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No V Congresso Internacional de História dos Conceitos, acadêmicos alertaram para as manipulações dissimuladas pela linguagem, como na obra de George Orwell. A palavra da moda, “resiliência”, é exemplo dessa ideologia camuflada por uma “novilíngua”

Serge Tisseron - (01/08/2003)

Em julho deste ano, realizou-se, em Vitória (Espanha), o V Congresso Internacional de História dos Conceitos. Professores universitários, provenientes do mundo inteiro, alertaram contra as manipulações dissimuladas pela linguagem e lembraram: “Todos os poderes criam palavras para nos obrigar a pensar como eles”. George Orwell já nos havia alertado contra o totalitarismo de toda “novilíngua”. Como, então, não nos perguntarmos sobre a ideologia camuflada na palavra da moda, “resiliência”?

Conceito que engloba as idéias de elasticidade, dinamismo e bom humor, a “resiliência”, na América do Norte, é uma virtude social associada ao êxito

A idéia de algo que resiste às pressões sem se deformar demasiadamente, ou podendo encontrar sua forma, um pouco como uma mola, existe nos Estados Unidos há muito tempo. Aliás, Paul Claudel escreve em “A elasticidade norte-americana”: “Há no temperamento norte-americano uma qualidade que, lá, é traduzida pela palavra resiliency, para a qual, em francês, não encontro uma correspondente exata, pois une as idéias de elasticidade, de dinamismo, de recurso e de bom humor1”.

No campo da psicologia, Fritz Redl introduziu o conceito de “ego resiliência” em 1969; em seguida, foi descrito o fenômeno denominado “invulnerable children” (crianças invulneráveis). Finalmente, em meados da década de 1980, foram publicadas várias obras consagradas à “resiliência”, que analisam o destino bem-sucedido de indivíduos a quem, no entanto, a infância catastrófica parecia prometer um futuro sombrio2.

Uma jóia que nasce da impureza

Entretanto, nos Estados Unidos, nada é comparável à extraordinária admiração que a França tem hoje por esse conceito. Por quê? Inicialmente, graças a um ardil genial... A resiliência, que, na América do Norte, é uma virtude social associada ao êxito, na França, tornou-se uma forma de riqueza interior... Não se trata mais, como na versão norte-americana, de orientar sua vida para obter sucesso, mas de “buscar a maravilha3” ou também de “cultivar a arte de recomeçar4”. Todavia, sob esse adereço, o produto continua o mesmo.

A operação “roupa nova” começa com a metáfora da pérola na ostra: esta reage à introdução de uma impureza em seu organismo – por exemplo, um grão de areia – por um trabalho que leva à fabricação dessa jóia maravilhosa como é a pérola. Alimentada por uma metáfora tão preciosa, a palavra torna-se comercial: todos querem ter sua pérola! Foi assim que um colega, que lembrava a morte de seu pai e a “forma brilhante” de sua mãe, ouviu uma senhora responder-lhe: “Sim, é verdade, nós, as mulheres, somos mais ‘resilientes’”. A resiliência, assimilada à adaptação social, pareceria coisa do diabo, mas comparada a uma jóia longamente “produzida por secreção” e polida pelo organismo, suscita em todo mundo o desejo de conquistá-la!

Pouco importa a pressão social

O objetivo não é mais levar a todos água, habitação, democracia e trabalho digno. A pressão social não importa, já que o “resilientes” sempre poderão recomeçar

Outro exemplo: um panfleto, distribuído na porta da universidade, propõe uma sociedade mais justa e igualitária. E termina pela seguinte frase: “Lutemos por uma sociedade nova, em que todo mundo tenha sua chance (graças à resiliência).”

O conceito, que nasceu da psicologia social norte-americana, não tem a menor dificuldade de retornar a ela: o objetivo não é mais levar a todos a água corrente, habitações salubres, a democracia e um trabalho digno, mas... a “resiliência”! Em última instância, a pressão social não importa: aqueles que são “resilientes” recomeçarão, os outros poderão sempre se relacionar com o psicólogo, com o psiquiatra, ou com um “tutor” possivelmente benévolo.

Talvez o leitor julgue que esses são exemplos caricaturais e abusivos, que não afetam em nada o valor do conceito. Vamos tentar mostrar o contrário.

Uma palavra bela, mas não sólida

A palavra “resiliência” é, antes de mais nada, ambígua, pois mascara o caráter sempre extremamente frágil das defesas desenvolvidas para enfrentar os traumas. Em sua evolução, a resistência psíquica é parecida com a resistência física diante de um câncer conhecido. O paciente é ajudado, tratado da melhor forma possível, mas ninguém controla suas possíveis recaídas. E somente quando o doente morre é possível dizer, de acordo com o caso, se ele resistiu bem ou não!

No campo da resistência psíquica aos traumas, tudo sempre pode oscilar de maneira imprevisível, especialmente sob o efeito de uma experiência existencial, como a morte de uma pessoa próxima, o distanciamento de um ser querido ou mesmo uma simples mudança de residência. A “resiliência” talvez seja bela como uma pérola, mas jamais é sólida. Ora, o problema reside no fato de que a tendência é sempre considerá-la uma conquista ou algo a conquistar.

Um mecanismo complexo

Por trás dessa palavra está o mito da Redenção: o “resiliente” seria aquele que ultrapassou a parte sombria dos sofrimentos e só guarda a parte gloriosa e luminosa

A segunda crítica que se pode fazer ao uso dessa palavra é que ela mascara a grande variedade de mecanismos de defesa destinados a lutar contra as conseqüências de um trauma5. Em um extremo, o trauma pode ser evocado de maneira repetitiva por gestos simbólicos, imagens ou palavras, enquanto no outro extremo, pode ser fechado no fundo de si em uma espécie de “armário psíquico”, em que se tenta esquecê-lo. E, uma vez que se leva em conta a vida social, tudo se complica ainda mais. Alguns desses mecanismos contribuem, de fato, para reforçar a capacidade de confirmar suas opções pessoais, enquanto outros levam a uma adesão incondicional a seu grupo.

Enfim, a terceira razão pela qual esse conceito é discutível é que ele se aplica a processos de organização de traumas que beneficiam o indivíduo que os pratica assim como seus próximos e, ao mesmo tempo, a outros pelos quais a ex-vítima de um trauma “recomeça” à custa dos que se encontram à sua volta.

O mito da redenção

Essa confusão não se dá por acaso. A “resiliência” é inseparável da concepção de um “eu autônomo” desenvolvido pela psicologia norte-americana, e que é apenas uma instância que favorece o êxito dos “mais aptos”. A “resiliência” é, desse ponto de vista, um conceito que evoca mais a “luta pela vida”, tão querida a Darwin, do que a distinção moral. É exatamente aí que a confusão constitui uma ameaça.

Na verdade, por trás dessa palavra, não está longe o mito da Redenção, sendo o “resiliente” considerado alguém que ultrapassou a parte sombria de seus sofrimentos para deles guardar apenas a parte gloriosa e luminosa. Cada vez mais, ouvimos pessoas falarem de sua “resiliência” como se fosse uma qualidade a ser contabilizada para crédito delas, e até mesmo como algo que poderia reforçar sua auto-estima. Mas, às vezes, ao escutá-las, passamos a ter pena de seu círculo de amizades...

O êxito como virtude

O “resiliente” pode tornar-se uma fonte de traumas graves para os outros. Não nos esqueçamos de que os kamicases do dia 11 de setembro de 2001 tinham esse perfil

Conheci um indivíduo que tinha crescido em uma família em que existia um segredo grave. No início, ele sofreu muito com isso, mas finalmente conseguiu uma promoção muito rápida. Dizia que tinha certeza de que era capaz de dissimular, com muita habilidade, nos sindicatos, o funcionamento real de sua empresa e, por isso, era capaz de manipular com eficácia seus “empregados” – que, simbolicamente, eram seus filhos. Com a descoberta da palavra resiliência, esse homem conseguiu descrever seu percurso de uma maneira, para ele, gratificante. Tendo escapado do campo dos humilhados e dos perdedores, onde não tinha conseguido se virar, ele não se deixara “esmagar” por seus traumas de infância, tinha secretado sua “pérola”. Pode ser. Mas, nesse caso, estamos diante de valores que não têm nada a ver com a psicologia, mas tudo com a adaptação social que, nos Estados Unidos, faz do êxito o equivalente à virtude.

Enfim, não só o “resiliente” pode tornar-se uma fonte de traumas graves para os outros, inclusive para sua própria família, mas, às vezes, pode até desenvolver uma grande energia destruidora. Não nos esqueçamos de que os kamicases do dia 11 de setembro de 2001 foram todos descritos como bons maridos, bons pais e possivelmente bons educadores, apesar dos percursos pessoais, em sua maioria, difíceis. Em resumo, eram exemplares, até seu ato suicida e assassino, de uma sólida resiliência.

A ameaça latente

Embora os autores dos atentados suicidas tenham saído de seu passado doloroso, isso teve um preço, o de se tornarem uma espécie de “monstros adormecidos”, adaptados e generosos, até que circunstâncias excepcionais os desvendaram, como o que aconteceu na Alemanha, entre 1933 e 1945, ou na Iugoslávia, mais recentemente.

Quando se clinica, não é raro encontrar pacientes cuja organização psíquica corresponda a esse esquema. Do ponto de vista de sua existência familiar e social, eles parecem ter superado perfeitamente seus graves traumas de infância. São “polidos, respeitosos, sérios e honestos”. E, no entanto, seu ódio em relação aos pais ou aos educadores que os maltrataram continua intacto e simplesmente pede para ser deslocado para um inimigo que seu grupo designe, permitindo ao mesmo tempo colocar definitivamente fora de questão seus pais e educadores.

Prudência dos especialistas

Em relação à sua existência familiar e social, eles parecem ter superado perfeitamente seus graves traumas. Mas seu ódio continua intacto para ser redirecionado

Na prática, do mesmo modo que não se pode saber se uma cura aparente é estável ou não, não se pode determinar a que corresponde um aparente altruísmo de uma pessoa que viveu um trauma. Na verdade, pode resultar em sua superação, mas também pode resultar no adormecimento de um ódio inextinguível que, mais tarde, pode levá-la a realizar um ato de violência inexplicável, como meio de dar vida a essa parte de si à qual jamais quis renunciar.

É por isso que os diferentes psicanalistas que se interessam pela resistência aos traumas6 renunciaram à idéia de classificar, sob o mesmo vocábulo, fenômenos que resultem tanto do ambiente quanto das possibilidades psíquicas próprias de cada um, e que podem contribuir para personalidades tão diferentes como Stalin ou Madre Teresa.

Sua prudência parece fundamentada, sobretudo se julgados pelo uso corrente que se faz atualmente da palavra “resiliência”. Esse uso parece corresponder ao dos mecanismos que, ao mesmo tempo, é o mais problemático e o mais falacioso. Ou seja: uma clivagem sustentada por um vínculo social capaz de adormecer, por um tempo indeterminado, o monstro escondido nos vazios de personalidades assassinas...

(Trad.: Wanda Caldeira Brant)

1 - Ler Paul Claudel, Œuvres en prose, La Pléiade, Gallimard, Paris, 1965, p.1205.
2 - Principalmente Julius Segal, Winning Life’s toughest Battles - Roots of human Resilience, Mac Grow Hill, New York, 1986; e James E. Anthony and Bertram J. Cohler., The invulnerable child, Guilford Press, New York, 1987.
3 - De acordo com a expressão de Boris Cyrulnik em Un merveilleux malheur, Odile Jacob, Paris, 1999.
4 - Subtítulo da obra de Rosette Poletti et Barbara Dobbs, La Résilience, Ed. Jouvence, St-Julien-en-Genevois, 2001.
5 - Citemos as formas de clivagem, complicadas ou não, de projeção, a censura e as diversas modalidades utilizadas para simbolizar o acontecimento traumático, seja com comportamentos, imagens ou palavras.
6 - Seja Sandor Ferenczi, com a dinâmica da clivagem, Anna Freud com o estudo dos mecanismos de defesa ou, ainda, Winnicott com o medo da ruína como sinal de uma catástrofe psíquica que já aconteceu no passado do indivíduo.




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