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CIÊNCIA

A exclusão do povo

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Ao se fecharem em suas corporações, diante dos medos e questionamentos provocados pelas novas tecnologias, os cientistas acabam excluindo as preocupações populares, dando margem a reações “obscurantistas” que se poderão multiplicar

André Bellon - (01/06/2002)

A análise histórica mostra que as relações entre a ciência e a sociedade, longe de serem lineares, atravessaram fases de incompreensão e de confronto

Por muito tempo, as relações entre a ciência e a sociedade foram consideradas, erradamente, contínuas. O poeta inglês William Wordsworth, por exemplo, escrevia, em 1802: “Se os trabalhos dos homens de ciência chegarem a causar uma revolução material, direta ou indireta, em nossa condição e nas impressões que normalmente nos afetam, o poeta não dormirá mais do que hoje. (...) Mas ficará do lado do homem de ciência, trazendo sensações ao coração dos próprios objetos da ciência1.” Na virada do século XIX, tal percepção era legítima. Respondia, de modo otimista, ao obscurantismo dos séculos precedentes, do suplício de Giordano Bruno, queimado em Roma em 1600, ao processo de Galileu, que o papa Urbano VIII deixou condenar em 1632.

No entanto, a análise histórica mostra que as relações entre a ciência e a sociedade, longe de serem lineares, atravessaram fases de incompreensão, de confronto, tanto quanto harmoniosas. Jean Dhombres, diretor do Instituto de Pesquisa sobre o Ensino da Matemática (IREM), escreveu, em fevereiro de 2002: “Há vários séculos, a ciência faz parte, na Europa, do horizonte comum do homem culto, tendo a tecnologia literalmente abalado da cabeça aos pés o cenário da vida desde a metade do século XVIII. Porém, fenômeno recente, o empreendimento científico se separou dos grandes sistemas filosóficos que acompanham o transcurso do tempo2.”

Interpretação apologética da história

As reações diante da crise da “vaca louca”, dos transgênicos e as polêmicas do princípio de precaução caracterizam a volta das turbulências, dos medos

As reações diante da crise da “vaca louca”, assim como à questão dos organismos geneticamente modificados (transgênicos) e as polêmicas suscitadas pelo princípio de precaução3 caracterizam a volta das turbulências, dos medos, tanto quanto das pretensões. Por exemplo, diante de ações como a destruição de plantações de transgênicos, certos cientistas e intelectuais, como Dominique Lecourt e François Ewald4, denunciam uma ruptura do “pacto republicano, construído no momento da revolução e renovado durante a III República” e vêem a volta de uma concepção perigosa do cidadão –a da Convenção da Montanha – que levava, segundo eles, “à destruição das artes e da ciência, a queimar livros, a dissolver instituições científicas, a eliminar os próprios cientistas, como Bailly e Lavoisier”; o Termidor, dizem eles, permite a ruptura com esta posição obscurantista. E conduz ao desenvolvimento científico e à criação de grandes instituições, entre as quais a Escola Politécnica.

Essa análise baseia-se em uma interpretação apologética da história que prejudica a compreensão das evoluções. Separando, de modo definitivo, durante a Revolução Francesa, o campo do bem (o pós-Termidor, caracterizado pelo enquadramento do povo) e o campo do mal (o pré-Termidor, marcado pela extravasão popular), essa visão dissimula o papel global da ciência durante este período.

O papel contestado da Universidade

Contrariamente ao que pretendem os autores, a Escola Politécnica, chamada, no início, de Escola Central de Obras Públicas, foi criada por uma lei de 21 do Ventoso5, ano II (11 de março de 1794), isto é, em pleno Terror. E ninguém ignora o papel eminente que teve, no tempo da Convenção da Montanha, o Comitê dos Sábios (implantação do sistema métrico, cálculo do arco do meridiano...). Esse organismo, apoiado dentro do Comitê de Salvação Pública por Lazare Carnot, contava com o apoio de homens eminentes como Berthollet, Lakanal, Chaptal e Monge. Durante o Terror, a ciência e os cientistas, como tantos outros, enfrentaram a repressão – basta lembrar as palavras, tristemente célebres, do presidente do tribunal revolucionário que condenou Lavoisier: “A República não precisa de sábios” – mas também um apoio importante sob a égide desse Comitê dos Sábios. Se alguns cientistas foram executados, foi em nome de seu papel político, e não por suas atividades científicas: Bailly como prefeito de Paris, Lavoisier como secretário da Receita...

Certos cientistas criticam a ruptura do “pacto republicano” e vêem a volta de uma concepção perigosa que incentiva “a destruição das artes e da ciência”

Além disso, o “pacto republicano”, tal como é apresentado, supostamente “permitiria a distinção entre os fatos e suas interpretações, entre uma verdade científica e opiniões, e uma instituição existe para fazer respeitar o princípio desta partilha: a Universidade6.”Ora, considerar os meios científicos unidos em torno do sustentáculo central que a Universidade constitui, sabendo ela mesma arbitrar no interesse do progresso, não passa de uma representação ideal. O grupo de matemáticos franceses conhecido pelo pseudônimo de Nicolas Bourbaki, por exemplo, foi criado em 1939 “para prosseguir com a tradição francesa segundo a qual a renovação intelectual deve passar pela luta de uma vanguarda contra a Universidade, incapaz de se modificar por si própria; do mesmo modo, a ciência moderna só entrou na França pelo Collège de France, diretamente antiuniversitário; o cálculo diferencial teve que passar, no século XVIII, pela Academia de Ciências, que era objetivamente contra a Universidade7.” A partir da década de 1980, a polêmica em torno de Pierre Bourdieu e da natureza do saber engajado ilustra essas tensões.

A tecnologia e a política

No entanto, é verdade que a ciência gozou, durante longo tempo e na esteira do Iluminismo, de uma espécie de reverência que a deixava a salvo de sobressaltos políticos e nacionais. Foi assim que, em 10 de março de 1779, Benjamin Franklin emitiu uma ordem recomendando aos capitães dos navios norte-americanos em guerra com a Inglaterra para tratarem o capitão Cook e seu navio “com civilidade e assegurar-lhe todo o respeito, na qualidade de amigos comuns da humanidade8”. São inúmeros os exemplos de cientistas que ignoraram interesses políticos, ou mesmo se opuseram a eles – Robert Oppenheimer, por exemplo, criticou o programa atômico norte-americano pelo qual era responsável.

Durante o Terror, na Revolução Francesa, a ciência e os cientistas enfrentaram a repressão, mas contaram com o apoio importante do Comitê dos Sábios

Esse tipo de apreensão foi, aliás, amplamente teorizada; Max Weber9, por exemplo, delimitou os aspectos teóricos e as especificidades do sábio e do político: o cientista, por sua visão a longo prazo, diferenciava-se do político, preocupado unicamente pelas opções imediatas. A seu modo, o próprio marxismo também se impregnou dessa concepção: Kautsky, por exemplo, num artigo publicado antes da guerra de 1914, explicava que o grande entrelaçamento das economias e das técnicas excluía qualquer possibilidade de guerra em solo europeu. A visão mecanicista de uma evolução tecnológica determinando a política caracterizou fortemente o pensamento comunista e, em certa medida, conduziu ao seu fracasso.

Os medos das novas tecnologias

Durante décadas, foi atribuído à ciência um papel messiânico, ligado a uma concepção inabalável do progresso. Além de que não se deve esquecer que, na progressão do pensamento de Condorcet10, a idéia de progresso não era somente técnica, mas também moral. Essa concepção, egressa das lutas políticas do século XVII e da primeira metade do século XVIII, perdeu, pouco a pouco, sua pertinência, em particular quando a evolução econômica e industrial se chocou com dificuldades sociais.

Na realidade, é errôneo ver na história da República um período de paz constante para a ciência; a apetência de uma pequena e média burguesia pelo desenvolvimento científico e técnico, o impulso das sociedades científicas e o entusiasmo ingênuo dos grupos de Bouvard e de Pécuchet empurraram, certamente, em direção ao desenvolvimento industrial. Mas, ao mesmo tempo, numerosos conflitos marcaram as relações entre o povo e o desenvolvimento tecnológico. E a destruição militante das plantações transgênicas não deixa de lembrar a ação dos “destruidores de máquinas” no início da Revolução Industrial – por exemplo, contra os teares considerados responsáveis pelo desemprego.

Tecnocratas viram políticos

É verdade que a ciência gozou durante longo tempo de uma espécie de reverência que a deixava a salvo de sobressaltos políticos e nacionais

A aceitação ou a contestação do progresso técnico também estão, portanto, vinculadas à situação social. O contrato social inclui a relação da sociedade com a ciência; e a ciência torna-se objeto de contestação quando toca diretamente em questões sociais. Assim é, em nossos dias, com relação à análise e à situação econômicas, progressivamente excluídas do debate político e apresentadas aos cidadãos como um conjunto de leis cada vez menos discutíveis. Não é por acaso que os estudantes da Escola Normal Superior pediram, em 1998, mais “pluralismo” no ensino da economia; nem que, rechaçados vigorosamente por muitos professores dessa disciplina, esses estudantes receberam apoio de outros professores que se insurgiam contra “o fato de que na maioria dos casos, o ensino dispensado reserva um lugar central para as teses neoclássicas”. Essa situação levava os estudantes a acreditarem, segundo eles próprios, “não apenas que a teoria neoclássica é a única corrente científica, mas também que sua cientificidade se explica por seu caráter axiomático”; acusavam também essa politização “de servir aos interesses de uma classe social”.

Se é bom que exista o chamado pacto republicano, é preciso também que exista um contrato com alguém. E quem, além do povo em sua expressão democrática, pode ser o signatário desse contrato? Entretanto, em nossos dias, a ciência – e especificamente a ciência econômica – é apresentada como submetida a uma espécie de autocontrole, expondo à sociedade, sem contestação possível, as restrições incontornáveis que devem reger a gestão das coisas e, por exemplo, a definição das opções públicas. Essa concepção abusiva está na origem do sistema correntemente batizado de tecnocrático. Esse sistema nega a tradição democrática que fazia dos políticos os árbitros das decisões e dos cientistas meros conselheiros; ele inverte os papéis transformando, pouco a pouco, os peritos – cooptados num meio social muito restrito – em responsáveis, e até eventualmente em políticos, com um eleitorado “seguro” lhes sendo dado como feudo.

O desvio da noção de elite

Para Max Weber, por exemplo, o cientista, por sua visão a longo prazo, diferenciava-se do político, preocupado unicamente pelas opções imediatas

Logicamente, numa visão ideal, essa concepção aristocrática conduziria ao governo dos mais capazes. Foi, aliás, o que expressou Alain Minc quando foi interrogado sobre o relatório intitulado “A França do ano 2000”, elaborado pela Comissão do Planejamento que ele presidira. Espantado com o fato de que François Henri de Virieu achasse essa comissão muito uniformemente enarca11, respondeu que “quando se quer proibir que as elites se expressem, corre-se o risco de alimentar o populismo”; e reafirmou que sua Comissão incluía “todas as matizes da elite francesa12”. A verdade era inteiramente diferente, como observou Jean-Jacques Dupeyroux, mencionando a “nova traição dos funcionários públicos13”.

Em termos práticos, o conceito de técnico objetivo serve de mito destinado a legitimar o discurso dominante e a respectiva organização do poder. A tecnocracia não é, portanto, o governo dos que dominam a técnica, mas o governo dos que dominam o discurso sobre a técnica. Trata-se de um desvio da noção de elite: não basta, na realidade, caracterizar-se a si próprio como membro da elite; também é preciso ter as qualidades – e, em particular, a ética; também é preciso admitir que não existe elite que não seja legítima, isto é, reconhecida pelo povo. Pois ali está o técnico, como qualquer outro homem, com suas ambições, suas pulsões, suas aspirações. O sábio Cosinus ou o professor Girassol14 podem muito bem servir de referência prática para caracterizar o cientista; a realidade é diferente e o exemplo de Werner von Braun, ampliado por seu papel no programa espacial norte-americano, não fez esquecer totalmente seu papel no campo de concentração de Dora.

A ciência no imaginário popular

A visão mecanicista da evolução tecnológica determinando a política caracterizou bastante o pensamento comunista levando-o, de certa forma, ao fracasso

Submetido a pulsões contrárias devido, ao mesmo tempo, a seu papel profissional e à sua natureza de ser humano, o cientista às vezes chega, inclusive, a atitudes esquizofrênicas. É o caso, por exemplo, de Freeman Dyson, grande físico, assessor do Pentágono, inspirador de novas armas nucleares, que participa todo domingo das preces da Igreja presbiteriana de Nassau em favor do desarmamento nuclear15.

Qualquer reflexão deve, portanto, ser dirigida ao vínculo e às contradições que se criam em torno do cientista –as pesquisas em sua própria disciplina, por um lado, e por outro, o significado social da aplicação de suas descobertas. Ignorando esses problemas, o sábio faz como Pôncio Pilatos e esquece sua qualidade de cidadão; finge ignorar que, em todas as épocas, as grandes correntes sociais mantiveram um vínculo dialético com a evolução tecnológica.

Se, durante a Revolução Francesa e nos anos que se seguiram, a ciência teve tal impacto no imaginário popular, é também porque muitos cientistas, de Monge a Champollion, eram originários do povo, inclusive por eleições, e estavam em osmose com a dinâmica social do momento. E se, no século XIX, o cientificismo teve um tal impacto, foi também porque muitos engenheiros, como Augusto Comte, Enfantin ou Considérant, se envolveram, não sem ingenuidade, por sinal, na vida política e social.

Questão do princípio da precaução

O conceito de técnico objetivo serve para legitimar o discurso dominante. A tecnocracia é o governo dos que dominam o discurso sobre a técnica

Se os cientistas se limitarem, diante dos medos que as evoluções tecnológicas suscitam, a se fechar em suas corporações, as ações de “vandalismo” se multiplicarão, seja qual for o obscurantismo de que façam parte. Ao ser abordado como um debate entre cientistas, o julgamento de José Bové – processado pela destruição de plantações de arroz transgênico em junho de 1999 – excluiu as preocupações populares, consideradas populistas. Quando os bem-pensantes modernos gritam, aliás com razão, pela necessidade de se manter o pacto republicano, esquecem em geral que esse pacto se insere num contrato social – muito maltratado em nossos dias –, num vínculo de confiança baseado na informação e no diálogo e que não teria sentido algum fora dele.

A gestão dos riscos e o princípio da precaução, tão evocados em nossos dias, são excessivamente percebidos pelos cientistas como uma desconfiança a priori sobre eles; ora, essas preocupações deveriam ser instrumentos de diálogo, e não de confronto. Como constata Jacques Testart, “a aplicação do princípio jurídico de precaução descartou o princípio moral (...), e os cidadãos, em nome dos quais se deveria introduzir a inovação em questão, encontram-se imensamente distantes: é o elo que falta ao dispositivo16”.
(Trad.: Maria Elisabete de Almeida)

1 - Baladas líricas, prefácio à edição de 1802, ed. José Corti, Paris, 1997.http://www.english.upenn.edu/ mgame...
2 - Epistémologie. A quoi sert l’histoire des sciences, www.irem.org
3 - N.T: O princípio da precaução vigora na União Européia e proíbe práticas cujos efeitos ainda não sejam perfeitamente conhecidos.
4 - François Ewald e Dominique Lecourt, Le Monde, 4 de setembro de 2001.
5 - N.T.: Sexto mês do calendário republicano, criado pelos revolucionários. Vigorou na França de outubro de 1793 até o fim de 1805. Tinha por base as estações do ano (Ventoso era o mês dos ventos e precedia a primavera).
6 - François Ewald e Dominique Lecourt, Le Monde, 4 de setembro de 2001.
7 - Dictionnaire culturel des sciences, sob a direção de Nicolas Witkowski, Seuil, col. “Regard”, Paris, 2001.
8 - Ler, de Jean-Jacques Salomon, Le scientifique et le guerrier, col. “Débats”, ed. Belin, Paris, 2001.
9 - Ler, de Max Weber, Le savant et le politique, col. 10-18, Paris, 2002.
10 - Ler, de Condorcet, Esquisse d’un tableau historique des progrès de l’esprit humain, ed. Flammarion, Paris, 1988.
11 - N.T.: Abrasileiramento de “énarque”, adjetivo atribuído aos formados na École Nationale d’Administration (ENA) francesa, de onde saem muitos quadros dirigentes do país.
12 - Declarações dadas durante o programa L’Heure de vérité, do canal France 2, em 8 de novembro de 1994.
13 - A famosa elite lançara algumas falsas verdades sem verificação: preocupou-se, por exemplo, com o número considerável de estudantes de psicologia (350 mil), superior ao número de psicólogos em atividade; mas, na verdade, esse número não passava de 50 mil. Libération, 17 de janeiro de 1995.
14 - Cosinus é personagem de uma história em quadrinhos francesa. Girassol é o professor e inventor surdo de Tintin, do belga Hergé.
15 - Ler, de Jean-Jacques Salomon, Le scientifique et le guerrier, col. “Débats”, ed. Belin, Paris, 2001.
16 - Ler, de Jacques Testart, “Les experts, la science, la loi”, Le Monde diplomatique, setembro de 2000.




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