Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» A poesia das mulheres que alumiam noites

» 21 de outubro de 2021

» Para desvendar as lógicas do capital e da guerra

» Teatro Oficina reabre em celebração de reexistência

» Cinema: o que não perder no grande festival

» 20 de outubro de 2021

» Como narrei a ditadura brasileira

» Elogio à verdade comum, provisória e mundana

» Sociedade civil: a luta e a lei que Bolsonaro não queria

» 19 de outubro de 2021

Rede Social


Edição francesa


» Etes-vous heureux, ravi ou enchanté de travailler dans un institut de sondage ?

» Infernal manège des sondages

» Droit du travail : vers des « jugements automatiques »

» Mes vacances en Terre sainte

» Les bonnes recettes de la télé-réalité

» Mme Michèle Alliot-Marie emportée par la foule

» Jusqu'où obéir à la loi ?

» Ces « traîtres » qui sauvèrent l'honneur de la France

» A la recherche d'un destin commun en Nouvelle-Calédonie

» L'école algérienne face au piège identitaire


Edição em inglês


» Millennial Schmäh

» UK: what happened to the right to food?

» Taiwan at the heart of the US-China conflict

» October: the longer view

» What do we produce, and why?

» Hunger in France's land of plenty

» In search of a good food deal

» Georgia's love-hate affair with Russia

» Latin America faces tough choices

» Recognising the PRC


Edição portuguesa


» Edição de Outubro de 2021

» Um império que não desarma

» Convergir para fazer que escolhas?

» O mundo em mutação e o Estado - em crise?

» Edição de Setembro de 2021

» Transformação e resiliência

» O caminho de Cabul

» Edição de Agosto de 2021

» Ditadura digital

» Desigualdades digitais


DOSSIÊ ÁGUA

As três irmãs

Imprimir
enviar por email

Ler Comentários
Compartilhe

As empresas francesas que dominam o mercado mundial de água se beneficiam de um negócio que envolve bilhões de euros

Marc Laimé - (01/03/2005)

As “Três Irmãs” controlam 40% do mercado mundial da água privatizada em mais de cem países

Entre os quatro líderes mundiais de água, três são franceses: Veolia, ex-Vivendi, sucessora da Générale des Eaux, nascida em 1853; Ondeo, filial da Suez-Lyonnaise, criada em 1880; e a “pequena” Saur, propriedade do grupo Bouygues até novembro de 20041. Em menos de vinte anos, elas conquistaram os primeiros lugares.

A Ondeo é a número 1 em população atendida (125 milhões de habitantes no mundo). A Veolia, que afirma atender 110 milhões de clientes, figura na segunda colocação mundial e lidera na França, com 26 milhões de pessoas atendidas com água potável e 19 milhões em saneamento. O volume de negócios atingia cerca de 11 bilhões de euros em 2003, ou 30% do volume de negócios da Veolia Ambiente, que conta 309 mil funcionários espalhados em mais de 80 países, superando os 2.800 na China, 4 mil na Austrália, 14 mil na Alemanha, cerca de 13 mil no Reino Unido, 12 mil na República Tcheca e 9 mil na Suécia... A Saur também se espalhou no exterior, onde atende 29 milhões de habitantes (são 6 milhões na França).

Atualmente, as “Três Irmãs” controlam 40% do mercado mundial da água privatizada em mais de 100 países. O único rival no setor, que ocupa a terceira posição mundial, é a RWE (gigante da energia na Alemanha) e sua filial britânica, Thames Water, que obteve êxito ao se instalar no mercado americano, via aquisição da líder nacional American Water Works.

(Trad.: Marcelo de Valécio)

1 - Conservando 15% do capital da Saur, o grupo de BTP vendeu, em novembro de 2004, por 1 bilhão de euros, sua filial de água ao fundo de investimento Paribas Negócios Industriais (PAI).




Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» França
» Água e Saneamento
» Direito à Água
» Privatizações
» Mercantilização da Vida

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos