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Cinco anos perdidos

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Com a saída da OMS de Jonathan Man, um homem notável, a luta contra a AIDS (22 milhões de mortos em 20 anos) só seria retomada cinco anos depois, com a criação de um novo organismo das Nações Unidas, a Onusida.

Jean-Loup Herbert - (01/07/2002)

Em 5 de junho de 1981 médicos norte-americanos tornaram pública a constatação de uma nova doença: a AIDS. Desde essa data, foram contabilizados 22 milhões de mortos e em 2001, 36 milhões de pessoas foram infectadas pelo HIV, o vírus que causa a doença. 95% das pessoas infectados e 95% dos mortos da AIDS localizam-se nos países em desenvolvimento. A “comunidade internacional” reagiria tardiamente ao que se revela ser a mais grave epidemia dos tempos modernos. Somente em 1986, a OMS lançaria o que se tornaria o Programa Mundial de Luta contra a AIDS (Global Programme on AIDS, ou GPA). Jonathan Man, um homem notável, seria encarregado de sua execução, mas discordâncias com o então diretor-geral da OMS, o japonês Hiroshi Nakajima – que não se interessa muito por esse problema – o levaram a deixar suas funções ao fim de quatro anos. Diante das carências de Nakajima e sob a pressão de certos Estados – especialmente os países escandinavos e a França – a responsabilidade da coordenação da luta contra a AIDS seria retirada da OMS e confiada, em 1996, a um novo organismo das Nações Unidas, a ONUSIDA, dirigida pelo belga Peter Piot.
(Trad.: Maria Elisabete de Almeida)




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