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DOSSIÊ IRAQUE

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Há 80 anos, tropas do império britânico tomaram Bagdá e tentaram decidir o futuro do país. Passado um primeiro momento, porém, reconheceram a hierarquia existente e devolveram o poder às elites do regime anterior

Charles Tripp - (01/01/2003)

A insurreição foi esmagada, mas a um custo tal que o exército, assim como o governo britânico, foram forçados a reavaliar totalmente suas pretensões

Apoiado pelas forças armadas, um regime autoritário exerce o controle sobre Bagdá com mão de ferro, representando uma ameaça estratégica à principal potência ocidental estabelecida na região. Organiza-se uma expedição militar e, após uma campanha mais difícil e mais onerosa do que se previa, Bagdá seria capturada e uma nova ordem seria estabelecida, sob o controle militar e político do Ocidente. Porém, no momento em que o futuro do Iraque parecia estar sendo escrito no exterior, explode uma revolta entre os oficiais do exército, ganha as ruas de Bagdá e se estende a todas as regiões xiitas do centro e do sul do país, pondo em risco toda a operação militar.

A insurreição acabaria sendo esmagada, mas a um custo tal que o exército de ocupação, assim como o seu governo, são forçados a reavaliar totalmente suas pretensões. Ao invés do plano ambicioso do início da operação, um projeto mais modesto e menos custoso começa a tomar forma: o de reconhecer a hierarquia social e política existente no Iraque e devolver o controle do Estado, sob vigilância ocidental, às mãos das elites do regime anterior.

A tentação de “reconstruir o Estado”

Se a guerra vier a ocorrer, os Estados Unidos poderão vir a ter que fazer as mesmas opções com que se defrontaram os ingleses entre 1914 e 1921

Este relato não é uma antecipação dos próximos doze meses. É apenas a descrição de acontecimentos que ocorreram, há mais de oitenta anos, quando a Grã-Bretanha, após conquistar as três províncias otomanas de Basra, Bagdá e Mosul, construiu um novo Estado: o Iraque. Se aí se percebem repercussões de um presente e de um futuro possíveis, tal fato é menos a conseqüência de alguma essência irredutível na história iraquiana do que a lógica do poder imperial. Se a guerra vier a ocorrer, os Estados Unidos poderão vir a ter que fazer as mesmas opções com que se defrontaram os ingleses entre 1914 e 1921. Convém refletir sobre essas opções para compreender se o exercício do poder imperial, na tarefa de “reconstruir o Estado”, tem uma lógica semelhante. E isso poderia ajudar a compreender o que será um novo Iraque sob ocupação norte-americana.

Quando invadiram a Mesopotâmia em 1914, os ingleses não tinham intenções de criar um Estado. Sua preocupação imediata era a de proteger suas posições no Golfo. Mas o êxito de suas operações militares levou-os a terem maiores ambições, de forma que, a partir de 1918, sua ocupação já abrangia o território que, atualmente, constitui o Iraque. Estabeleceu-se uma administração baseada no modelo das Índias britânicas, onde muitos daqueles oficiais e servidores do reino haviam feito carreira. Seria uma mistura de administração direta e indireta.

A visão imperialista e a visão minimalista

Com o fim da guerra, em 1918, levantaram-se vozes, entre os próprios ingleses, questionando a definição daqueles interesses britânicos

A operação era totalmente comandada a partir dos ministérios de Bagdá, por pessoal inteiramente britânico, mas, nas províncias, os comissários políticos ingleses dependiam das lideranças locais para manter a ordem e coletar os impostos. Foram excluídas desse arranjo as elites administrativas e militares do ex-império otomano – em sua maioria, árabes sunitas e turcos arabizados. Começa a surgir, então, uma forma característica do imperialismo britânico, centrada em Bagdá, mas penetrando, pouco a pouco, em todas as camadas da sociedade e dando a impressão de consolidar os interesses ingleses.

No entanto, com o fim da guerra, em 1918, levantaram-se vozes aqui e ali dentro do aparelho de Estado britânico, questionando a própria definição daqueles interesses. Enquanto alguns se agarravam a uma visão imperialista pura e simples, defendendo que a prática de “microtecnologias do poder” fazia parte da missão imperial da Grã-Bretanha como forma de adaptar a sociedade à nova ordem administrativa, outros, influenciados por dúvidas morais acerca do projeto, assim como por considerações práticas de recursos e obrigações, defendiam um compromisso menor. A Grã-Bretanha, diziam estes, só tem duas exigências básicas em relação a um futuro governo na Mesopotâmia, seja ele qual for: que seja competente e que respeite as necessidades estratégicas britânicas. Foi esta a opinião que prevaleceu e que levou à criação do Estado do Iraque1.

A Revolta Iraquiana de 1920

Seriam os acontecimentos no próprio Iraque, assim como a evolução na Inglaterra e no resto do mundo, que determinariam a conclusão do conflito

Seriam os acontecimentos no próprio Iraque, assim como a evolução na Inglaterra e no resto do mundo, que iriam determinar essa conclusão. Em 1920, o novo princípio da autodeterminação dos povos abriria espaço aos “mandatos” concedidos pela Liga das Nações – territórios conquistados aos impérios centrais derrotados que deveriam ser encaminhados rumo à independência, como Estados soberanos, por uma ou outra das potências vitoriosas. Essa foi uma fórmula defendida por membros do governo britânico, preocupados em conservar a influência de seu país no mundo, porém a um mínimo custo militar e financeiro. Considerando-se a volatilidade da opinião pública inglesa em 1919-1920 em relação a tudo o que se referisse a despesas públicas, assim como as preocupações governamentais sobre o custo da manutenção do império, essa parecia a solução ideal.

Entre os iraquianos propriamente ditos, muitos eram hostis à idéia do mandato, no qual viam apenas uma máscara para o imperialismo britânico. Por outro lado, um número considerável de servidores do império britânico, lotados na região, via no projeto uma grave abdicação de responsabilidade2. O confronto entre esses dois pontos de vista levaria à Revolta Iraquiana de 1920. Inflamada por manifestações de massa em Bagdá – em que sunitas e xiitas protestam lado a lado – e pela agitação de ex-oficiais otomanos frustrados, a revolta cresce na medida em que chega às regiões do Médio e Baixo Eufrates, majoritariamente xiitas. Guerreiros tribais bem armados, indignados com a ingerência do governo central e hostis ao reinado dos “infiéis”, assumem o controle de todo o Sul do país. Além de terem sido necessários vários meses para que os ingleses conseguissem dominar a revolta e restabelecer a autoridade de Bagdá, isso também lhes custou – assim como às tropas indianas e iraquianas – milhares de mortos3.

A opção por uma solução pragmática

Entre os iraquianos, muitos eram hostis à idéia de um “mandato” da Liga das Nações, no qual não viam senão uma máscara para o imperialismo britânico

A Revolta de 1920 teve duas conseqüências profundas. Convenceu os ingleses de que o preço de tentar governar o Iraque seria muito alto e que era fundamental o pleno funcionamento de um governo e de um exército locais, bem como de serviços administrativos. Inevitavelmente, foi entre as elites administrativas e militares do império otomano – afastadas do poder durante a guerra – que os ingleses encontraram os quadros para o novo Estado. Nessas elites, descobrem homens experientes e preparados para gerir um Estado moderno, dotados de um senso pragmático e capazes de perceber a importância da Grã-Bretanha no processo de sua ascensão ao poder, assim como na afirmação da identidade iraquiana na região. Contrariamente, os líderes da maioria xiita e da importante minoria curda são considerados rebeldes em potencial, assim como demasiado envolvidos nas tradições tribais e religiosas para serem capazes de gerir um Estado moderno.

Seriam essas considerações que orientariam a política de Londres. O emir Faiçal – filho do príncipe Hussein, de Meca, que liderara a revolta árabe contra o império otomano durante a I Guerra Mundial – seria instalado no trono, contando, principalmente, com o apoio de ex-funcionários e oficiais otomanos, em sua maioria árabes e sunitas. Os primeiros tomariam o lugar ocupado por servidores britânicos nos serviços administrativos, enquanto os oficiais constituiriam o núcleo de um novo corpo militar. A influência britânica persistiria, naturalmente, graças à permanência de conselheiros nos ministérios, a duas importantes bases da Royal Air Force e a múltiplos outros vínculos que seriam mantidos pelo “império informal” de Sua Majestade mesmo após a independência, outorgada ao Iraque em 1932.

“Farol da democracia” sai da pauta

A releitura da história é importante porque o regime do presidente Saddam Hussein é o herdeiro direito das estruturas de governo que existiam na época

Como se tratava de salvaguardar os interesses estratégicos da Grã-Bretanha, os defensores de uma abordagem minimalista, ou indireta, da ordem política no Iraque parecem ter tido razão. No entanto, eles também lançaram no Iraque as bases para um novo tipo de Estado, com o surgimento das tendências autoritárias da nova classe dirigente, assim como seus preconceitos para com as demais comunidades que compunham a maioria da população4.

Esta releitura da história é importante porque o regime do presidente Saddam Hussein é o herdeiro direito das estruturas de governo que existiam na época. E se os Estados Unidos pretenderem organizar o futuro do Iraque, serão expostos a uma tentação semelhante àquela a que estiveram os ingleses em 1920. Após a invasão e a deposição militar do regime, terão que tomar uma decisão. Podem tentar implementar mudanças fundamentais no modo de funcionamento do governo – dedicando a essa tarefa o tempo e os recursos necessários. Ou, então, podem implantar um governo que atenda a seus principais desejos – respeito pelos interesses norte-americanos e manutenção da ordem – e permita uma rápida retirada de suas tropas. Isto significaria reconhecer as estruturas do poder existente e a trajetória histórica que resultou no atual regime iraquiano.

Diante de uma provável resistência interna, e temendo pela perda de vidas norte-americanas num projeto de “reconstrução do Estado” cada vez mais distante dos interesses dos Estados Unidos, é possível que o governo de George W. Bush venha a optar por se retirar dos assuntos internos iraquianos. Isto poderia contradizer as atuais declarações de Washington no sentido de ter por missão transformar o Iraque num “farol da democracia” no Oriente Médio. E também provocaria um certo desespero entre os iraquianos que vêem nos Estados Unidos sua principal esperança de uma mudança política. No entanto, para os Estados Unidos – como para a Grã-Bretanha, há oitenta anos – serão, sem dúvida, os custos e as vantagens de curto prazo que mais irão pesar nas decisões, em detrimento de possíveis vantagens, distantes, de uma transformação fundamental da sociedade iraquiana.

(Trad.: Jô Amado)

1 - Ler, de Peter Sluglett, Britain in Iraq 1914-1932, ed. Ilondres, 1976.
2 - Ler, de Tawfiq al-Suwaidi, Mudhakkirati (Minhas memórias)>:, ed. Dar al-Hikma, Londres, 1999, pp. 70-72, e também, de Sir Arnold Wilson, Mesopo/itamia 1917-1920 – a clash of loyalties, ed. Oxford University Press, Londres, 1931.
3 - Ler, de Sati` al-Husri, Mudhakkirati fi al`Iraq 1921-1941 (Minhas memórias no Iraque), vols. 1 e 2, ed. Dar al-Tali’a, Beirute, 1967/1968.
4 - Ibidem.




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