Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» Para conhecer o mar de Ingmar Bergman

» Psiquiatras, Capitalismo e Lava Jato

» A “crise fiscal” e a queixa das hienas

» Visita guiada a uma noite insurgente

» Lula e o punitivismo penal

» Ressaca da Internet, espírito do tempo

» Cuba: as pedras no caminho da revolução

» Boaventura: o que aprender com a Nicarágua

» Em SP, o notável (e desconhecido) cinema das mulheres

» Partiu #OcupaPolítica

Rede Social


Edição francesa


» La survie de l'humanité en grand péril

» Les consommateurs victimes et complices

» Les Indiens des Amériques revendiquent leur droit à l'autodétermination

» Les limites de la solidarité internationale

» Sous la conduite des « généraux révolutionnaires » le Pérou s'achemine vers une seconde indépendance

» Les ultras préparent la guerre contre l'Iran

» Passé et passif de l'enseignement supérieur américain

» Après le retrait du Royaume-Uni...

» Une dernière chance pour l'unité de la Belgique ?

» Éloge de la petite édition


Edição em inglês


» The Empire smiles back

» Human zoos in the age of Trump

» Michael J Glennon on the growing power of the United States' national security bureaucracy

» Trump's ‘infrastructure' plan

» A children's Gitmo on the border

» East-west divide

» Population change by region

» Lure of the West

» Global population growth

» Growing insecurity in Mali


Edição portuguesa


» Edição de Julho de 2018

» A divergência europeia

» O capricho do príncipe

» Edição de Junho de 2018

» Assalto ao trabalho e às pensões

» Lambe-botas de Washington

» Jerusalém: o erro crasso do presidente americano

» Edição de Maio de 2018

» Direitos, não incentivos

» Maio, uma esperança de oceano


ÁFRICA DO SUL

Desigualdade sem fim

Imprimir
Enviar

Ler Comentários
Compartilhe

As novas leis estabelecem igualdade civil entre negros e brancos. Mas a distribuição de riquezas continuou piorando, mesmo com o fim da política de discriminação e a chegada dos negros à presidência

Johann Roussouw - (06/09/2006)

Entre 1991 e 2002, o índice de desemprego entre os negros mais que dobrou: de 23,3% para 47,8%, enquanto o desemprego entre os brancos passou de 4% para 9,9% [1].

O índice de Gini, que mede as desigualdades de renda, está em 0,72 para os sul-africanos negros (sendo que o valor de alerta está fixado em 0,4), um dos índices mais elevados do mundo. Ele é de menos de 0,6 para brancos e asiáticos, e de 0,64 para mestiços.

Segundo Sampie Terreblanche [2], a participação das famílias mais pobres (40% do total, 50% da população) na renda nacional diminuiu de 5,2%, em 1975, para 3,3%, em 2001. Neste período, a parcela abocanhada pelas famílias mais ricas (20% do total, 16,6% da população) subiu de 70,9% para 72,2%.

A expectativa de vida (47,8 anos, em 2000) regrediu (44,6 anos, em 2004) e o índice de mortalidade infantil avançou, no mesmo período, de 50 para 54 em cada grupo de 1000 crianças nascidas vivas.

Tradução: Patrícia Andrade pat.patricia@voila.fr



[1] Carel van Aardt en Mari Harris, "Ongelykhede binne en tussen die verskillende bevolkingsgroepe in Suid-Afrika", Die Vrye Afrikaan, Johannesburg, 18 de novembro de 2005.

[2] Sampie Terreblanche, A History of Inequality in South Africa 1652 – 2002, University of Natal Press/ Sandton, KMM Review Publishing, Pietermaritzburg, 2002.


Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» África do Sul
» África
» Desigualdade e Fraturas Sociais

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos