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Desde o início da segunda Intifada, milhares de voluntários, de inúmeros países, participam de missões de solidariedade ao povo palestino. Todos eles têm por objetivo observar, testemunhar e contribuir para proteger a população

Israël Avran - (01/03/2002)

Desde o início da segunda Intifada, milhares de voluntários, de inúmeros países, participam de missões de solidariedade ao povo palestino. Todos eles têm por objetivo observar, testemunhar e contribuir para proteger a população

Ao norte de Jerusalém Oriental, na zona anexada por Israel, desdobra-se, no flanco de uma colina, o campo de refugiados palestinos Shu’fat, onde se espremem 30 mil pessoas. As famílias, que se instalaram no lugar em 1967, foram expulsas do “bairro marroquino”, que fica em frente do Muro das Lamentações. Do alto desse campo, os moradores viram florescer as colônias de povoamento israelenses. Nos últimos anos, assistiram à sua expansão e à instalação de novos empreendimentos nas terras confiscadas aos camponeses palestinos.

Já para os refugiados de Shu’fat, o campo em que vivem é desprovido de infraestruturas modernas, a água imunda escorre pelas ruas estreitas e a obtenção de uma autorização de construção junto às autoridades invasoras significa uma missão impossível. Improvisam-se andares, anexados às moradias existentes, para receber as novas gerações. Há quem corra o risco de construir por iniciativa própria. Risco, sim, pois o exército pode colar numa das paredes a ordem de demolição. Se os moradores resistirem, aqui como em qualquer outro lugar, os buldôzeres israelenses entram em ação, deixando para trás apenas os escombros, na lama, e o desespero, nas famílias.

Uma solidariedade concreta

Nos campos de refugiados, há quem corra o risco de construir por iniciativa própria. Risco, pois o exército pode colar na parede a ordem de demolição

Neste início de 2002, Walid receia, como tantos outros, ver sua casa reduzida a pó. Mas, naquele dia, um helicóptero militar sobrevoava o campo sem que os soldados entrassem com suas máquinas. Muitos voluntários internacionais, das Missões Civis para a Proteção do Povo Palestino, se encontram no local. “Mas quanto tempo irá durar esta interrupção?”, pergunta-se Daniel, dirigente da Associação de Solidariedade Franco-Palestina, natural de Saint-Nazaire.

Desde o início da segunda Intifada, vários milhares de voluntários – da Itália, da Bélgica, da Holanda, da Dinamarca, da Grã-Bretanha, da França, do Canadá, dos Estados Unidos etc. – participam destas missões. Todos eles – camponeses, jornalistas, assistentes sociais, médicos, jovens de classe média, editores, artistas, advogados, vereadores, ativistas dos movimentos contra a globalização liberal, sindicalistas, representantes de igrejas – têm por objetivo observar, testemunhar e contribuir, no plano local, para a proteção dos palestinos. Desejam manifestar uma solidariedade concreta, ajudando pessoas doentes a transpor as barreiras militares para serem conduzidas a um hospital, ou ajudando camponeses na colheita da azeitona, apesar das constantes ameaças dos colonos. Participam de manifestações pacíficas de palestinos – e, às vezes, de israelenses e palestinos – pedindo o fim da ocupação, e, de imediato, o envio de uma força internacional de proteção ao povo palestino.

Incentivo à impunidade

Os voluntários participam de manifestações pacíficas de palestinos – e, às vezes, de israelenses e palestinos – pedindo o fim da ocupação

Segundo a Palestinian Council for Justice and Peace (PCJP – Comissão Palestina de Justiça e Paz), do final de setembro de 2000 a janeiro de 2002, os palestinos choram a morte de 949 pessoas, entre as quais 226 crianças, assim como 33.349 feridos – entre os quais, 8.217 crianças e 2.950 pessoas aleijadas para o resto de suas vidas...

Em 18 de outubro de 2001, dia seguinte ao do assassinato do ministro demissionário israelense Rehavam Zeevi – reivindicado pela Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP) em revide ao de seu dirigente Abu Ali Mustapha, dois meses antes –, as tropas israelenses invadiram a zona autônoma de Belém, Beit Jala e os campos de refugiados das vizinhanças. Em uma semana, quinze palestinos foram mortos – todos eles, civis, desarmados, o que foi severamente condenado pela B’tselem, associação israelense de defesa dos direitos humanos. Esta considera que o exército violou “um dos princípios fundamentais do direito internacional” e deplora a inexistência de uma obrigação, por parte dos militares, de uma “prestação de contas”, o que representa um incentivo a “violar os direitos humanos dos palestinos gozando de total impunidade”.

Somente no mês de janeiro de 2002, a PCJP relacionou 34 palestinos mortos por soldados ou colonos, entre os quais seis crianças, e 786 feridos (250 crianças); 357 pessoas foram presas em um mês. Mas a PCJP também salienta que, nesse período, 3.621 dunam de terra foram confiscados1, 597 dunam tiveram suas culturas arrancadas, 2.644 árvores frutíferas foram arrancadas e 423 casas destruídas... O bloqueio e o isolamento impostos à população, assim como a multiplicação de barreiras militares que impedem a circulação – tanto de pessoas quanto de mercadorias – contribuíram para aumentar consideravelmente o desemprego.

A omissão do Conselho de Segurança

Em 18 de outubro de 2001, tropas israelenses invadiram a zona autônoma de Belém e os campos de refugiados: em uma semana, 15 palestinos foram mortos

A destruição gradativa das infraestruturas nacionais é acompanhada, numa espécie de contraponto, pelas horas perdidas nas barreiras e pelo barulho dos helicópteros e dos aviões F16. “É urgente pôr um fim a essa violência diária que só provoca o ressentimento, o desespero, a radicalização, e até o perigoso sentimento de que fazer a sociedade israelense sofrer outras formas de terrorismo contribuiria para pôr fim ao terrorismo que nós sofremos”, comenta uma ativista palestina de direitos humanos.

A proteção da população palestina coloca-se como uma emergência. Não apenas para defendê-la das violações de seus direitos mais elementares, mas também para pôr um freio ao ciclo terrorismo/atentados/repressão, fatal a ambas as sociedades, e dar início, finalmente, à construção de uma solução política.

No dia 14 de dezembro de 2001, o Conselho de Segurança das Nações Unidas rejeitou a proposta da Tunísia, de enviar uma força internacional de proteção para a Palestina. Os Estados Unidos vetaram a proposta, enquanto a Europa se dividia: Inglaterra e Noruega abstiveram-se e a França e a Irlanda votaram a favor. Na ausência de uma intervenção por parte dos Estados, as “sociedades civis” assumiram a tarefa. Sem ilusões quanto à capacidade de voluntários civis representarem um obstáculo a um exército. “Mas continuamos tentando levar os Estados a assumirem suas responsabilidades”, diz Nahla Chahal, da Campanha Civil Internacional para a Proteção do Povo Palestino (CCIPPP).

Visita à “aldeia-mártir”

Somente no mês de janeiro de 2002, a Comissão Palestina de Justiça e Paz relacionou 34 palestinos mortos, entre os quais seis crianças

Na Palestina, a pequena entidade Rapproachment, dirigida por Hassan Andoni em Beit Sahur, bem próximo a Belém, organiza essas missões desde o início do atual levante. Já durante a primeira Intifada (1987-1993), Beit Sahur se destacara por sua resistência não-violenta à invasão, recusando-se, por exemplo, a pagar impostos às autoridades israelenses. A pilhagem de casas e as inúmeras prisões de nada adiantaram. Durante o ano de 2001, a maioria das organizações não-governamentais palestinas decidiu juntar-se para incentivar esse tipo de missões. Além do interesse, concreto e imediato, na intervenção de voluntários internacionais, as entidades palestinas congratularam-se em ver romper-se o isolamento dos palestinos. Isolamento físico – devido ao toque de recolher e outras proibições de circular –, mas também moral. Em sua solidariedade, essas missões recusam a imagem de um mundo cortado em dois blocos homogêneos, um ocidental e o outro, do hemisfério Sul, e destróem a tentação de um recuo comunitário, e até religioso.

Alguns voluntários de uma missão civil da CCIPPP deslocaram-se para Beit Rima, na Cisjordânia, no dia 24 de outubro de 2001 – poucos dias depois de um ataque israelense, com blindados e helicópteros. Um dos participantes da missão, o jornalista Olivier, relata: “Nossa visita à ‘aldeia-mártir’ começou por uma ruína, com as paredes calcinadas, coberta de estilhaços de vidro e de tecidos queimados. O proprietário considera-se feliz: sua família não estava lá quando os militares israelenses jogaram uma granada incendiária pela janela.” E relata os encontros que teve com os moradores de Al-Mawassi, cujas casas foram totalmente demolidas e se viram obrigados a viver em barracas, na Faixa de Gaza; e com os moradores de Hebron, submetidos a um toque de recolher quase permanente, há inúmeros meses, e aos abusos cometidos, sob total impunidade, por colonos fanáticos que vivem no centro da cidade...

“Proteger a plantinha...”

O bloqueio e o isolamento impostos à população, assim como as barreiras militares, contribuíram para aumentar consideravelmente o desemprego

Um outro grupo, que veio da região de Rennes, também faria o relato da visita ao campo de refugiados de Aida, no dia 29 de outubro, com “as cisternas de água destruídas, os buracos das balas em quase todas as casas e as escolas das moças da UNRWA2 em estado lastimável” e seus encontros com famílias que tinham perdido o pai e a mãe. Também essa missão da ONU havia optado por trabalhar nos campos de refugiados ou nos vilarejos, com os palestinos. “O que nós queremos é enraizar a solidariedade, ajudar os palestinos em sua resistência diária. Garantir as colheitas, apesar dos riscos, replantar as árvores nas terras confiscadas – ações que, sem dúvida, têm menos repercussão do que enfrentar o exército. Mas essa determinação permite resistir, ficar na sua terra...”, diz um dos participantes. Entre os voluntários, os criadores de ovelhas de Millau e os camponeses bretões “com seu amor pela terra, são quase sempre os mais obstinados”.

Em Deir Istia, Dominique e Samira recordam: “Preparar a terra, cavar, limpar das pedras, plantar, amassar a terra – mas não muito, para não prejudicar o crescimento das raízes – juntar as ramagens espinhosas para proteger a plantinha das gazelas e escondê-la dos olhos dos colonos (...). Das sete colônias que existem nas proximidades, construídas em terras confiscadas, três delas dão diretamente para este terreno...”

A primeira missão francesa

A proteção dos palestinos é urgente: não só para defendê-los da violação de seus direitos, mas para pôr um freio ao ciclo terrorismo/atentados/repressão

Devido à sua presença persistente próximo aos check-point militares, os voluntários acabaram conseguindo repercussão na imprensa local, incentivando bastantes palestinos – ainda que estes saibam que, após a partida dos “internacionalistas”, eles ficam. O exército, por seu lado, parece contrariado e, às vezes, usa da violência contra esses voluntários que trata como “terro-turistas” (sic).

Na Europa, o número de voluntários vem aumentando, em conseqüência da mobilização da opinião pública. Na França, a contribuição da CCIPPP foi bastante importante, organizando, em junho de 2001, sua primeira missão, composta de diversas personalidades, especialmente ativistas do movimento social e contra a globalização liberal3. José Bové lembraria a “solidariedade internacional dos trabalhadores sem-terra”... O encontro entre ativistas vindos de países árabes e jovens imigrantes, os debates, nas missões, sobre o caráter político do conflito e o intercâmbio a esse respeito entre pessoas de origem árabe ou judia tiveram, sem dúvida, efeitos positivos, na opinião de Nahla Chahal. E também se constatou que um bom número de moças da África do Norte, nascidas na França – mais do que seus companheiros masculinos – pretendem participar das atividades de solidariedade na Palestina. (Trad.: Jô Amado)

1 Dez dunam equivalem a um hectare. 2 Seção de ajuda e apoio aos refugiados das Nações Unidas. 3 Confederação Camponesa (com José Bové), Sindicato da Magistratura e as entidades Droits Devant!, Droit au Logement (DAL), Collectif des Citoyens Français d’Origine Arabe ou Juive, Mouvement de l’Immigration des Banlieus, Association pour l’Emploi, l’Information et la Solidarité des Chômeurs et des Travailleurs Précaires (APEIS) etc...




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