiros? Alguns movimentos suspeitos nas bolsas levam a crer que sim. Na verdade, os títulos mais suscetíveis de serem afetados pela tragédia – companhias aéreas, empresas de seguros e de resseguros, bancos de financiamento (em particular o Morgan Stanley, um dos principais ocupantes do World Trade Center, e o Merrill Lynch, cuja sede se encontra perto das duas torres) – sofreram uma forte especulação para baixo nos dias que antecederam os atentados de 11 de setembro.

Segundo Antonio Martino, ministro da Defesa italiano, não há qualquer dúvida que “por trás dessa especulação nos mercados internacionais escondiam-se Estados e organizações terroristas”. A tese parece plausível, já que o “bilionário” saudita Osama bin Laden, tido como mandante dos atentados, tinha começado sua “carreira” como principal tesoureiro da resistência afegã contra o invasor soviético. E, como afirmou o ministro italiano, “quem organizou os atentados de Nova York foram espíritos lúcidos em sua loucura, pois todo o mundo sabe que dinheiro dá poder1”.

O mundo subterrâneo das finanças

As autoridades das bolsas decidiram investigar essas transações suspeitas. Porém, alguns dias depois anunciavam o encerramento da investigação

As autoridades das bolsas decidiram investigar essas transações suspeitas em três continentes. Porém, alguns dias depois, a Securities and Exchange Commission (SEC) e suas co-irmãs britânica, alemã, holandesa, francesa e japonesa anunciavam o encerramento da investigação. Nada, segundo elas, permitia confirmar a tese de uma especulação premeditada, de uma informação privilegiada ou de manipulação de cotações.

Existe, sem dúvida, uma explicação mais convincente – e menos macabra – para esses movimentos especulativos: na véspera dos atentados, a queda nas bolsas parecia tender a se agravar, os analistas financeiros previam maus resultados para os setores aeronáuticos e de seguros e a imprensa especializada multiplicava-se em detalhes sobre os problemas jurídicos e financeiros do Merrill Lynch e do Morgan Stanley2.

A rapidez com que foi encerrada a suspeita de especulação também traduz a impotência dos fiscais das bolsas frente aos excessos da desregulamentação, bem como da pouca pressa que o planeta financeiro tem para esclarecer suas próprias zonas obscuras. Os órgãos de controle das bolsas dispõem, em teoria, de um vasto arsenal de investigação e repressão aos delitos financeiros; na realidade, porém, a opacidade do sistema limita sua margem de manobra. Pois se transações simples (compra e venda de ações por particulares) podem ser facilmente identificadas, os movimentos que realmente mexem com os mercados – transações complexas e sofisticadas, elaboradas por especialistas da engenharia financeira, como as operações realizadas pelos misteriosos hedge funds (fundos especulativos)… – escapam freqüentemente a qualquer tipo de detecção. Por outro lado, o mundo subterrâneo das finanças, composto por empresas-espelho, por paraísos fiscais e por produtos derivados indecifráveis, insiste em manter seus segredos.

A luta contra a lavagem de dinheiro

Se transações simples podem ser facilmente identificadas, os complexos movimentos que realmente mexem com os mercados dificilmente são detectados

Desde o início da década de 80, as exigências normativas que, durante muito tempo, “engessaram” o mundo das finanças vêm sendo abolidas. Desregulamentação, liberalização, privatização: essas são as palavras-chaves do movimento nascido nos Estados Unidos que se espalha progressivamente através do mundo. Sob o pretexto de criar um verdadeiro “mercado de capitais”, era preciso dar liberdade total aos operadores financeiros e permitir aos capitais circularem livremente através das fronteiras. Logicamente, os mercados financeiros passaram por um crescimento sem precedentes, pagando, no entanto, o preço do aumento da delinqüência financeira e da desestabilização das bases da economia subjacente3.

A única exceção a este princípio de liberalização dos mercados foi a intensificação progressiva da luta contra a “lavagem de dinheiro”. Concebida inicialmente pelo governo Reagan para secar a fonte do tráfico de drogas – cujos efeitos se alastravam pelas cidades norte-americanas – ela foi reforçada pelos governos de Bush e Clinton. Os métodos enérgicos e a retórica da “tolerância zero” se chocavam contra as proteções legais e constitucionais, bem como contra a lógica de liberalização irrestrita. Cada vez mais politizada, a luta contra a lavagem acabou abrangendo todas as formas de “dinheiro sujo” (corrupção, terrorismo etc.) e se estendeu ao planeta inteiro graças aos esforços do Grupo de Ação Financeira sobre a Lavagem de Capitais (GAFI), criado em 1989 pelo G7.

Guerra às instituições financeiras

Sob o pretexto de criar um verdadeiro “mercado de capitais”, deu-se liberdade total aos operadores financeiros, permitindo-se o fluxo livre de capitais

A chegada ao poder do novo governo Bush, muito próximo ao mundo dos negócios, prometia enfraquecer o arsenal anti-lavagem. Como afirmou Paul O’Neill, secretário do Tesouro: “Faz quinze, talvez até vinte cinco anos que temos um programa de luta contra a lavagem de dinheiro, destinado a impedir os criminosos de transferirem seus fundos para a economia mundial. Gastamos mais de 700 milhões de dólares por ano nessa campanha, sem termos o nosso dinheiro de volta. Efetuamos uma única apreensão significativa nesses vinte cinco anos.” Como explicar então a escalada da guerra contra a lavagem? Segundo o comentário um pouco irônico de O’Neill, “qualquer ação é entendida como progresso4”. Nessa área, os efeitos de anúncios (criação de comitês ou de núcleos de crise, conferências internacionais, bloqueio de contas, apreensões, divulgação de listas negras), dão a impressão de uma lista de realizações impressionante, mesmo quando o resultado real é bem pequeno.

Como em tantas outras áreas, o drama de 11 de setembro mudou todos os dados. Na “nova” guerra prometida pelos Estados Unidos, a primeira batalha deu-se na área financeira. No domingo, 23 de setembro, acompanhado do secretário do Tesouro e do secretário de Estado, Colin Powell, George W. Bush anunciou: “Hoje demos um golpe nas fundações financeiras da rede planetária do terror.” Reconhecendo que a maior parte dos bens da “rede Bin Laden” se encontra fora do território norte-americano, o presidente Bush lançou uma advertência solene “aos bancos e instituições financeiras do mundo”: “Iremos trabalhar com seus governos e lhes pediremos para bloquearem a capacidade dos terroristas terem acesso aos seus fundos. Se vocês se recusarem em nos ajudar, divulgando as informações de que dispõem, ou em fecharem as contas deles, o departamento do Tesouro dispõe, de agora em diante, da autoridade necessária para bloquear os bens e as transações que vocês possuem nos Estados Unidos.”

O equívoco básico da operação

Como em tantas outras áreas, o drama de 11 de setembro mudou muita coisa. Na “nova” guerra dos EUA, a primeira batalha deu-se na área financeira

Um decreto presidencial colocou de imediato na mira vinte e sete indivíduos e organizações: Osama bin Laden, seus onze principais oficiais, onze grupos terroristas e quatro organizações de caridade. Quando anunciou, uma semana depois, o embargo de cinqüenta novas contas, o presidente Bush acrescentou que isso constituía um “progresso na frente financeira5”. Desde então, outras listas foram publicadas, e os recursos dos órgãos de luta contra a lavagem, em particular do GAFI, se beneficiaram de um aumento maciço.

Essa guerra financeira, baseada no princípio de que “o crime organizado é motivado pelo lucro financeiro”, apóia-se, no fundo, num equívoco6. A lógica dos autores dos atentados é diferente da dos traficantes de drogas ou das máfias. Segundo o FBI, que analisou detalhadamente a situação financeira dos dezenove comandos suicidas, as operações de 11 de setembro não teriam custado mais de 200 mil dólares. Os terroristas viviam de maneira modesta, alguns faziam bicos, outros recebiam dinheiro da família. Apenas as aulas de pilotagem pareciam necessitar uma ajuda financeira externa. Em 1993, um primeiro atentado contra o World Trade Center, que causou seis mortos e mil feridos, custou apenas 20 mil dólares7. Nessas condições, não é seguro que a asfixia das fontes de financiamento ponha fim à ameaça terrorista. Se existe um problema financeiro, é o de sujar, e não de lavar dinheiro: uma parte ínfima de valores legalmente obtidos é desviada para fins terroristas.

A lógica do castigo coletivo

O princípio de que “o crime organizado é motivado pelo lucro financeiro” incorre num equívoco: a lógica dos autores dos atentados não é a das máfias

Isto leva a uma nova reflexão sobre a estratégia antiterrorismo – que privilegiaria, por exemplo, uma melhor qualidade de informação e de infiltração nos meios suspeitos – ao invés de se focalizar nos métodos clássicos antilavagem. As instituições financeiras já deviam declarar às autoridades qualquer transação duvidosa. Atualmente, devem manter uma verdadeira vigilância policial sobre seus clientes e conhecidos. Se as grandes instituições estão em condição de passar pela peneira, são os pequenos estabelecimentos, e principalmente aqueles ligados ao mundo muçulmano, que estão mais expostos.

Por outro lado, a suspeita já não se restringe aos circuitos financeiros tradicionais. A revelação de que um dos terroristas recebera três transferências, num valor total de 15 mil dólares, através de uma hawala8, um tipo de agência que se encontra em qualquer economia rudimentar, também as coloca na mira da luta antilavagem. Além disso, o apoio dado ao terrorismo por entidades de caridade desacreditou o setor caritativo por inteiro. Alguns comentaristas anti-muçulmanos repetem há anos que a razão de ser desse setor é financiar o terrorismo9. Na realidade, a importância desse setor é porque o dízimo (zakat) é um dos cinco pilares do islã10.

Resumindo, num clima de psicose, a associação muçulmano = fundamentalista = terrorista se espalha até a esfera financeira: qualquer fluxo financeiro vindo do mundo islâmico é tido como culpado. Na guerra financeira contra o terrorismo, a lógica do castigo coletivo – se um cabrito está doente, sacrifica-se o rebanho inteiro – já provoca danos colaterais.
(Trad.: David Catasiner)

1 - The Guardian, 18 de setembro de 2001.
2 - Ler, por exemplo, The Wall Street Journal, Nova York, 10 e 11 de setembro de 2001.
3 - Ler “Les assises du système bancaire ébranlées par la déréglementation”, Le Monde diplomatique, janeiro de 1991.
4 - Programa The Newshour with Jim Lehrer, PBS, 19 de setembro de 2001.
5 - Financial Times, 1º de outubro de 2001.
6 - www.ncis.co.uk National Criminal Intelligence Service (NCIS), Overview of Money Laundering.
7 - The New York Times, Nova York, 25 de setembro de 2001.
8 - Guichê de câmbio e agência de transferência de fundos, baseada na confiança de laços familiares e tribais, muito comum no Oriente Médio e no sub-continente indiano.
9 - The Wall Street Journal, 24 de agosto de 1998.
10 - Ler “Os paradoxos das finanças islâmicas”, Le Monde diplomatique, setembro de 2001.




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