Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» O prisioneiro que não cede ao Grande Irmão

» Previdência: a fábula da República das Laranjas

» A difícil arte de superar o senso comum

» Os mapas do poder dos ruralistas

» Petrobrás: assim Paulo Guedes planeja o desmonte

» O neoliberalismo periférico e a oportunidade perdida

» Nunca fomos tão pequenos

» Caro coxinha, nossa bandeira já é vermelha…

» O mundo encantado da Previdência privada

» A lógica senil da propriedade privada

Rede Social


Edição francesa


» « Différenciés », les Albanais du Kosovo

» Que cessent les vents chauvins

» Ainsi s'élargit le gouffre entre pouvoir capitaliste et réalités sociales

» Le poids du lobby pro-israélien aux États-Unis

» Tradition et qualité françaises

» Batna dans le vertige des peurs et des frustrations

» Vingt ans après, les plaies ouvertes du Kosovo

» Le champ sémantique du populisme

» Les dangers d'une monnaie unique

» L'Algérie sous le choc


Edição em inglês


» White supremacists worm their way into the West's mainstream

» Kosovo's open wounds, twenty years on

» Retiring the Statue of Liberty

» Iraq's choice: US air strikes or Iranian air conditioners?

» Gilets jaunes: the French uprising

» March: the longer view

» Rwanda now sets its own aid rules

» The rise of the hardliners

» Should we be combatting sexism to stimulate economic growth?

» Julia Buxton on Venezuela's ongoing crisis


Edição portuguesa


» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

» Edição de Março de 2019

» Sabe bem informar tão pouco

» O presidente e os pirómanos

» Edição de Fevereiro e 2019

» As propinas reproduzem as desigualdades

» Luta de classes em França

» Das propinas ao financiamento do Ensino Superior

» Na Venezuela, a lógica do pior

» Vale a pena (re)ler John Kenneth Galbraith?


ÁFRICA DO SUL

Desigualdade sem fim

Imprimir
Enviar

Ler Comentários
Compartilhe

As novas leis estabelecem igualdade civil entre negros e brancos. Mas a distribuição de riquezas continuou piorando, mesmo com o fim da política de discriminação e a chegada dos negros à presidência

Johann Roussouw - (06/09/2006)

Entre 1991 e 2002, o índice de desemprego entre os negros mais que dobrou: de 23,3% para 47,8%, enquanto o desemprego entre os brancos passou de 4% para 9,9% [1].

O índice de Gini, que mede as desigualdades de renda, está em 0,72 para os sul-africanos negros (sendo que o valor de alerta está fixado em 0,4), um dos índices mais elevados do mundo. Ele é de menos de 0,6 para brancos e asiáticos, e de 0,64 para mestiços.

Segundo Sampie Terreblanche [2], a participação das famílias mais pobres (40% do total, 50% da população) na renda nacional diminuiu de 5,2%, em 1975, para 3,3%, em 2001. Neste período, a parcela abocanhada pelas famílias mais ricas (20% do total, 16,6% da população) subiu de 70,9% para 72,2%.

A expectativa de vida (47,8 anos, em 2000) regrediu (44,6 anos, em 2004) e o índice de mortalidade infantil avançou, no mesmo período, de 50 para 54 em cada grupo de 1000 crianças nascidas vivas.

Tradução: Patrícia Andrade pat.patricia@voila.fr



[1] Carel van Aardt en Mari Harris, "Ongelykhede binne en tussen die verskillende bevolkingsgroepe in Suid-Afrika", Die Vrye Afrikaan, Johannesburg, 18 de novembro de 2005.

[2] Sampie Terreblanche, A History of Inequality in South Africa 1652 – 2002, University of Natal Press/ Sandton, KMM Review Publishing, Pietermaritzburg, 2002.


Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» África do Sul
» África
» Desigualdade e Fraturas Sociais

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos