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DOSSIÊ MARTE

Os sábios, o público e os discos voadores

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Assistir passo a passo a chegada de uma sonda a Marte nos coloca na posição de experimentadores, que pertencem a uma nova visão de ciência, na qual leigos e cientistas deixam de ser apartados pelo saber

Pierre Lagrange - (01/12/2004)

No momento em que a sonda entrou na atmosfera marciana, todos puderam observar o evento na tela do seu computador

5 de janeiro de 2004, 4h15. Em seu site na internet, a Nasa TV retransmitia ao vivo a chegada a Marte de sua sonda Spirit. Restava ainda pouco mais de uma hora antes que a máquina penetrasse na atmosfera do Planeta Vermelho. A jornalista, instalada num canto da sala de controle do Jet Propulsion Laboratory (JPL) da Nasa, apresentava as novidades, passava os vídeos que evocavam os diferentes aspectos da missão. No resto do tempo, numerosas câmeras instaladas na sala de controle permitiam acompanhar as trocas entre os engenheiros e suas máquinas estelares.

No momento em que os engenheiros descobriram que a sonda tinha entrado na atmosfera marciana, todos puderam observar o evento na tela do seu computador. Quando os captadores enviaram a informação à medida que a sonda passava, todo mundo pôde partilhar a emoção dos membros da equipe da Nasa. Quando, enfim, as primeiras fotos foram transmitidas, o público também as descobriu. Vendo da minha casa a coletiva de imprensa, eu reparo, graças à webcam, um amigo que se encontra na sala. Ele intervém e coloca uma questão. Eu lhe envio um e-mail, que ele responde alguns minutos mais tarde. O sentimento de participar da aventura, fazer da sua casa a sala de controle, foi completo.

Que contraste com o anúncio da Agência Espacial Européia (European Spatial Agency, ESA), dez dias antes, da chegada da missão Marte Expressa à órbita do planeta vermelho. Nenhuma câmera nas salas de controle, nenhuma coletiva de imprensa ao vivo. E também nenhuma evocação de marcianos. Foi preciso aguardar várias semanas até obter uma foto, uma única e infeliz foto, certamente bela, mas que agitou os jornalistas científicos, diante de boatos que deram a entender que existiam outras imagens. Mas, do ponto de vista da ESA, é impensável que as fotos sejam transmitidas à imprensa antes que cada escalão da hierarquia as tenha validado. Quando o público as descobre, os clichês, tão cheios de carimbos quanto a bagagem de um globe-trotter, lhe deixam uma impressão amarga: não será jamais uma viagem. Enquanto em Houston o internauta vê a foto se revelar sob seus olhos, passar do preto e branco para cores, a da ESA vem acabada, pronta para a publicação, mas não para a discussão.

Mistério desvendado

Marte não é mais o misterioso planeta vermelho, é uma coleção de dados dispersos entre dezenas de computadores

A comparação entre a popularização no estilo americano e no estilo europeu ilustra uma diferença de concepção da ciência. Para a ESA, há a ciência e o público. Os cientistas elaboram inicialmente os resultados, depois, no segundo momento, os comunicam ao público. Para a Nasa, a foto é um momento de um processo; para a ESA é uma janela aberta sobre Marte. Em um caso, o público é o ator, em outro, espectador.

A posição da ESA ilustra o velho modelo da popularização científica, a relação entre aqueles que detêm o conhecimento e os que o transmitem. Relação entre sábios e ignorantes, mesmo se não ousamos mais falar assim. Para a Nasa, o público faz parte dos agentes convidados ao debate. Não há mais, de um lado os cientistas e do outro, o público, mas um conjunto de agentes que, em graus diversos, participam na definição do fazer científico. As discussões começam na sala de controle do JPL e continuam na praça pública. A definição do fazer científico é compartilhada.

O contraste entre a Califórnia e os Países Baixos, entre Nasa TV e a “comunicação” da ESA, levanta um primeiro paradoxo, ligado a um sentimento curioso: Houston nos mostra tudo o que se faz e se diz na sala de controle e no entanto não vemos nada! Para o público formado por decênios de banalização à força de fotos coloridas de Marte e de reconstituições filmadas, tudo de um só golpe, Marte parece ser o grande ausente desta festa. Nenhum vigia como nos filmes de ficção-científica, que explicavam sobre Marte e suas paisagens, nenhuma câmera que enviava ao vivo todas as etapas do vôo. A menos que ele mesmo seja engenheiro espacial, o internauta acompanha toda essa efervescência no JPL sem compreender bem qual é o motivo. Todas as informações chegam sob forma de dados que são exibidos nos computadores, os quais vemos sem poder decifrar o que é mostrado nas telas (e se podemos, apostamos que não o compreendemos). Nessa sala fechada, o céu não entra pelos cabos ligados às antenas dos radiostelescópios, localizados longe dali. Marte explodiu ali como o corpo de um paciente no hospital ou o amor nos filmes pornô: aqui a atmosfera, ali a decomposição do sol, acolá as medidas de velocidade etc. Marte não é mais o misterioso planeta vermelho, é uma coleção de dados dispersos entre dezenas de computadores e outro tanto de especialistas. É somente nas coletivas de imprensa que os pesquisadores reúnem os pedaços esparsos para reconstruir, graças às belas fotos “que se assemelham, enfim, a qualquer coisa”, um planeta Marte, com seus marcianos.

Repensando a ciência

A Nasa TV nos obriga a repensar o trabalho científico e a compreender a maneira como a ciência se faz

A surpresa do internauta cego diante de sua tela ilustra sua saída recente do antigo regime de conhecimento científico. Ele crê sempre, no íntimo, que a ciência consiste em ver a natureza com seus olhos, perseguir os fatos, enquanto a ciência sempre consistiu em construir um espaço longe da natureza para transportar amostras e produzir registros – representações que pouco têm a ver com as belas fotos coloridas das revistas de popularização. A Nasa TV obriga, pois, a repensar o trabalho científico e a compreender a maneira como a ciência se faz.

Segundo paradoxo: a comunicação da Nasa não evita as teorias no estilo X-Files (Arquivo X). Mais o espaço está aberto, acessível, mais temos acesso direto a aquilo que se diz e se faz no seio da JPL, e mais teorias florescem sob segredos que nos seriam ocultados. O modo de comunicar da Nasa pode parecer insólito quando conhecemos o sucesso das teorias sobre complôs nos Estados Unidos. Teorias que foram ilustradas em 1998, no momento do sobrevôo pela sonda Mars Global Surveyor da planície de Cydonia, onde se encontra aquela famosa colina em forma de rosto, descoberta pela sonda Viking em 1976. Quando vemos o número de livros publicados para acusar a Nasa de esconder as coisas, somos tentados a dizer que essa política é um fracasso. Quanto mais a Nasa parece levar a sério os boatos – dando-se ao trabalho, por exemplo, de fotografar de novo a região de Cydonia –, mais ela os multiplica.

Entretanto, essa eclosão de teorias de conspiração só parece paradoxal enquanto permanecemos dentro do antigo regime de relacionamento entre ciência e público. Em primeiro lugar, porque se imagina facilmente que não serão algumas câmeras na sala de controle – particularmente diante da opacidade das cenas que elas revelam – que vão satisfazer as suspeitas, bem ao contrário. Em seguida porque, na redefinição da sua maneira de se comunicar com o público, a Nasa não procura impedir as discussões do tipo X-Files – ela até aceita considerá-las como uma parte pertinente ao debate, admitidas apesar de não serem legítimas. Por coerência com sua estratégia de associação do público ao processo de descoberta, ela se permite até conceder a estas controvérsias um direito à existência – sem no entanto lhes conceder o mesmo estatuto conferido aos debates que acontecem no seio da comunidade de especialistas.

Ciência e delírio

Não se pode mais separar as controvérsias científicas e os delírios de discos-voadores, mas debruçar-se sobre todas as questões

Eis aí algo que choca um defensor da velha escola. Como pretender colocar sob um mesmo plano não apenas as questões não-científicas mas, inclusive, delírios como os dos discos voadores? Portanto, o melhor índice dessa proximidade – afora a aceitação pela Nasa de fotografar Cydonia em 1998 – é que uma parte dessas teorias não nasce no seio de um público “ignorante”, mas entre os próprios engenheiros, da mesma maneira que as teorias sobre os discos-voadores escondidos pela Força Aérea pertencem ao folclore militar. Um dos principais promotores dessas teorias é um antigo membro da Nasa, Richard Hoagland. E a maioria dos agentes da polêmica sobre a artificialidade do rosto é formada de engenheiros que trabalham nas grandes firmas tecnológicas americanas e às vezes para a Nasa. Com efeito, eles foram por muito tempo os únicos a ter acesso a computadores capazes de triturar essas imagens e sustentar a controvérsia.

Não se pode mais separar as controvérsias científicas e os delírios de discos-voadores, mas debruçar-se sobre todas as questões que colocam os agentes, sejam eles pesquisadores, jornalistas, público ou discípulos de Fox Mulder. É normal que as pessoas discutam, é normal que elas intervenham no debate.

De fato, ao eliminar a divisão entre sábios e ignorantes, a Nasa reverte a tendência e pega de surpresa os amantes de complôs. São de agora em diante os últimos que vivem no antigo regime, o da ideologia racionalista, que separa sábios de ignorantes. Enquanto a Nasa aceita romper com o antigo modelo sábio/ignorante para fazer de nós todos experimentadores, os amantes de complôs se colocam na antiga relação sábio-ignorante: esconde-se alguma coisa deles! Haveria, portanto, uma verdade em alguma parte e eles seriam efetivamente ignorantes.

Perto dos sábios

Marte é popular porque à época em que se começou a estudá-lo, a divisão entre sábios e amantes da ciência não estava tão consolidada

Ao defender tal posição, são eles que têm um disco-voador atrasado. Por uma espantosa reviravolta, os críticos do cientificismo surgem como espantosamente cientistas. No lugar de pagar o prêmio de participação na controvérsia que eles reivindicam, eles se mantêm em uma velha posição.

A mudança de regime necessita, é verdade, de um tempo de adaptação. Nós não estamos habituados a tomar o lugar dos experimentadores. Nós estamos ainda tão embebidos dos discursos sobre a ciência como fonte de certeza que assimilamos mal a idéia de que a ciência produza associações das quais é preciso testar a resistência. Assim, quando nós pegamos um medicamento ou compramos um veículo, não estamos em face de uma caixa preta, mas em face de uma experiência que se prolonga: nossa garagem e nosso organismo são um anexo do escritório de estudos.

Tanto que se o argumento do complô é cada vez mais utilizado, é menos por exigir o acesso a um saber indiscutível do que por demandar um direito de acesso ao debate; não exigimos que nos seja revelado o que está escondido, mas que nos permitam ter acesso aos elementos que permitem discussão. É precisamente por conta da mudança de regime (e não por manter o antigo regime) que essas teorias se multiplicam.

Marte não é, claro, o único assunto de que trata a controvérsia pública. Mas este planeta é, desde o fim do século XIX – e não desde sempre como se costuma dizer –, extremamente popular. Por uma razão simples: à época em que se começou a estudá-lo, a divisão entre sábios e amantes da ciência não estava tão consolidada. Um século mais tarde, nós estamos de novo lá.

(Trad.: Marcelo de Valécio)




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