Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Lei Rouanet e a cultura em demolição

» Rebelião em Londres: é o clima ou o sistema?

» A “inteligência caolha” da família Bolsonaro

» Opacidade: o direito de escapar à vigilância total

» O crime de Guarapuava e as elites sem freios

» Boaventura: os EUA flertam com o direito názi

» Argentina: ainda bem que há eleições…

» O bispo que não vai para o céu

» Prisões brasileiras: relato de dentro do inferno

» Bernardet: “Tirei o corpo fora”

Rede Social


Edição francesa


» Rwanda, retour sur un aveuglement international

» La riposte des exclus

» La justice, pilier ou béquille de la démocratie ?

» La canicule, révélateur d'une santé malade

» La caution des scientifiques

» Dans l'enfer blanc de l'amiante

» Fiasco à La Haye

» L'immigration au miroir des échecs de la gauche

» « Faxer » ou périr, une culture de l'urgence

» Comment Sciences-Po et l'ENA deviennent des « business schools »


Edição em inglês


» The making and unmaking of Brazilian democracy

» Mica mining, why watchdogs count

» LMD's New York debates

» Decriminalizing the drug war?

» April: the longer view

» Housing, rubbish, walls and failing infrastructure in East Jerusalem

» Mining profits go to foreign investors

» Combatting climate change: veganism or a Green New Deal?

» Berlin's fight for expropriation

» Afghanistan: the fighting continues


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas

» O cordão sanitário

» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

» Edição de Março de 2019

» Sabe bem informar tão pouco

» O presidente e os pirómanos

» Edição de Fevereiro e 2019

» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França


IMIGRAÇÃO / ALEMANHA

Uma lei tímida demais

Imprimir
Enviar

Ler Comentários
Compartilhe

A lei de imigração finalmente aprovada em 2005 eliminou a maior parte dos dispositivos democráticos feitos quatro anos antes pela Comissão Sussmuth, que formulou o projeto quatro anos antes

Albrecht Kieser - (01/06/2006)

As propostas da “comissão Sussmuth” – nome de sua presidente, a democrata-cristã Rita Sussmuth – foram apresentadas em julho de 2001. Algumas semanas antes, a CDU (União Democrática Cristã) havia repetido: “A Alemanha não é um país de imigração”. Ora, a comissão reconhecia a imigração como um fator econômico importante para o desenvolvimento da Alemanha. Ela preconizava, em conseqüência, a organização da importação de uma mão-de-obra qualificada segundo um sistema de pontos. Não mais do que 20 mil pessoas poderiam ingressar, durante o primeiro ano da instalação do novo sistema.

Estas propostas foram rejeitadas pela CDU e uma grande parte do SPD (Partido Social Democrata). Os grupos de ajuda ao terceiro mundo também as criticaram, estimando que eles retiravam, dos países menos desenvolvidos, os trabalhadores especializados de que eles absolutamente necessitavam. Quando a lei foi finalmente adotada em 2005, não se encontrava mais o menor traço das idéias da comissão Sussmuth.

As sugestões desta última com relação aos refugiados políticos permaneceram bem aquém das esperanças de liberalização.Mesmo os candidatos a asilo que se encontravam na Alemanha há cinco anos ou mais não obtiveram nem proteção, nem o final da proibição de trabalhar, nem a ampliação do acesso à saúde, nem o direito de sair dos campos de alojamento... Resumindo: a comissão não saía dos marcos de uma política oficial profundamente reacionária.

Em contrapartida, a comissão reconhecia certos direitos para os sem-papéis, preconizando seu acesso à formação escolar e à saúde e afastando qualquer sanção contra aqueles que lhes oferecessem ajuda humanitária.




Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos