Jornalismo Crítico | Biblioteca e Edição Brasileira | Copyleft | Contato | Participe! |
Uma iniciativa


» 10 de julho de 2020

» A luta decisiva contra o reconhecimento facial

» “Austeridade”, uma concha vazia

» Um vírus que revela nosso dissídio com a Natureza

» (Auto)cuidado – coletivo, político e inadiável

» Por que aproxima-se uma onda de fome no Brasil

» 9 de julho de 2020

» A formação da personalidade autoritária

» A estratégia indígena para enfrentar o vírus

» Brasão da PM: coleção de massacres em nome da elite

Rede Social


Edição francesa


» La police, la gauche et le changement

» Primes pour stimuler la production et sanctions contre les pratiques illégales

» Les difficultés de l'économie soviétique ravivent le débat entre traditionalistes et partisans de la réforme

» Comment le Sahel est devenu une poudrière

» Tout commence, tout finit à Gaza

» Cette « double autorité » qui écartèle les Palestiniens

» Aux origines de la secte Boko Haram

» Michel Onfray, le dernier nouveau philosophe

» Les forces de l'ordre social

» Vous avez dit « systémique » ?


Edição em inglês


» Meanwhile in Minneapolis

» Cities: the power of the urban

» July: the longer view

» Fossil fuel disarmament

» Oil production and consumption around the world

» OPEC's share of production in a changing oil market

» Passport power

» Prato's migrant workforce

» No going back to business as usual

» Trade war in strategic minerals


Edição portuguesa


» Edição de Julho de 2020

» Metáforas bélicas

» Alguém disse «sistémico»?

» Dois ou três lugares a preencher – a propósito de José Saramago

» A Jangada de Saramago

» Um homem chamado Saramago

» «O desastre actual é a total ausência de espírito crítico»

» Edição de Junho de 2020

» A fractura social

» Vender carros Audi na Birmânia


Primeira vez

Imprimir
enviar por email
Compartilhe

O editor da seção anuncia: “a cada semana, uma nova edição, para reverenciar a literatura – ou, antes dela, a Palavra”

Rodrigo Gurgel - (06/10/2007)

Os diálogos que deram vida à seção Palavra concentraram-se em três pontos: o espaço deveria servir à divulgação da literatura contemporânea de língua portuguesa, abarcando a prosa e a poesia; não poderia, contudo, abster-se de publicar crítica literária e artigos que refletissem sobre os diversos aspectos da literatura, do livro e do mercado editorial; e, finalmente, se comprometeria a não basear seus critérios de seleção editorial em questões de cunho ideológico, pois a literatura – ainda que muitos discordem desse ponto de vista – encontra-se acima de tais controvérsias. Aqui, dessa forma, imaginando um universo ideal, teriam espaço Sartre e Céline.

Passadas algumas semanas, oferecemos aos leitores esta primeira edição. Em “Sylvia Plath e A redoma de vidro”, Isa Fonseca elabora um delicado paralelo entre a ficção e a vida dessa poeta norte-americana. No conto “Um brinde no Largo do Arouche”, Antonio Carlos Olivieri imagina um curioso périplo paulistano, sem deixar de lado as inevitáveis contradições dessa capital. Finalmente, em “Poema não tão simples”, Ricardo Miyake nos oferece a nostalgia do amor que esteve a um passo de se realizar.

Semanalmente, às sextas-feiras, publicaremos uma nova edição, tentando não só cumprir os objetivos que nos propusemos, mas reverenciar a literatura – ou, antes dela, a Palavra.

Cordial abraço!


Rodrigo Gurgel é escritor, editor e crítico literário. Escreve regularmente no jornal Rascunho e em seu blog



Fórum

Leia os comentários sobre este texto / Comente você também

BUSCA

» por tema
» por país
» por autor
» no diplô Brasil

BOLETIM

Clique aqui para receber as atualizações do site.

Leia mais sobre

» Literatura
» Seção {Palavra}


Destaques

» O planeta reage aos desertos verdes
» Escola Livre de Comunicação Compartilhada
» Armas nucleares: da hipocrisia à alternativa
» Dossiê ACTA: para desvendar a ameaça ao conhecimento livre
» Do "Le Monde Diplomatique" a "Outras Palavras"
» Teoria Geral da Relatividade, 94 anos
» Para compreender a encruzilhada cubana
» Israel: por trás da radicalização, um país militarizado
» A “América profunda” está de volta
» Finanças: sem luz no fim do túnel
Mais textos