Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


Rede Social


Edição francesa


» Ainsi nos jours sont comptés

» Au Brésil, des collectionneurs d'art très courtisés

» Fantômes russes dans l'isoloir ukrainien

» Bernard Madoff, à la barbe des régulateurs de la finance

» Les famines coloniales, génocide oublié

» LTCM, un fonds au-dessus de tout soupçon

» Récalcitrante Ukraine

» Europe de l'Est : un bilan positif sur le plan social mais négatif dans le domaine des droits politiques

» La crise russo-ukrainienne accouchera-t-elle d'un nouvel ordre européen ?

» Offensive sur l'or noir africain


Edição em inglês


» Rojava's suspended future

» Biden's Middle East challenges

» April: the longer view

» Africa's oil-rich national parks

» Montenegro's path to independence

» Japan's bureaucrats feel the pain

» Who's who in North Africa

» Being Kabyle in France

» Who wins in Chile's new constitution?

» Senegal's five days of anger


Edição portuguesa


» Edição de Abril de 2021

» A liberdade a sério está para lá do liberalismo

» Viva o «risco sistémico!»

» Pandemia, sociedade e SNS: superar o pesadelo, preparar o amanhecer

» A maior mentira do fim do século XX

» Como combater a promoção da irracionalidade?

» A Comuna de Paris nas paredes

» Como Donald Trump e os "media" arruinaram a vida pública

» Edição de Março de 2021

» Acertar nas fracturas


POLÍTICA / AMÉRICA LATINA

O plano da direita e a resposta popular

Imprimir
enviar por email

Ler Comentários
Compartilhe

Plan Visión de País, programa político elaborado por partidos de direita para os próximos quatro anos, é composto por leis de educação, saúde, segurança pública e desenvolvimento rural. Em resposta, os movimentos sociais elaboraram consultas populares - expressão de uma busca pela democracia participativa

Renaud Lambert - (06/09/2007)

Resultado de um consenso entre os partidos de direita, o Plan Visión de País consiste em um programa político para os próximos quatro anos. O “plano” é composto por três leis sobre educação, saúde e segurança pública (visando à aceleração do processo de privatização) e uma quarta, sobre o desenvolvimento rural (destinada a facilitar a produção de biocombustíveis e a exploração de recursos naturais).

Frente a tal projeto, e em um contexto de criminalização dos movimentos sociais e maias, esses movimentos recorreram às consultas populares. As consultas apóiam-se, entre outras fontes, na Convenção 169 da Organização Mundial do Trabalho, segundo a qual as populações autóctones devem ser informadas sobre os projetos de exploração dos recursos naturais nos territórios que ocupam, podendo aprovar ou não sua execução.

Organizadas em condições que nem sempre respeitam as regras da democracia formal, tais consultas não deixam de ser expressão de uma vontade democrática de participação cidadã. Quase 40 delas já foram organizadas desde 2005. Todas rejeitaram projetos de exploração poluentes, e os que previam o pagamento de royalties de somente 1% do faturamento. Não surpreendentemente, as consultas foram julgadas “não obrigatórias” pela Corte Constitucional. “Se eles não respeitam a democracia, estamos prontos para luta”, respondem as comunidades.

Leia mais:

Nesta edição, sobre o mesmo tema:

Guatemala: o lento despertar do gigante
Ainda sem chance nas urnas, a esquerda guatemalteca é, porém, uma força política em ascensão. Até que ponto a oligarquia será capaz de aceitar as demandas populares que essa força representa, ao invés de precipitar o país novamente em um funesto ciclo de violência?




Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» Democracia
» Mobilizações Sociais

Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos