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O difícil caminho para a paz

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Após a independência, e o assassinato de Patrice Lumumba, uma sucessão de ditadores e guerras. Com a União Nacional e a Constituição, haverá, agora, esperança?

(01/07/2006)

Junho de 1960: Independência da colônia belga com o nome de República do Congo.

17 de janeiro de 1961: Assassinato do primeiro ministro Patrice Lumumba.

1965: Golpe de Estado de Joseph Mobutu.

1971: O país passa a chamar-se Zaire.

1991: A transição democrática é iniciada em uma Conferência Nacional. Acontecem saques e revoltas na capital Kinshasa.

Maio de 1997: As tropas da Aliança das Forças Democráticas para a Libertação (AFDL) derrubam o presidente. Fim da primeira guerra do Congo. Laurent-Désiré Kabila proclama-se presidente da República Democrática do Congo (RDC).

2 de agosto de 1998: Militares banyamulenge (congoleses tutsis de origem ruandesa) lançam um movimento de rebelião no Kivu. Segunda guerra do Congo.

24 de fevereiro de 2000: A ONU envia 5.537 capacetes azuis para garantir o cessar fogo.

16 de janeiro de 2001: Laurent-Désiré Kabila, assassinado, é substituído por seu filho Joseph.

Fevereiro de 2002 a abril de 2003: Diálogo intercongolês em Sun City (África do Sul) entre o governo, os rebeldes, a sociedade civil e a classe política.

Julho a setembro de 2002: Acordos de paz entre a RDC, Ruanda e Angola.

4 de abril de 2003: Promulgação da Constituição de Transição.

30 de junho de 2003: Formação de um governo de transição chamado de União Nacional, composto pelo presidente Joseph Kabila e de quatro vice-presidentes de diferentes tendências políticas do país.

18 de fevereiro de 2006: O projeto de Constituição é aprovado por um referendo.

30 de julho de 2006: Eleições presidenciais, legislativas e provinciais previstas.

Tradução: Sílvia Pedrosa silvia@zeapinc.com




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