Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» 25 de outubro de 2021

» Clima: por que é possível vencer o fatalismo

» Sobre meninas, violência e o direito ao aborto

» Pochmann: É necessária nova abolição

» Seriam os QR Codes microespiões do capital?

» A complexa relação entre o neoliberalismo e a dor

» Boaventura: o poder cru e o poder cozido

» Mulheres com um jeito vagalume de ser

» 21 de outubro de 2021

» Para desvendar as lógicas do capital e da guerra

Rede Social


Edição francesa


» Trompeuses métaphores du cancer

» Etes-vous heureux, ravi ou enchanté de travailler dans un institut de sondage ?

» « Le Monde diplomatique » en Algérie

» Infernal manège des sondages

» Droit du travail : vers des « jugements automatiques »

» Mes vacances en Terre sainte

» Les bonnes recettes de la télé-réalité

» Mme Michèle Alliot-Marie emportée par la foule

» Jusqu'où obéir à la loi ?

» Ces « traîtres » qui sauvèrent l'honneur de la France


Edição em inglês


» ‘Le Monde diplomatique' in Algeria

» Millennial Schmäh

» UK: what happened to the right to food?

» Taiwan at the heart of the US-China conflict

» October: the longer view

» What do we produce, and why?

» Hunger in France's land of plenty

» In search of a good food deal

» Georgia's love-hate affair with Russia

» Latin America faces tough choices


Edição portuguesa


» Edição de Outubro de 2021

» Um império que não desarma

» Convergir para fazer que escolhas?

» O mundo em mutação e o Estado - em crise?

» Edição de Setembro de 2021

» Transformação e resiliência

» O caminho de Cabul

» Edição de Agosto de 2021

» Ditadura digital

» Desigualdades digitais


SAÚDE

Cinco anos perdidos

Imprimir
enviar por email

Ler Comentários
Compartilhe

Com a saída da OMS de Jonathan Man, um homem notável, a luta contra a AIDS (22 milhões de mortos em 20 anos) só seria retomada cinco anos depois, com a criação de um novo organismo das Nações Unidas, a Onusida.

Jean-Loup Herbert - (01/07/2002)

Em 5 de junho de 1981 médicos norte-americanos tornaram pública a constatação de uma nova doença: a AIDS. Desde essa data, foram contabilizados 22 milhões de mortos e em 2001, 36 milhões de pessoas foram infectadas pelo HIV, o vírus que causa a doença. 95% das pessoas infectados e 95% dos mortos da AIDS localizam-se nos países em desenvolvimento. A “comunidade internacional” reagiria tardiamente ao que se revela ser a mais grave epidemia dos tempos modernos. Somente em 1986, a OMS lançaria o que se tornaria o Programa Mundial de Luta contra a AIDS (Global Programme on AIDS, ou GPA). Jonathan Man, um homem notável, seria encarregado de sua execução, mas discordâncias com o então diretor-geral da OMS, o japonês Hiroshi Nakajima – que não se interessa muito por esse problema – o levaram a deixar suas funções ao fim de quatro anos. Diante das carências de Nakajima e sob a pressão de certos Estados – especialmente os países escandinavos e a França – a responsabilidade da coordenação da luta contra a AIDS seria retirada da OMS e confiada, em 1996, a um novo organismo das Nações Unidas, a ONUSIDA, dirigida pelo belga Peter Piot.
(Trad.: Maria Elisabete de Almeida)




Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» OMS
» ONU
» AIDS
» Direito à Saúde

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos