Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» A Tecnologia da Adaptação — e como vencê-la

» O Irã e os idiotas úteis… a Washington

» “Atire na cabeça!”

» Um reino de farsas e encenações necessárias

» Jogue no Google, senhor ministro

» Religião, violência e loucura

» O consenso pela Educação acabou

» O dia em que o governo perdeu as ruas

» Galeria: Brasil nas ruas

» Um governo tóxico

Rede Social


Edição francesa


» Une obligation morale

» Mais pourquoi cette haine des marchés ?

» Les militants français confrontés à la logique de l'entreprise

» Une machine infernale

» Pour sauver la société !

» Des réformes qui ne sont pas allées assez loin

» Controverses et débats en Allemagne

» Un nouveau maître à penser : l'entreprise

» Le problème de l'épuisement des matières premières peut, aujourd'hui, être envidagé avec un optimisme relatif

» Incontrôlable avant l'an 2000, l'explosion démographique accroit le risque d'une double catastrophe mondiale


Edição em inglês


» Iran and the US, a tale of two presidents

» Terry Gou, Taiwan's billionaire and political wildcard

» Ecuador's crackdown on abortion is putting women in jail

» Traditions of the future

» Boondoggle, Inc.

» Sisi amends Egypt's constitution to prolong his presidency

» May: the longer view

» The languages of Ukraine

» Chile's day of women

» Notre Dame is my neighbour


Edição portuguesa


» 20 Anos | 20% desconto

» EUROPA: As CaUsas das Esquerdas

» Edição de Maio de 2019

» Os professores no muro europeu

» Chernobil mediático

» Edição de Abril de 2019

» A nossa informação, as vossas escolhas

» O cordão sanitário

» O caso do Novo Banco: nacionalizar ou internacionalizar?

» Edição de Março de 2019


HISTÓRIA

Dinastias, golpes e... insurreições

Imprimir
Enviar

Ler Comentários
Compartilhe

Desde a constituição de seus Estados nacionais, o mundo árabe tem sido marcado por governos que se eternizam (muitas vezes apoiados por potências estrangeiras) e por fortes sobressaltos políticos. O período pós-67 manteve esta tendência

Bassma Kodmani - (21/06/2007)

1968

Julho: Golpe de Estado do partido Bass, em Bagdá (Iraque).

1969

Fevereiro: Yasser Arafat torna-se presidente do Comitê Executivo da Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

Maio: Gaafar Al-Nemeiry toma o poder de Kartum (Sudão).

Setembro: O coronel Muammar Kadhafi derruba a monarquia em Trípoli (Líbia).

1970

Setembro: Morre Gamal Abdel Nasser no Egito. É substituído por Anuar El-Sadat.

Novembro: Hafez Al-Assad torna-se o número um de Damasco (Síria).

1979

Fevereiro: Retorno do aiatolá Rudollah Khomeini a Teerã (Irã), e instauração da República Islâmica.

1981

Outubro: Assassinato do presidente Sadat, substituído por Hosni Moubarak.

1985

Março-abril: Manifestações populares resultaram no deslocamento de Nemeiry para o exército do Sudão. e na constituição de um regime parlamentar.

1989

Junho: Morre Khomeini no Irã. No Sudão, ocorre um golpe de Estado dirigido pelo general Omar Hassan Al-Bachir, aliado dos islâmicos.

1999

Fevereiro: Morte do rei Hussein da Jordânia. Foi sucedido por seu filho, o rei Abdallah II.

2000

Junho: Morte do presidente sírio Hafez Al-Assad, substituído por seu filho Bachar.

2004

Novembro: Arafat, líder da Autoridade Palestina, morre na França. Substituído por Mahmoud Abbas.

Tradução: Carolina Gutierrez
carol@diplo.org.br

Leia mais:

Nesta edição, sobre o mesmo tema:

A batalha que incendiou o Oriente Médio
Quarenta anos depois, um retorno “Guerra dos Seis Dias” revela: o conflito que envenenou as relações entre Israel e Palestina não teve como origem a disputa entre os dois povos. Seria um sinal de que a paz é possível?

Sob o signo da frustração
A derrota no conflito de 1967 transtornou o mundo árabe. É a partir dos traumas associados a ela que crescem a influência da religião, a tentação da violência, o conservadorismo moral como forma de “purificação” e os governos cada vez mais afastados de seus povos

Como a ocupação invadiu Israel
Após seu triunfo retumbante contra os três maiores exércitos árabes, o país encheu-se de orgulho, dinheiro e ilusão. Quarenta anos depois, a sociedade está mais frágil, atemorizada e desigual. Há quem tema por suas chances de sobrevivência

O interminável Sétimo Dia
Cronologia dos conflitos provocados pela ocupação da palestina. Por ter mantido e aprofundado a opressão sobre eles, a Guerra dos Seis Dias acabou deflagrando uma série de choques, que se arrasta até hoje




Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» Israel
» Palestina
» Ocupação da Palestina
» Mundo Árabe

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos