Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» 4 de agosto de 2020

» Eletrobrás, privatização humilhante

» Chile: a rebeldia retomada e o sistema em xeque

» Rusgas no casamento entre Bolsonaro e Guedes

» Cinema: Minimalismo vazio ou superação do consumismo?

» 3 de agosto de 2020

» Enfim, o direito humano a imprimir dinheiro

» Despotismo algorítmico, outra faceta da exploração

» Por que a pandemia afasta mulheres da ciência

» 31 de julho de 2020

Rede Social


Edição francesa


» Algérie : Les réformes de 1947 et l'intégration

» « The Economist », le journal le plus influent du monde

» L'avènement du tourisme de masse... Près de chez soi

» Babel jeune et innocente

» Des usages de Bach

» Rendez-vous avec Frantz Fanon

» Dans la jungle de Bornéo, des visiteurs en quête d'authenticité

» « Il nous faut tenir et dominer Athènes »

» Égalité, identités et justice sociale

» D'autres pistes pour la santé publique


Edição em inglês


» August: the longer view

» Hagia Sophia in Turkey's culture wars

» Pilgrimage routes

» Bolivia's shrinking glaciers

» It's the healthcare system, stupid

» The Twenty Years' war

» Government by the worst

» The eternal Johann Sebastian

» Wake up! I have things to say!

» Newspapers without borders


Edição portuguesa


» Edição de Agosto de 2020

» Prisioneiros do paradigma

» A guerra dos vinte anos?

» Offshores: paraíso para alguns, inferno para todos

» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago


INTERNET

Um jogo de Monopoly?

Imprimir
enviar por email

Ler Comentários
Compartilhe

No universo da “nova economia”, o Google é um OVNI, uma ’start-up’ que deu certo. Enquanto a maioria delas não sobreviveu ao estouro da “bolha Internet”, o Google soube consolidar rapidamente sua viabilidade financeira

Pierre Lazuly - (01/10/2003)

n t

O Google continua se recusando a entrar na Bolsa de Valores, persuadido de que suas ambições tecnológicas seriam contrariadas por uma administração de curto prazo

O faturamento do Google, projetado em quase 1 bilhão de dólares para o ano de 20031 , baseia-se na venda de dois tipos de serviços. Antes de tudo, sua tecnologia de pesquisa, que oferece, pronta para ser usada, a clientes como Yahoo!, Cisco, Vodafone e o Exército norte-americano. Mas também, e cada vez mais, sua competência em publicidade dirigida: as mensagens publicitárias exibidas na página do Google – textos simples, mas correspondendo precisamente à pesquisa solicitada – são, em média, cinco vezes mais visitadas do que os anúncios tradicionais.

Embora muita gente o considere o candidato ideal para participar do mercado de capitais, o Google continua se recusando a entrar na Bolsa de Valores, persuadido de que suas ambições tecnológicas seriam contrariadas por uma administração de curto prazo, imposta pelos acionistas. “Nós somos mais ou menos bons, mas ainda estamos longe de sermos perfeitos. E não o seremos ainda por um bom tempo”, afirma Larry Page2 . Talvez seu sonho também seja o de fazer do Google uma nova Microsoft e só entrar na Bolsa quando dispuser de um quase-monopólio. Como numa longa partida de Monopoly...

(Trad.: Jô Amado)

n t

1 - “Google announces corporate search customers”, agência Reuters, 12 de agosto de 2003.
2 - “Inside Google”, San José Mercury News, 4 de maio de 2003.




Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» Comunicações
» Rumos da Internet

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos