Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» O mundo à beira da grande crise alimentar

» O que o Brasil pode perder sem a Eletrobras

» A distopia trabalhista da Amazon

» Cinema: A arte de observar a poesia das miudezas

» 18 de maio de 2022

» Os deadbots e os limites éticos da tecnologia

» Por outra Política de Ciência, Tecnologia e Inovação

» A Nave dos Loucos e os espaços da (des)razão

» WikiFavelas: O racismo religioso de cada dia

» 17 de maio de 2022

Rede Social


Edição francesa


» Jénine, enquête sur un crime de guerre

» Le monde arabe en ébullition

» Au Proche-Orient, les partis pris de la Maison Blanche

» L'abolition du territoire

» Regard sur Sarajevo

» Les progrès du libéralisme économique à Sri-Lanka

» Le marché du blé pourra-t-il être codifié par un nouvel accord international ?

» Le président Marcos allié gênant et retors des États-Unis

» Front de gauche, ou la fin d'une malédiction

» Le défi indien et le colonialisme blanc


Edição em inglês


» Lebanon: ‘Preserving the past in hope of building the future'

» May: the longer view

» Fragmented territories

» A clash of memories

» Alsace's toxic time bomb

» The poisonous problem of France's nuclear waste

» Can Medellín change its image?

» Venezuela: a ‘country without a state'

» The urgent need to preserve Lebanon's past

» French troops forced to withdraw from Mali


Edição portuguesa


» Morrer em Jenin

» Recortes de Imprensa

» Será a caneta mais poderosa do que a espada?

» A Hipótese Cinema

» Um projecto ecofeminista em Aveiro

» David Bowie em leilão

» Como Pequim absorveu Hong Kong

» Na Colômbia, o garrote Medellín

» Face ao colapso, o Líbano quer preservar a sua memória

» Continua a Inglaterra a ser britânica?


SOCIEDADE

Enfim, uma indenização

Imprimir
enviar por email

Ler Comentários
Compartilhe

Sinais do neoliberalismo: uma decisão judicial revela que, mesmo num país "central", grandes corporações sentem-se à vontade para expor trabalhadores a doenças mortais

Annie Thebaud-Mony - (27/07/2007)

A empresa de produtos químicos francesa Adisseo, terceira do mundo no ramo de alimentos para animais, cometeu um erro imperdoável. Assim o julgou o Tribunal de Assuntos de Seguridade Social (Tass) de Moulins (França), em 20 de abril de 2007.

O tribunal condenou a empresa a pagar indenizações de 50 a 60 mil euros a cada um dos nove empregados e ex-empregados da fábrica de Commentry, acometidos de câncer de rim. A doença havia sido reconhecida como de origem profissional em 2003, pelo mesmo tribunal. Os queixosos trabalham ou trabalharam na oficina de produção de vitamina A da fábrica, que utiliza, desde 1982, o cloroacetal C5, molécula mutagênica e cancerígena. Para a corte, ‘‘desde quando reconheceu o caráter mutagênico do cloroacetal C5, em 1990, a companhia Adisseo France não demonstrou ter de fato reforçado as medidas de proteção de seus empregados.’’ Os juízes ressaltaram: ‘‘ A partir de 1984, vários casos de câncer de rim foram diagnosticados entre os empregados do local. Vinte e dois casos foram descobertos, com várias mortes [1]’’.

Tradução:Elisabete de Almeida
betty_blues_@hotmail.com



[1] Le Journal de l’environnement, de 24 de abril de 2007.


Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» França
» Neoliberalismo
» Trabalho
» Transnacionais
» Saúde do Trabalho

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos