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Além das forças armadas regulares, o Irã conta com dois corpos de milícias paramilitares e com centros de formação de combatentes estrangeiros. No comando desta máquina não está o presidente, mas o Guia da Revolução

Jehan Lazrak - (21/12/2006)

De acordo com o artigo 151 da Constituição da República Islâmica, o governo deve garantir a todos uma formação militar, segundo os princípios islâmicos que dão o direito a cada indivíduo de pegar em armas para defender seu país [1].

As despesas militares alcançam 7,3 bilhões de dólares, ou seja, 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2005. As Forças Armadas são compostas por duas ramificações, as forças regulares e os Guardiães da Revolução islâmica (pasdarans). As primeiras constituem o exército de terra (350 mil na ativa e 350 mil reservistas), a marinha (18 mil), o exército do ar (18 mil) e as forças de defesa aérea (12 mil). O serviço militar propriamente dito, diz respeito a todos os homens. E, para entrar no exército como profissional, é necessário ter, pelo menos, 18 anos e engajar-se por dois anos. O Irã conta com cinco bases navais - três no Golfo Pérsico, uma no mar Cáspio e uma no Oceano Índico – e quatorze bases aéreas.

Os pasdarans foram criados por decreto, em 5 de maio de 1979, como força leal ao aiatolá e como contrapeso à influência do exército regular. Suas forças terrestres (100 mil), marítimas (20 mil) e aéreas têm, como objetivo, preservar a segurança nacional e defender a revolução. Em 2003, Rahim Safavi, comandante em chefe dos pasdarans, escrevia em uma carta ao Parlamento: "Os Guardiães da Revolução Islâmica consideram-se responsáveis pela defesa da Revolução Islâmica, de suas realizações, da ideologia e dos valores do imã Khomeiny. (…) Nossa missão principal é deter aqueles que desejam destruir e impedir a Revolução Islâmica".

Poder econômico das milícias

Desde a eleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, que serviu em suas fileiras durante a Guerra com o Iraque (1980-1988), a implicação dos pasdaran nos negócios políticos cresceu. O Parlamento comporta 80 Guardiães da Revolução (num total de 290 deputados). Eles tornaram-se, além disso, uma força econômica importante, que possui empresas em numerosos setores e que se beneficiam de inúmeros contratos governamentais. Eles obtiveram, por exemplo, em junho de 2006, um de vários bilhões de dólares referentes à construção de um gasoduto entre o Golfo Pérsico e o sul do país. A última aquisição obtida pelos pasdarans é a mais importante sociedade petrolífera privada iraniana, Oriental Kishv, comprada por 90 milhões de dólares.

Os pasdarans e o exército regular estão sob a tutela do Ministério da Defesa e da Logística das Forças Armadas desde 1989. Este último é dirigido conjuntamente pelos integrantes dos pasdarans, das forças armadas regulares, da polícia e da "gendarmerie". Ele planeja e coordena as operações de controle desses diferentes serviços. O guia supremo (faqih) é a maior autoridade do país. Ele tem o poder de nomear e de excluir os dirigentes das Forças Armadas e dos Guardiães da Revolução, de declarar a guerra e de mobilizar as Forças Armadas. É o Conselho Supremo de Segurança Nacional que controla o relatório do nuclear. Ele está encarregado, de forma mais geral, de proteger os interesses da Revolução, sua soberania e sua integridade nacional.

Outros grupos se aliam aos Guardiães da Revolução: os Basij e as forças Al-Qods. Os Basij (90 mil na ativa e dois milhões de reservistas) são um grupo paramilitar, uma "força de intervenção popular rápida". Criados em 1980 para fornecer voluntários para a guerra contra o Iraque, os Basij têm como função combater os inimigos internos da Revolução e fazer respeitar os códigos islâmicos. As Forças Al-Qods formam e treinam, sob a autoridade do Ministério das Informações e da Segurança, combatentes estrangeiros, especialmente do Hezbollah libanês e do Djihad Islâmico palestino.

Tradução: Marci Helaine
marci.helaine@terra.com.br



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