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DOSSIÊ 11 DE SETEMBRO

O massacre de My Lai

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(01/09/2002)

Em 16 de março de 1968, a companhia Charlie, pertencente à 11a brigada da divisão norte-americana Americal, entrou na aldeia vietnamita de My Lai. Muitos soldados dessa unidade haviam sido mortos ou feridos em combates, nos dias anteriores. Quando as tropas penetram na aldeia, seu chefe, o tenente William Calley, lhes disse: “É o que vocês estavam esperando, uma missão de procurar e destruir (search and destroy).” Balanço: entre 300 e 500 mortos, quase todos civis, e, entre eles, muitos velhos, mulheres e crianças. O exército norte-americano anunciou uma grande vitória e a morte de 128 inimigos.

Embora informações sobre a realidade dos fatos estivessem disponíveis, o comando militar tentou camuflá-las, e só em setembro de 1969, depois de múltiplos pedidos de um soldado norte-americano, Ronald Ridenbourg, é que a responsabilidade foi atribuída a Calley. Mas os fatos só se tornaram públicos em novembro, quando o jornalista norte-americano Seymour Hersh publicou os primeiros depoimentos sobre esse crime. Julgado isoladamente em 1970, só o tenente Calley foi condenado, apesar das declarações de que havia recebido ordens de seu capitão para matar todos os habitantes. Foi condenado à prisão perpétua, mas foi libertado em 1974. Retornou à vida civil.

(Trad.: Regina Salgado Campos)




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