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EDUCAÇÃO

Preocupar para controlar

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A profusão de programas de TV sobre violência (filmes, noticiários etc.) desenvolve um sentimento de perigo e de vulnerabilidade que leva – especialmente, as categorias mais desfavorecidas – a aceitar a exploração e a repressão crescentes e até a desejá-las

Serge Tisseron - (01/01/2003)

A decisão do ministro da Cultura da França, Jean Aillagon, de não adotar a maioria das propostas do relatório sobre a violência na televisão, apresentado em 14 de novembro pela filósofa belga Blandine Kriegel, não torna desnecessária a análise da estratégia e dos argumentos ali desenvolvidos. Efetivamente, em nome de reflexões e referências científicas, o relatório Kriegel - apesar de algumas propostas concretas interessantes, como uma dupla codificação para os filmes pornográficos ou a adoção de uma antropometria positiva, e não apenas negativa - seleciona algumas pesquisa em detrimento de outras, impõe uma leitura unívoca e desenvolve uma concepção da educação por imagens relacionada à segurança.

As pesquisas “indiscutíveis” sobre as quais este relatório pretende se apoiar são apresentadas nas 20 primeiras páginas. As imagens violentas são vistas de um único ponto de vista: o perigo que possam fazer, levando as crianças a comportamentos violentos. Estas pesquisas são realmente rigorosas. No entanto, foram praticamente todas realizadas nos Estados Unidos, isto é, em um país com um ambiente muito diferente do francês. O gosto que os norte-americanos têm pelas armas é conhecido e lá há uma distância menor do que em outros lugares entre o desejo de matar e a realização do ato. Acima de tudo, as pesquisas só dão conta de apenas um desses dois aspectos das descobertas feitas nos últimos vinte anos.

Como reduzir a violência na TV?

As conseqüências da violência na televisão não dizem respeito apenas aos jovens, mas a todas as categorias da população, de qualquer idade

Outros pesquisadores efetivamente desenvolveram sobre esse tema um ponto de vista bem diferente. O mais conhecido, George Gerbner, trabalhou a pedido do Ministério da Saúde dos Estados Unidos desde 1967 e, depois de 1984, a pedido da Unesco1. Ele mesmo resume suas conclusões: “A violência na tela contribui, na proporção de 5%, talvez, para a violência real: quer dizer que sua contribuição é relativamente insignificante2.” Significaria isso que, para Gerbner, a violência das imagens não teria conseqüências? Claro que não! Mas, para ele, as conseqüências não dizem respeito apenas aos jovens, mas a todas as categorias da população, de qualquer idade. Elas consistem, principalmente, no desenvolvimento de um sentimento de perigo e de vulnerabilidade que leva – especialmente, as categorias mais desfavorecidas – a aceitar a exploração e uma repressão crescentes e, mesmo, a desejá-las. Esse problema foi observado na França. Muitos estudos mostram que a importância dada à incivilidade e à pequena delinqüência nos pequenos noticiários televisivos, ao longo das semanas que precederam a eleição presidencial da primavera de 2002, mobilizaram uma parte considerável dos eleitores para o voto “por segurança”, ainda que nada, no meio em que vivem, pudesse fazê-los temer os acontecimentos que viam representados na televisão.

Enquanto teóricos raciocinam em termos de redução da violência dos programas, Gerbner defende a criação de obras televisivas que dêem a palavra às pessoas em situação precária ou desfavorecida. Para ele, a melhor maneira de combater a violência na mídia consiste em incentivar programas destinados a reduzir o isolamento psicológico das categorias marginalizadas das quais também fazem parte... os jovens!

Fantasias pseudo-científicas

Muitos estudos mostram que a importância dada à pequena delinqüência nas semanas que precederam a eleição presidencial induziu ao voto “por segurança”

Ora, ainda que Blandine Kriegel cite em duas passagens George Gerbner, o faz de forma muito lacônica parecendo concordar com seu ponto de vista, quando, ao contrário, a ele se opõe. Ao invés de interrogar-se sobre os meios de relaxar as formas do controle social, do qual as imagens violentas acentuam a eficácia fomentando o medo, ela quer reforçá-las. Não é surpreendente, na medida em que as palavras “pobreza”, “precariedade” ou “camadas desfavorecidas” jamais são pronunciadas em seu relatório...

O texto da comissão Kriegel privilegia deliberadamente tudo o que possa justificar um aumento do controle às custas do incentivo de iniciativas que contribuiriam para fazer da televisão um melhor espelho da vida social. Preocupar para controlar é uma velha receita e, para ter mais sucesso, este relatório não hesita em acrescentar às citadas pesquisas norte-americanas, aprovadas pela comunidade científica, algumas fantasias pseudo-científicas. Lê-se, por exemplo, que “quando uma pessoa é exposta a uma situação de violência televisiva, os efeitos psicológicos imediatos são de natureza semelhante aos que teria essa pessoa se fosse exposta a uma situação de violência real, como, por exemplo, um aumento do ritmo cardíaco e da pressão sanguínea”. Que seja, mas a emoção amorosa, a vergonha, ou até uma simples porta que bate também produzem esses efeitos, então porque não se interessar, preferencialmente, pelas diferenças entre essas diversas situações? No mesmo gênero de raciocínio que nos remete a cinqüenta anos atrás, em pleno período da confusão entre a representação e a realidade, acha-se esta pérola que não se baseia em nenhuma descrição rigorosa em toda a literatura psiquiátrica e que é um insulto a todas as vítimas de sevícias: “a recepção de uma imagem crua e brutal pelo cérebro de uma criança (...) tem o mesmo efeito que um abuso sexual!”

Adaptação ao sistema competitivo?

A melhor maneira de combater a violência na mídia consiste em incentivar programas que reduzam o isolamento psicológico das categorias marginalizadas

Retornemos às pesquisas norte-americanas mencionadas. Elas concluem que as crianças que vêem televisão por muito tempo correm mais riscos do que as outras de se tornarem adultos violentos. Tais resultados apontam muitos problemas que a censura dos programas não parece resolver. Pois, por que alguns jovens vêem mais televisão do que outros? Uma criança que tem a opção de ver televisão, ir ao cinema com colegas ou ainda à piscina ou a uma quadra de esporte não vai, evidentemente, manter com a tela doméstica a mesma relação exclusiva que uma criança que não tem qualquer dessas possibilidades. Mas toca-se, então, em problemas da sociedade que atrapalham...

Uma segunda questão seria de saber por que, entre as crianças que vêem mais televisão, algumas - uma minoria expressiva - não se tornaram mais violentos enquanto que uma pequena maioria assim o fez. Isso permitiria estabelecer as bases de uma política de prevenção realista e eficaz. Pois não será amanhã que as imagens violentas desaparecerão!

Admitamos que este tipo de cena torne efetivamente alguns jovens “violentos”. Indagou-se, entre aqueles que não se tornaram, sobre a maneira pela qual sua vida psíquica se organizou em relação às imagens violentas que viram? Talvez alguns tenham ganhado combatividade, tornando-se melhor adaptados ao sistema ultra-competitivo norte-americano? Porque se nosso ambiente comporta cada vez mais imagens violentas, também comporta uma reivindicação cada vez mais forte de individualidade. Não seria possível uma relação entre essas duas constatações?

“Produtos perigosos e reativos”

Se nosso ambiente comporta cada vez mais imagens violentas, também comporta uma reivindicação cada vez mais forte de individualidade e competitividade

Finalmente, o relatório Kriegel propõe “um amplo espaço educacional, abrangendo programas de promoção de uma cultura de respeito ao outro e de superação da violência”. Em outras palavras, trata-se de convidar os jovens a deixarem de ser vítimas das supostas conseqüências de imagens violentas, e não de prepará-los para viver em paz com todas as imagens à sua volta. Repetimos: a educação pelas imagens deveria permitir tornar as crianças mais inteligentes, mais felizes e mais responsáveis, vivendo em paz com todo o ambiente audiovisual. Para o conseguir, deve dar a palavras às crianças, colocá-las na escuta, convidá-las a conferir sentido às imagens que elas vêem, incitando-as a criar as suas. Também precisa considerar todas as imagens como construções e renunciar totalmente à idéia de que algumas delas possam ser simples reflexos, como este relatório qualifica o noticiário da televisão: “reflexo inevitável da violência do mundo”.

Quanto à ação em relação aos pais, ela é lembrada por uma única frase que (com erro de ortografia e itálico incluídos!) resume sozinha toda a filosofia que propõe o relatório: “Uma ação em direção aos pais deveriam (sic), em primeiro lugar, ter o objetivo de levá-los a vigiar e disciplinar o consumo audiovisual de seus filhos. Deveria também convencê-los a proceder com tato, sem o que sua ação criaria mais conflitos do que solucionaria”. Resumindo, as crianças nos são apresentadas como espécies de produtos perigosos e reativos que necessitariam de precauções no uso, mesmo como animais selvagens, sempre prontos a agredir seu domador, nunca como seres humanos movidos pelo desejo de conferir um sentido próprio a suas experiências com imagens.

Sonhando com o autoritarismo

Os médicos de família são recrutados para a mesma tarefa: “Anúncios afixados nas salas de espera poderiam advertir sobre a necessidade de refletir sobre os riscos que as imagens violentas ou pornográficas apresentam para as crianças.” Nada se diz sobre a necessidade de estabelecer entre pais e filhos um diálogo que, na realidade, nunca ocorreu: o antigo autoritarismo da década de 50 cedeu o lugar a uma forma de permissividade em que as crianças recebem, muitas vezes, a liberdade de levar a vida como bem entendem. Sonhando explicitamente em restaurar a antiga autoridade sem tirar lição alguma de seu fracasso, Blandine Kriegel critica, com veemência, os heróis fora-da-lei - esquecendo-se que os Robin Hood, Peter Pan e Zorro já pertenciam a esse grupo e que os combatentes da Resistência de 1939-1945 também estavam nessa situação - e convida os pais a “vigiar e disciplinar”, nunca a abrir o diálogo.

É verdade que essa opção implicaria preocupar-se um pouco mais com as imagens e com as pessoas que as vêem e, um pouco menos com a força do Estado e com o reforço de seu poder.

(Trad.: Teresa Van Acker)

1 - Seu estudo sobre a violência na mídia deu lugar a um relatório publicado em 1989 com o subtítulo “Violência e terror na mídia” que analisa e resume o conjunto das pesquisas realizadas até essa data no mundo inteiro.
2 - Le Débat, n° 94, Paris, março-abril de 1997.




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