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Os Estados Unidos apóiam seqüestros em território venezuelano e homenageiam paramilitares na fronteira da Colômbia

Hernando Calvo Ospina - (01/02/2005)

Em 31 de dezembro, o governo colombiano extraditou o comandante das FARC, Simón Trinidad, para os Estados Unidos, onde foi acusado de tráfico de droga, seqüestro e cumplicidade com terroristas. Capturado em 2 de janeiro de 2004, em Quito (Equador), ele foi um dos principais negociadores da oposição armada durante as negociações de paz com o governo de Andrés Pastrana, entre 1999 e 2002. Essa extradição poderia fechar a porta da “troca humanitária” – pessoas seqüestradas pelas FARC contra guerrilheiros presos – proposta pela guerrilha e torná-la mais intransigente do que nunca. Relançando, assim, o Plano Colômbia.

O seqüestro de um membro das FARC em território venezuelano provocou uma crise de proporções entre Caracas e Bogotá

Em 13 de dezembro de 2004, um emissário internacional da comissão político-diplomática das FARC, Rodrigo Granda, foi seqüestrado em plena rua, em Caracas. Foi levado clandestinamente para a Colômbia por membros da Guarda Nacional Venezuelana (depois presos), que agiam em contato com os serviços de informação colombianos em troca de uma grande soma de dinheiro. Essa operação, conduzida ao arrepio de todas as regras do direito internacional, provocou uma crise de proporções entre Caracas – que reclama violação de sua soberania – e Bogotá; o presidente Hugo Chávez suspendeu as relações comerciais com o país vizinho e chamou seu embaixador na Colômbia. O embaixador dos Estados Unidos nesse país, William Wood, manifestou imediatamente seu apoio ao governo colombiano.

Porém, em 9 de dezembro de 2004, em Tibú, na Colômbia, não muito longe da fronteira venezuelana, houve uma cerimônia oficial em honra da “desmobilização” de Salvatore Mancuso e de uma parte dos paramilitares. Ainda que os Estados Unidos reclamem a extradição de Mancuso por narcotráfico e terrorismo, lá estava presente Stewart Tuttle, sub-diretor dos negócios políticos da embaixada americana em Bogotá. O departamento de Justiça americana autorizou o financiamento do “desarmamento” dos paramilitares com um montante de 3 milhões de dólares. (Trad.: Teresa Van Acker)




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