Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Amazônia do Conhecimento ou da Ignorância?

» Protestos multiplicam-se: como participar

» Cinedebate: a crise ambiental brasileira em três filmes

» O cineasta em sua fauna

» A revolução do Emprego Garantido

» Segurança pública: hora de trazer a pauta para a esquerda

» Segurança pública: hora de trazer a pauta para a esquerda

» Para entender a crise de Itaipu

» “Não esqueçam Julian Assange”

» Índia ocupa a Caxemira muçulmana

Rede Social


Edição francesa


» Graves menaces sur la sécurité alimentaire mondiale

» Menaces sur l'Asie

» Le rap, complainte des maudits

» L'Afrique noire est-elle perdue ?

» Comment fut liquidée toute une génération d'opposants

» Eldridge Cleaver : le retour de l'enfant prodigue

» Population, subsistance et révolution

» Une nouvelle classe de petits potentats domine les villages

» Vers une « révolution agricole »

» En dehors de la « Petite Europe » d'autres débouchés s'offriront aux produits tropicaux


Edição em inglês


» On ‘la pensée unique'

» Manufacturing public debate

» August: the longer view

» Trump returns to the old isolationism

» Yellow vests don't do politics

» Kurdish territories in northern Syria

» The changing shape of the Balkans: 1991 / 2019

» Minorities in Kosovo

» Borders 1500-2008

» Man with a mission or deranged drifter


Edição portuguesa


» Edição de Agosto de 2019

» Plural e vinculado à esquerda

» Os talibãs de São Francisco

» Edição de Julho de 2019

» Inconsistências (ou o sono da razão?)

» Comércio livre ou ecologia!

» Edição de Junho de 2019

» As pertenças colectivas e as suas conquistas

» A arte da provocação

» 20 Anos | 20% desconto


ESTADOS UNIDOS

Bombas inteligentes e mortais

Imprimir
Enviar

Ler Comentários
Compartilhe

Em um ano intenso de trabalho sobre o urânio empobrecido e os efeitos de sua utilização sobre os seres humanos, pesquisador britânico estabelece relação com as armas usadas, com grande alarde, pelo Pentágono durante a guerra contra o Afeganistão

(01/03/2002)

N Texto

Os resultados da pesquisa nos dá uma visão da guerra – tanto a do Afeganistão quanto as que estão por vir – que surpreende e apavora

“A atual preocupação para os profissionais da medicina, para os representantes de entidades de ajuda humanitária e para os empregadores das pessoas enviadas à guerra é a ameaça de uma ampla contaminação, por urânio empobrecido, no Afeganistão.”

Isso é o que se lê nas conclusões do relatório, de cerca de 130 páginas, de Dai Williams, um inglês, pesquisador independente e psicólogo, especialista em condições de trabalho. Com o título Mystery Metal Nightmare in Afghanistan?, o texto resultou de mais de um ano de trabalho intenso sobre a questão do urânio empobrecido (UE) e os efeitos de sua utilização sobre os seres humanos.

Com base em sites oficiais na Internet1, assim como nos de fabricantes de armas, Dai Williams conseguiu descobrir dados preciosos, separá-los cuidadosamente e, finalmente, compará-los com as armas cuja utilização durante a guerra foi reconhecida – e até alardeada – pelo Pentágono. Desse trabalho resulta uma visão da guerra – tanto a do Afeganistão quanto as que estão por vir – que surpreende e apavora, simultaneamente.

Gratuito, para fabricantes de armas

O “aperfeiçoamento” do arsenal de guerra consiste na substituição da ogiva convencional por uma de “metal pesado e denso”, que só pode ser tungstênio ou urânio empobrecido

Desde 1997, os Estados Unidos vêm trabalhando e “aperfeiçoando” seu arsenal de mísseis e bombas teleguiadas “inteligentes”. Se é um fato que protótipos dessas armas foram testados nas montanhas do Kosovo, em 1999, um número consideravelmente superior foi experimentado no Afeganistão. Ocorre que o “aperfeiçoamento” em questão consiste na substituição de uma ogiva convencional por uma ogiva em “metal pesado e denso” 2. Calculando o volume e o peso desse misterioso metal, chega-se a duas conclusões possíveis: ou se trata de tungstênio ou de urânio empobrecido.

O tungstênio, no entanto, é problemático. Seu ponto de fusão extremamente alto (3.422 graus centígrados) torna-o difícil de trabalhar; é produzido pela China; e não queima.

Inflamável ao contato com o ar, o urânio empobrecido (UE), por sua vez, queima mediante impacto ou ao ser ateado. Com um ponto de fusão de 1.132 graus centígrados, é bem mais fácil de trabalhar. Como é lixo nuclear, é fornecido gratuitamente aos fabricantes de armas. Além do que, por ser utilizável por um imenso arsenal de armas, permite reduzir sensivelmente o problema da conservação de detritos nucleares.

Uma tonelada e meia de UE

Como o urânio empobrecido é considerado lixo nuclear, é fornecido gratuitamente aos fabricantes de armas, que o utilizam de várias formas

Esse tipo de arma pode penetrar, em segundos, dezenas de metros de concreto ou de rocha. Munida de um detonador operado por computador, que mede a densidade do material penetrado, a ogiva em UE, transformada em carga explosiva, é ativada a uma profundidade pré-estabelecida ou quando atinge o “vazio”. Tudo que se encontrar nesse “vazio” torna-se, em poucos segundos, uma poeira preta, devido à combustão do UE. Mas, simultaneamente, este transforma-se num pó de óxido de urânio. Se, por meio de um “penetrador” de 30 milímetros, somente 30% do UE se oxidam, o de um míssil pode oxidar-se em 100%. E a maioria das partículas de poeira produzidas mede menos de 1,5 mícron, sendo, portanto, respirável.

Para um pequeno número de pesquisadores dessa área, a controvérsia provocada pela utilização de armas com UE durante a guerra do Kosovo foi desviada dos objetivos. Ao invés de questionar o tipo de arma que teria sido utilizado na maioria dos alvos (subterrâneos, nas montanhas), o que foi admitido pela Otan, foi centrada na questão dos penetradores antitanque de 30 milímetros, também admitidos pela Otan, mas que são ineficientes contra instalações subterrâneas fortificadas/reforçadas.

Limitando o debate aos penetradores antitanque, falava-se de armas que, mesmo as mais pesadas (de 120 mm), não passam de cinco quilos. Ora, as cargas explosivas dos sistemas de bombas teleguiadas utilizadas no Afeganistão chegam a pesar uma tonelada e meia de UE – é o caso do bunker buster (GBU-28), fabricado pela Raytheon3.

Tropas da Otan para despistar

A ogiva em UE é ativada a uma profundidade pré-estabelecida, quando atinge o “vazio”: nesse “vazio” tudo se torna, em poucos segundos, uma poeira preta

Em Genebra, onde se concentram as organizações de ajuda humanitária atuantes no Afeganistão, o relatório de Dai Williams provocou reações bastante distintas. Se os porta-vozes do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (HCR) e da Organização para a Coordenação de Assuntos Humanitários se deram ao trabalho de o divulgar, os principais dirigentes não pareceram preocupar-se. Somente os Médicos Sem Fronteiras e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUE) receiam, a longo prazo, uma catástrofe nas áreas sanitária e ambiental.

O PNUE e a Organização Mundial de Saúde (OMS) publicaram, respectivamente em março e abril de 2001, dois relatórios importantes. E abundantemente citados pelos partidários do caráter inofensivo do UE, a começar pelo Pentágono, que enfatiza que as duas entidades são independentes e neutras. Entretanto, o estudo do PNUE é, pelo menos, claudicante, e o da OMS definitivamente pouco confiável.

A visita ao Kosovo a partir da qual o PNUE elaborou sua análise foi organizada com base em mapas fornecidos pela Otan, cujas tropas acompanharam os pesquisadores para protegê-los de armas que não tivessem explodido, inclusive sub-munição de bombas de fragmentação. (Muito provavelmente – descobriu Dai Williams – as bombas de fragmentação eram equipadas com cargas vazias de UE.) Essas tropas, portanto, teriam evitado que a equipe de pesquisadores encontrasse qualquer dessas sub-munições, impedindo-a de descobrir sua existência.

O estudo acadêmico da OMS

As cargas em UE dos sistemas de bombas teleguiadas chegam a pesar uma tonelada e meia – é o caso do bunker buster (GBU-28), fabricado pela Raytheon

Inclusive porque – agora tornou-se público – durante os 16 meses que antecederam a visita do PNUE, o Pentágono enviou pelo menos dez equipes de controle para o local, num visível esforço de limpar a área4. Dos 8.112 “penetradores” antitanque disparados nos locais visitados, o PNUE recuperou 11, embora o índice de armas não explodidas fosse bastante elevado. E a quantidade de partículas de poeira diretamente localizadas em pontos supostamente atingidos por essas armas, 18 meses após sua utilização, foi desprezível.

Quanto à OMS, ela não se dispôs a fazer qualquer estudo epidemiológico digno desse nome, mas um mero estudo acadêmico. Cedendo às pressões exercidas pela Agência Nacional de Energia Atômica, limitou-se a pesquisas sobre o UE como metal pesado, quimicamente contaminador. Alertada, em janeiro de 2001, sobre a publicação, pelo Monde diplomatique, de um artigo questionando a inércia da OMS, convocou uma coletiva de imprensa para anunciar a criação de um fundo de 2 milhões de dólares – e, a longo prazo, de 20 milhões – para fins de pesquisa sobre o UE. Segundo o dr. Michael Repacholi, o relatório sobre o assunto, confiado ao geólogo britânico Barry Smith e que vem sendo aguardado desde agosto de 1999, seria ampliado de forma a abranger a questão da contaminação radiativa. Os estudos preliminares, explica Repacholi, diriam respeito a análises de urina de pessoas expostas ao UE, de forma a identificar o nível de exposição.

Recomendações básicas

A visita dos pesquisadores da ONU ao Kosovo foi organizada com base em mapas da Otan e tropas, que acompanharam a equipe para protegê-la

Mas a “monografia” em questão, divulgada uma dezena de semanas depois, não passa de um apanhado seletivo da bibliografia existente. Entre as centenas de milhares de monografias publicadas desde o final da guerra de 1939-1945, que deveriam ter sido minuciosamente vasculhadas, o relatório limitou-se – com umas poucas exceções – àquelas dedicadas à contaminação química. O punhado de artigos consultados que abordava a contaminação radiativa provinha do Pentágono, ou da Rand Corporation, um think tank do Pentágono. Não é de espantar, portanto, que esse texto não suscitasse qualquer preocupação.

E, finalmente, as recomendações de ambos os relatórios mostravam bom senso, mantendo-se no âmbito dos conselhos já manifestados pela OMS – e continuamente repetidos pelas organizações humanitárias atuantes nos locais – desde o final da guerra. Trata-se, por exemplo, de assinalar locais conhecidos; da coleta dos “penetradores”, na medida do possível; de uma atenção especial no sentido de impedir que crianças se aproximem de locais contaminados; de uma eventual vigilância sobre a água tirada de alguns poços etc.

A usina de Paducah

As informações obtidas por Dai Williams sugerem que os Estados Unidos efetuaram suas primeiras experiências ao vivo, com UE, contra o Iraque, em 1991

Fundamentalmente, o problema resume-se a duas questões-chave:

A radiação emitida pelo UE é uma ameaça ao corpo porque, uma vez inalada a poeira, passa a ser de fonte interna. Ocorre que as normas de proteção internacional contra a radiação – em que se basearam os “especialistas” para dizerem que o UE é inofensivo – referem-se, exclusivamente, à radiação de fonte externa;

A outra questão é a do “urânio sujo”, que o relatório do PNUE teve o mérito de abordar. O urânio das centrais nucleares, reciclado para ser utilizado como munição, contém, na realidade, todo tipo de elementos altamente tóxicos – o plutônio, por exemplo, do qual bastaria 1,6 quilo para matar 8 mil pessoas. Em vez de se falar em urânio empobrecido, talvez fosse o caso de se falar em “urânio plus”.

Num documentário exibido pelo Canal + em janeiro de 20015, uma equipe de pesquisadores franceses apresenta o resultado de um estudo junto à usina de reciclagem de Paducah, no Estado de Kentucky. Segundo o advogado de cerca de 100 mil queixosos – operários e ex-operários, todos contaminados devido ao flagrante desrespeito pelas normas de segurança mais elementares – a usina inteira está definitivamente contaminada, assim como toda a sua produção. Segundo os pesquisadores, é precisamente dessa usina que parece ter vindo o UE dos mísseis despejados sobre a Iugoslávia, o Afeganistão e o Iraque6.

Campos de testes: Iraque, Kosovo etc...

Essas armas representam muito mais do que um novo instrumento das guerras modernas. O programa de rearmamento norte-americano, lançado pelo presidente Ronald Reagan, baseava-se na convicção de que o vencedor das novas guerras seria quem destruísse com maior eficácia os centros de comando e de comunicação do inimigo. E estes encontram-se, quase sempre, enterrados em bunkers subterrâneos reforçados.

É claro que um bombardeio nuclear demoliria o concreto, mas produziria radiações que até o Pentágono admite serem apavorantes, sem levar em conta o temível cogumelo para as relações públicas – num mundo cada vez mais sensível aos perigos da guerra nuclear. Já o recurso a uma ogiva equipada com UE parece limpo: o incêndio que provoca nem se compara às seqüelas de uma explosão nuclear, embora sua potência destruidora seja idêntica.

As informações obtidas por Dai Williams sugerem que, após fazerem alguns testes em computador em 19877, os Estados Unidos efetuaram suas primeiras experiências ao vivo contra Bagdá, em 1991. Posteriormente, a guerra do Kosovo possibilitou-lhes experimentar, sobre alvos de uma dureza impressionante, os protótipos das armas com UE, assim como outras, que já vinham sendo produzidas. O Afeganistão permitiria a ampliação e o prolongamento dessas experiências.

O caso BLU-109: entregando o ouro

Porém, nem no Pentágono as coisas são claras. Dai Williams lembra vários artigos, publicados no início de dezembro8, que citam as equipes NBC9 enviadas ao Afeganistão para controlar qualquer eventual contaminação. Esta, segundo os Estados Unidos, deveria ser atribuída ao taliban, embora, desde outubro de 2001, médicos afegãos, referindo-se à ocorrência de mortes rápidas, devido, aparentemente, a problemas internos, acusavam a coalizão de utilizar armas químicas. Os sintomas citados (hemorragias, problemas respiratórios e vômitos) poderiam resultar de uma contaminação radiativa.

No dia 5 de dezembro de 2001, quando uma bomba atingiu, desastradamente, soldados da coalizão, correspondentes e cinegrafistas foram imediatamente retirados do lugar e trancados num hangar. De acordo com o Pentágono, tratava-se de uma GBU-31, munida de uma ogiva BLU-109. No documentário citado do Canal +, vê-se um representante de um fabricante de armas, numa feira internacional de armas em Dubai, no dia 14 de novembro de 1999, depois da guerra do Kosovo. E ele apresenta a ogiva BLU-109, descrevendo suas capacidades de penetração contra alvos subterrâneos duros e reforçados, explicando que ela acabara de ser experimentada numa guerra...

O silêncio da OMS

No dia 16 de janeiro de 2002, Donald Rumsfeld, secretário da Defesa norte-americano, confessou que foram detectados traços de radiatividade no Afeganistão10. Porém, segundo garante, seriam ogivas de UE que supostamente pertenceriam à Al-Qaida, sem explicar como a rede terrorista as poderia lançar sem aviões. Com relação a este ponto, Dai Williams confirma que, ainda que a coalizão não tivesse utilizado qualquer tipo de arma com urânio empobrecido, as armas utilizadas pelo grupo de Osama bin Laden representariam, por si sós, uma importante fonte de contaminação, principalmente se fossem originárias da Rússia: esse UE poderia, inclusive, ser mais “sujo” que o de Paducah.

Após seus trabalhos nos Bálcãs, o PNUE criou uma unidade de avaliação cujo diretor, Henrik Slotte, se declarou disposto a intervir no Afeganistão, in loco, se possível, desde que a segurança fosse suficiente, o acesso aos locais garantido e a operação, convenientemente financiada. A OMS, por seu lado, encerrou-se num mutismo absoluto. Às perguntas dirigidas a Jon Lidon, porta-voz de Gro Harlem Brundtland, diretora-geral da OMS – sobre o ponto em que se encontra a criação do fundo para pesquisa sobre UE –, a organização não se deu o trabalho de responder.

Acesso proibido... à eternidade

No entanto, alguns estudos epidemiológicos deveriam ter início imediatamente, na opinião de Dai Williams, senão as vítimas de exposição extrema morrerão todas e suas mortes serão atribuídas ao rigor do inverno, nesse país que sai de duas décadas de guerras.

No condado de Jefferson (Estado de Indiana), o Pentágono fechou um campo de tiro de cerca de 80 hectares, onde antes eram testadas as bombas com UE. O orçamento mais baixo para sua reconstrução é calculado em 7,8 bilhões de dólares – sem levar em conta os silos de estocagem, que devem ser a uma profundidade de seis metros. Considerando esse preço demasiado alto, o exército procurou outras soluções, decidindo, por fim, oferecer a área ao Serviço Nacional de Parques para que ali fosse criada uma reserva natural. A oferta foi recusada. Fala-se, agora, de tornar o ex-campo de tiro uma área secreta – uma “Zona de Sacrifício Nacional” – onde o acesso seria proibido à eternidade! Isso dá uma idéia do futuro das diversas regiões do planeta em que os Estados Unidos utilizaram, e utilizarão, armas com urânio empobrecido. (Trad.: Jô Amado)

* Jornalista, Genebra.

1 Veja o site http://www.fas.org/man/dod-101/sys/... 2 Veja o site http://www.fas.org/man/dod-101/sys/... 3 Veja os sites: http://www.fas.org/man/dod-101/sys/... e http://www.usatoday.com/graphics/ne... 4 Ler Chronology of environmental sampling in the Balksns. Site: http://www.deploymentlink.osd.nil/d... 5 “A guerra radiativa secreta de Martin Meissonnier, Roger Trilling, Guillaume d’Alessandro e Luc Hermann”, exibido em fevereiro de 2000, atualizado e novamente exibido, em janeiro de 2001, com o título “Urânio empobrecido. Nós encontramos a usina contaminada”. 6 Ler, de Naïma Lefkir e Roland Lafitte, “Armes radio-activescontre l’ennemi irakien”, Le Monde diplomatique, abril de 1995. 7 The Use of Modeling and Simulation in the Planning of Attacks on Iraqi Chemical and Biological Warfare Targets: http://www.gulflink.osd.mil/aircamp... 8 Ler, por exemplo, “New Evidence is Adding to US Fears of Al-Qaida Dirty Bomb”, International Herald Tribune, 5 de dezembro de 2001, e “Uranium Reportedly Found in Tunnel Complex”, USA Today, 24 de dezembro de 2001. 9 Nuclear-Biological-Chemical (Nuclear, biológica e química) 10 US Says More Weapons Sites Found in Afghanistan, agência Reuters, 16 de janeiro de 2002.




Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» Armas Atômicas e de Urânio Empobrecido
» Guerras
» Ocupação do Afeganistão

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos