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DOSSIÊ 11 DE SETEMBRO

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(01/09/2002)

Na edição do Washington Post de 1º de março de 2002, o editorialista Charles Krauthammer demonstrou irritação com seus colegas da maioria das capitais européias. A mínima crítica à condução da guerra no Afeganistão ou ao discurso do presidente Bush sobre o “eixo do Mal”, por exemplo, desencadeou sua ira: “Nossos primos europeus estão desconcertados. A ofensiva partiu dos franceses, que denunciaram o simplismo norte-americano. Entendem que chamar o mal pelo seu nome é ferir a etiqueta. Preferem acomodar-se. Aliás, têm bastante experiência, pois tornaram-se célebres por se terem acomodado com a Alemanha nazista em 1940. (...) Travamos uma guerra de autodefesa. Que também é uma guerra pela civilização ocidental. Se os europeus se recusam a tomar parte nesse combate, tudo bem. Se preferem capitular, tudo bem. Poderemos deixá-los ser os maîtres de nossos hotéis, mas certamente não permitiremos que nos amarrem as mãos.”

Num artigo do New York Review of Books de 15 de agosto de 2002, o historiador Tony Judt salientou um detalhe: “Krauthammer esqueceu de citar que não somente a França perdeu 100 mil homens nas seis semanas de combates em 1940, mas que, dezoito meses depois, os Estados Unidos mantinham relações diplomáticas com os nazistas. Até dezembro de 1941, data em que Hitler declarou guerra aos Estados Unidos.”

(Trad.: Jô Amado)




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