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Um jogo de Monopoly?

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No universo da “nova economia”, o Google é um OVNI, uma ’start-up’ que deu certo. Enquanto a maioria delas não sobreviveu ao estouro da “bolha Internet”, o Google soube consolidar rapidamente sua viabilidade financeira

Pierre Lazuly - (01/10/2003)

n t

O Google continua se recusando a entrar na Bolsa de Valores, persuadido de que suas ambições tecnológicas seriam contrariadas por uma administração de curto prazo

O faturamento do Google, projetado em quase 1 bilhão de dólares para o ano de 20031 , baseia-se na venda de dois tipos de serviços. Antes de tudo, sua tecnologia de pesquisa, que oferece, pronta para ser usada, a clientes como Yahoo!, Cisco, Vodafone e o Exército norte-americano. Mas também, e cada vez mais, sua competência em publicidade dirigida: as mensagens publicitárias exibidas na página do Google – textos simples, mas correspondendo precisamente à pesquisa solicitada – são, em média, cinco vezes mais visitadas do que os anúncios tradicionais.

Embora muita gente o considere o candidato ideal para participar do mercado de capitais, o Google continua se recusando a entrar na Bolsa de Valores, persuadido de que suas ambições tecnológicas seriam contrariadas por uma administração de curto prazo, imposta pelos acionistas. “Nós somos mais ou menos bons, mas ainda estamos longe de sermos perfeitos. E não o seremos ainda por um bom tempo”, afirma Larry Page2 . Talvez seu sonho também seja o de fazer do Google uma nova Microsoft e só entrar na Bolsa quando dispuser de um quase-monopólio. Como numa longa partida de Monopoly...

(Trad.: Jô Amado)

n t

1 - “Google announces corporate search customers”, agência Reuters, 12 de agosto de 2003.
2 - “Inside Google”, San José Mercury News, 4 de maio de 2003.




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