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EL SALVADOR

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Na Frente, as reações divergem, conforme as correntes – revolucionária socialista (CRS, também chamada “ortodoxa”), renovadora, unionista (ligada à unidade do movimento), cada uma delas com um nome identificando a sua ideologia

(01/03/2002)

É difícil condenar os radicais: como esquecer que, no auge da guerra, os Estados Unidos injetavam um milhão de dólares por dia para manter o conflito?

San Salvador, 15 de setembro de 2001. Presidente do grupo de parlamentares da Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) na Assembléia Nacional, Salvador Sánchez Cerén participa de uma marcha de protesto convocada por diversas organizações sociais. De repente, a manifestação muda de rumo: bandeiras israelenses e norte-americanas são queimadas, gritos de alegria fazem a apologia do 11 de setembro. Nos muros da cidade, surgem pichações do tipo “Osama, estamos com você!” A Aliança Republicana Nacionalista (Arena) e sua imprensa aproveitam-se da situação e acusam Cerén de ter orquestrado esses exageros e a FMLN de ser, na verdade, um grupo terrorista.

Na Frente, as reações divergem, conforme as correntes – revolucionária socialista (CRS, também chamada “ortodoxa”), renovadora, unionista (ligada à unidade do movimento), cada uma delas com um nome identificando a sua ideologia. Os socialistas revolucionários, dos quais Cerén é um dos líderes, não podem, com uma certa razão, condenar o comportamento das bases da FMLN. Afinal, quem poderia esquecer que, no auge da guerra, os Estados Unidos injetavam um milhão de dólares por dia para manter o conflito? Mas os renovadores e os unionistas criticam Cerén violentamente. Acusam-no de “um comportamento irresponsável que comprometeu todo o partido”. Ex- coordenador-geral da organização, Fabio Castillo prefere uma interpretação diferente. Para ele, “as três tendências são espécies em vias de extinção” e “dentro do partido começa a crescer uma consciência comum...” Rumo à unidade?

O debate entre as tendências

O ex- coordenador-geral da FMLN, Fabio Castillo, acha que “dentro do partido começa a crescer uma consciência comum...” Rumo à unidade?

Há motivos para duvidar, pois, no dia 25 de novembro de 2001, na primeira eleição direta para a coordenação-geral da FMLN, até então nas mãos dos renovadores, Cerén passa a fazer parte da direção do partido e Shafick Hándal, outra figura emblemática da corrente socialista-revolucionária, o sucede na liderança do grupo parlamentar da FMLN, na Assembléia. Além da mudança não ser aceita por unanimidade, os representantes das correntes renovadora e unionista falam da possibilidade de fraude. Deputado e candidato renovador à coordenação do partido, Francisco Jovel declara: “Esta vitória dos ortodoxos vai servir à vitória da Arena nas eleições presidenciais de 2004”. E as dúvidas aumentam ainda mais quando, no dia 1º de outubro, um tribunal de honra da FMLN expulsou Facundo Guardado – colaborador muito próximo de Hector Silva, prefeito de San Salvador e candidato do partido às eleições presidenciais de 1999 – por ter “desgastado a imagem, a credibilidade e a identidade da FMLN”.

Para além de episódios em que conflitos de caráter pessoal não estão ausentes – todos os protagonistas são ex-comandantes históricos ou quadros importantes da ex-guerrilha – o debate, às vezes ríspido, que agita a FMLN desde sua transformação em partido político, nada tem de excepcional: permeia toda a esquerda latino-americana (e até a européia). Deveria optar-se por uma política de mudança radical ou, por uma questão pragmática, fazer alianças com o centro do cenário político, e até pressionar para uma “blairização” do partido?

“Reencontrando os valores”

Deveria a Frente optar por uma política de mudanças radicais, ou fazer alianças com o centro – e até pressionar para uma “blairização” do partido?

Em El Salvador, ambas as opções podem ser avaliadas à luz dos resultados. Em 16 de março de 1997, por ocasião da segunda eleição de que pôde participar, a FMLN elegeu quase o mesmo número de deputados que a Arena, isto é, 27 contra 28; e ganhou 60, de 262 municípios, entre eles San Salvador. E quando isso aconteceu, graças à política de abertura que conduziu Silva à prefeitura, os “ortodoxos” detinham a direção do partido. Nesse mesmo ano, em janeiro, deixaram a direção, quando o reformador Facundo Guardado, com o apoio de quadros intermediários, tomou o controle do partido. Privilegiando um discurso dirigido às classes médias, substituindo a “luta de classes” pela “cidadania”, ele levou a esquerda a uma derrota acachapante na eleição presidencial de 7 de março de 1999 (29% dos votos). Ao dar essa guinada para o centro, o partido adotou um discurso quase igual ao do seu adversário, Francisco Flores, desorientando o eleitorado e, em particular, os militantes da FMLN, mais radicais do que seus dirigentes.

Esta derrota desencadeia uma nova reviravolta. No início de maio de 1999, ela permitiria que os “socialistas históricos” retomassem a direção de uma FMLN que, “tendo reencontrado seus valores”, triunfa nas eleições de 12 de março de 2000.

À espera da democratização interna

Fossem ou não legítimas essas lutas internas, a expulsão de Guardado aconteceu no momento em que a direita, em dificuldades devido ao fracasso econômico e social, cerrava fileiras em torno dos novos dirigentes do Conselho Executivo da Arena: banqueiros e dirigentes de empresas monopolísticas tomam a direção, eliminando os intermediários políticos. A idéia da direita é simplória, mas facilmente absorvida por uma população empobrecida e uma “sociedade civil” em decomposição para quem se diz o tempo todo que é preciso aumentar o “bolo” para depois poder distribuir melhor: vender a imagem de empresários que tiveram sucesso nos negócios.

As disputas internas da oposição irritam os salvadorenhos. Reagindo à expulsão de Guardado, o prefeito de San Salvador, Hector Silva, ameaçou afastar-se “desse tipo de esquerda pela qual não estou disposto a militar” Num momento em que a FMLN é a principal força política do país – ainda que manobras de alianças lhe tirem a maioria1 – seus simpatizantes inquietam-se: “Muitos políticos da FMLN parecem mais à vontade no papel de oposição. Parece que a presidência não lhes interessa. Se conquistassem o poder executivo, teriam que assumir a responsabilidade pela crise econômica. Ora, por enquanto, não dispõem de meios para agir com relação aos problemas econômicos e sociais do país.” Entretanto, da guerrilha até constituir-se num partido político, a FMLN encarou um desafio audacioso. Mas a população aguarda sinais claros de uma democratização interna e provas tangíveis da capacidade de seus dirigentes para superar as querelas ideológicas e políticas. Para a eleição presidencial de 2004, só a FMLN parece ser capaz de derrotar a FMLN. (Trad.: Celeste Marcondes)

* Jornalista.

1 Na Assembléia Nacional, a maioria absoluta (2/3 dos votos) é de 56, e a maioria simples, de 43 deputados.




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