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CHOQUE DE CIVILIZAÇÕES

Realidade à procura de ficção

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As aventuras literárias nos colocam diante da questão crucial: como pensar a forma de totalitarismo nova que se sente apontar, ao mesmo tempo que a liberdade parece ser o paradigma supremo

Jean Christophe Rufin - (01/09/2004)

As verdades da ciência política oficial, pretensamente fundadas em lógica e razão, são mentiras ou ilusões

Descrever o que existe ou escrever o que virá? Acariciar a superfície dos acontecimentos, traçar uma cartografia de sua casca ou, ao contrário, quebrar a vagem, extrair o caroço, a semente dos tempos futuros? Velho dilema que opõe o trabalho dos politólogos e o trabalho, mais complicado mas de uma fecundidade incomparável, de todos aqueles – romancistas, cineastas, autores de histórias em quadrinhos – que têm a audácia de se lançar sobre os tempos que virão.

Se nos ativermos ao método, é certo que apenas os observadores científicos da política e da História podem pretender o rigor e, em conseqüência, a credibilidade. De que pompas e de que arrogância se cerca, aliás, a “ciência” política oficial, pronta a demitir qualquer um que use sua imaginação nas trevas do “jornalismo” (insulto pequeno) ou da “literatura” (ultraje extremo). Concelebrados e cooptados, nossos professores dissertam doutamente sobre o que existe.

Eles não sentem, entretanto, que dissecando assim o corpo palpitante do real o matam. Os pedaços frios que nos servem são carne assada, não carne viva, privada desta incomparável qualidade da vida que é o movimento, a metamorfose, a evolução. No cotidiano da atualidade, este defeito passa desapercebido. Mas basta acontecer uma ruptura importante (a derrocada do comunismo soviético, os primeiros tiros de canhão sobre Dubrovnik, quer dizer, em terra européia, os atentados do 11 de setembro...), e a “ciência” política aparece em sua nudez. Pior, compreende-se que suas verdades, pretensamente fundadas em lógica e razão, são mentiras ou ilusões. Lembremo-nos das glosas sobre a guerra fria, que deveria durar mil anos; as demonstrações sobre a maneira como as democracias deveriam acabar etc.

Verdade nas mentiras

A ficção que se reivindica abertamente como mentira é uma das formas da verdade

Alexandre Soljenitsin, em seu Discurso de Estocolmo1 , explicou que vivera num mundo regido pela razão e a ciência onde, entretanto, todos os discursos eram falsos. A verdade era a forma corrente da mentira. E ele justificava assim a escolha que havia feito, do romance. A ficção que se reivindica abertamente como mentira é, ao contrário, uma das formas da verdade. Esta verdade não se reconhece por sua forma, mas por um “som” que o ouvido humano pode distinguir. Um romance “soa” afinado – ou não – e leva a uma mais alta compreensão da profundidade das situações e dos atores.

Dito isto, o problema se desloca, pois está claro que nem toda literatura explora os mesmos registros de verdade. Muito da ficção contemporânea são obras minimalistas e intimistas. No extremo, desenvolve-se uma literatura do instante subjetivo que se nomeia auto-ficção. A auto-ficção constitui um testemunho precioso sobre nossos modos de viver, de pensar, de sentir, de amar, mas falta-lhe (voluntariamente) amplitude em sua descrição do campo social e político. Para descobrir a ficção que explora estes registros de verdade, é preciso ir atrás da literatura “de gênero”: policial, viagens, romance histórico, romance de espionagem e é claro, ficção científica2 . A palavra horrível foi dita, e ao mesmo tempo, foram soltos os cachorros: o quê? Ficção científica? Olha aí o que nos querem dar como instrumento de exploração da verdade. Discos voadores... Só rindo! Homenzinhos verdes, máquina do tempo, porque não Branca de Neve ou Harry Potter.

É claro que essas críticas, por fáceis que sejam, são fundadas. As obras de ficção científica sofrem de uma extrema mistura de gêneros, na qual se encontram produções de qualidade desigual e, principalmente, de tipos diferentes. Os especialistas se dividem quanto às classificações; e não sendo um deles, prefiro ater-me a uma comparação médica. Se se refere à velha nosografia psiquiátrica dos delírios (já que se trata de descrições situadas além da realidade), pode-se distinguir na ficção científica as produções esquizofrênicas, parafrênicas e paranóicas. O registro esquizofrênico é o do fantástico e do maravilhoso. A parafrenia, que faz coexistirem setores intactos do real e elementos puramente imaginários, em geral de grande amplitude, corresponderia ao domínio da fantasy, com o subgênero prolífico – e fácil de ridicularizar – que constitui a heroic fantasy (guerras das estrelas, naves espaciais, óperas interplanetárias). Sobra a paranóia, que consiste em operar uma ligeira modificação do real e daí tirar todas as conseqüências. Esta técnica se resume em imaginar mundos próximos do nosso, onde o cotidiano quase não apresenta diferenças, mas onde certos parâmetros mudaram, com conseqüências imensas mas que nem sempre são imediatamente perceptíveis.

Antevisão da ficção científica

Os mecanismos totalitários descritos por Orwell se aplicam a nossas democracias triunfantes

Estas hipóteses defasadas podem estar relacionadas com o passado (é o domínio da ucronia – de minha parte tenho um fraco por um autor desconhecido na França: Orson Scott Card3 ) ou um futuro mais ou menos próximo. De Viagens de Gulliver ao Melhor dos Mundos, de Farenheit 451 a Minority Report4 , são muitas as obras-primas neste registro. Um lugar especial deve ser reservado para Orwell e 19845 . Ali está, com efeito, a forma mais política da ficção paranóica. Como sempre, num assunto denso e fecundo, as possibilidades de interpretação são muitas. Orwell foi consideravelmente reduzido por sua adaptação cinematográfica (que agora se sabe que foi estreitamente controlada pela CIA6 ). O caráter extraordinariamente rico da ficção orwelliana está justamente em sua característica livre: não é um simples deslocamento do mundo stalinista, e os mecanismos totalitários que descreve se aplicam a muitas situações, inclusive a nossas democracias triunfantes...

Por um estranho complexo europeu, parece-nos que essa literatura de ficção política é uma especialidade, mesmo um monopólio, do mundo anglo-saxão e em particular americano. É verdade que os Estados Unidos produzem uma abundante literatura deste tipo, freqüentemente destituída de pretensão artística, mas eficiente e popular: pode-se ligar a este grupo as produções do romance de espionagem, em particular tecnológica, tipo Tom Clancy, Robert Ludlum, Robin Cook7 etc…Muitos foram os que, depois do 11 de setembro, descobriram que estes romancistas considerados sem importância tinham sido os primeiros a arquitetar hipóteses perturbadoras que a realidade viria confirmar a posteriori.

Estaríamos errados, entretanto, por considerar os Estados Unidos como titular de um monopólio desta literatura. Os franceses, no século XX, mostraram-se por muito tempo inovadores no tema. De Pierre McOrlan (La Vénus internationale) Boris Vian (L’écume des jours), de Robert Merle (L’île, Malevil) a René Barjavel (Ravage): são numerosas as grandes obras (sem esquecer Les Racines du ciel, que Romain Gary definiu ele mesmo como o primeiro romance ecológico e que se revelou profético).

Em busca da simples literatura

A literatura de antecipação tende a sair do gueto e tornar-se, em vez de literatura de gênero, simplesmente literatura

A ficção científica francesa conheceu sua travessia do deserto durante o período dos anos 1970-1980, marcada pela tentativa pouco conclusiva de criar uma ficção científica estritamente política. Agora, reuniram-se as condições para um grande renascimento. A literatura de antecipação tende a sair de seu gueto. A evolução de um autor como Pierre Bordage é, sob este aspecto, exemplar. Bordage vem da ficção científica pura e dura, na qual se ilustrou por grandes sagas de feitura bastante clássica (no registro da fantasy). Há alguns anos, com L’Evangile du serpent e mais recentemente L’Ange de l’abîme8 , ele mostra uma exigência que tende a colocá-lo fora da literatura de gênero para entrar na literatura, simplesmente.

Foi durante as discussões que tivemos que nasceu para mim a idéia de fazer o percurso inverso. Saído da literatura geral, formei o projeto sob a influência de Pierre Bordage, de me tangenciar ao universo da antecipação. Foi assim que escrevi Globalia.

Comparando duas obras – L’Ange de l’abîme e Globalia – pode-se medir o que nos separa e o que constitui justamente a grande fecundidade do método literário. Para descrever sua Europa do porvir, Bordage escolheu levar até seu termo a decomposição social e política da qual se pode pressentir as premissas. Um acordo dramático se fez entre os extremismos fanáticos: o do jihad de um lado e o do Arcanjo Miguel do outro. Fazendo isso ele se aproxima do John Le Carré de Une amitié absolue9 , que mostra a convergência de interesses dos terroristas externos e de uma extrema direita americana que justifica seu poder por imperativos de segurança.

Romances premonitórios

A que sociedade nos destina a democracia liberal planetária que triunfou no dia seguinte à queda do muro?

Em Globalia, parti da mesma constatação, mas formando a hipótese inversa. Eu imaginei que o acordo social se fará não sob a forma de uma exacerbação da ideologia – mas, ao contrário, pela desideologização da sociedade. O mundo de Globalia é o domínio da soft-ideologia10 . Cada um tem direito a apenas um mínimo de “referências culturais padronizadas”; a História é vigiada e reduzida a elementos folclóricos tipo Parque de Asterix; a ordem consumista prospera sobre um consenso frouxo onde os direitos humanos proliferaram até o absurdo e onde reina um politicamente correto levado ao extremo. Em Globalia, o direito a uma vida longa envelheceu a população – mantendo-a sempre jovem, estufas garantem um suave calor e protegem a prosperidade geral. As ameaças são onipresentes mas exteriores, jogadas em “não-zonas” que parecem o que poderia tornar-se o terceiro-mundo de amanhã (inclusive esse terceiro-mundo interno que são os subúrbios-guetos etc…).

Vê-se que as duas representações que escolhemos para esses livros desenham o grande salto mental a que nos obriga pensar no futuro: ou a desordem triunfa aqui e uma hipertrofia das ideologias extremas prolifera neste caos, ou a desordem é empurrada para o exterior e por dentro as democracias tomam a forma de ditaduras moles – de onde qualquer expressão política radical foi cuidadosamente banida.

É evidentemente impossível decidir entre estas duas hipóteses, nem se pode afirmar que outras não poderão ser formuladas. Entretanto, o grande mérito de tais aventuras literárias é pegar pelo colarinho o que será o maior problema sócio-político dos anos vindouros: a que sociedade nos destina a democracia liberal planetária que triunfou no dia seguinte à queda do muro? Como pensar a forma de totalitarismo nova que se sente apontar, ao mesmo tempo que a liberdade parece ser o paradigma supremo ? Orwell pode nos dar algumas pistas, mas o essencial, a tentativa mental que o conduziu a escrever 1984 (em 1948) tem de ser renovada.

Se Bordage ou um outro é que tem razão, ninguém pode dizer. Cada um, lendo, que sinta o que lhe parece soar verdadeiro. A única certeza é que os vigias desse futuro porvir, os que têm como tarefa perscrutar estas brumas e estes horizontes são gente bem pouco séria na aparência, estes mentirosos, estes fabuladores, em uma palavra, esses saltimbancos, que chamamos simplesmente romancistas.

(Trad.: Betty Almeida)

1 - Discours de Stockholm, em Les droits de l’écrivain, Le Seuil, Paris, 1972
2 - Ler Serge Lehman, “Les mondes perdus de l’anticipation française”, Le Monde diplomatique, julho de 1999.
3 - Ler notadamente os quatro tomos do Cycle de l’enfer, J’ai lu, Paris, (de 2001 a 2003).
4 - Jonathan Swift, Voyages de Gulliver (1726), Flammarion, Paris; Aldous Huxley Le Meilleur des mondes (1932), Pocket, Paris ; Ray Bradbury, Farenheit 451 (1953), Gallimard, Paris; Philip K. Dick, Minority Report (1956), Gallimard, Paris.
5 - Gallimard, 1972.
6 - Ler Frances Stonor Saunders, Qui mène la danse? La CIA et la guerre froide culturelle, Denoël, Paris, 2003.
7 - Último livro publicado na França, para cada um dos autores: Op-Center, tomo 8 e Ligne de contrôle, Albin Michel, Paris, 2004; Le protocole de Sigma, Grasset, Paris, 2003; Crises, Albin Michel, Paris, 2004.
8 - Os dois romances foram publicados na Diable Vauvert, Vauvert, o primeiro em 2001 e o segundo em 2004.
9 - Seuil, Paris, 2004.
10 - Para retomar o título de uma obra de François-Bernard Huyghes




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